A autenticidade desse documento é
tão ÓBVIA que os autores desejam afastar
a todos da leitura do texto, em intermináveis
discussões sobre sua origem, para que se cansem
e desistam de ler, para que se percam em um labirinto
de idéias e acabem por fazer seu jogo. Desacreditar
a todo o custo e ocultar a verdade é o jogo deles.
Leia primeiro, e depois, tire suas próprias conclusões.
A maior prova de autenticidade é a realização
absoluta de todos esses planos, fruto de ações
muito bem tomadas, e que jamais poderiam ser previstas
com tanta precisao por nenhum falsificador há
mais de um século. Aqui estão as tendências
que o mundo toma e continua seguindo, controlado já
por esses 'Sábios do Sião". Agora
já sabes o que o futuro reserva e o que esses
senhores tem em mente para os próximos anos.Agora
já sabes muito sobre os verdadeiros motivos e
objetivos de tantos absurdos da nossa era moderna.Um
livro atualíssimo, que todas as pessoas de visão
devem tomar conhecimento.
CAPÍTULO I
ABANDONANDO toda e qualquer fraseologia,
estudemos cada idéia em si rnesma e esclareçamos
a situação com comparações
e deduções.
Formularei, portanto, nosso sistema
do nosso ponto de vista e do ponto de vista dos cristãos.
É preciso ter em vista que os homens de maus
instintos são mais numerosos que os de bons instintos.
Por isso se obtém melhores resultados governando
os homens pela violência e o terror do que com
discussões acadêmicas. Cada homem aspira
ao poder, cada qual, se pudesse, se tornaria ditador
; ao mesmo tempo, poucos são os que não
estão prontos a sacrificar o bem geral para conseguir
o próprio bem.
Quem conteve as feras chamadas homens? Quem os guiou
até agora? No principio da ordem social, submeteram-se
à força bruta e cega. e mais tarde, à
lei, que é essa força mascarada. Concluo,
pois, de acordo com a lei da natureza,que o direito
reside na força (1).
A liberdade política é uma idéia
e não uma realidade. É preciso saber aplicar
essa idéia, quando for necessário atrair
as massas populares ao seu partido com a isca duma idéia
, se esse partido formou o desígnio de esmagar
o partido que se acha no poder (nota: ex: Rev. Francesa).
Esse problema torna-se fácil, se o adversário
recebeu esse poder da idéia de liberdade, do
que se chama liberalismo, e sacrifica um pouco de sua
força a essa idéia. E eis onde aparecerá
o triunfo de nossa teoria: as rédeas frouxas
do poder serão logo tomadas, em virtude da lei
da natureza, por outras mãos porque a força
cega do povo não pode ficar um dia só
sem guia, e o novo poder não faz mais do que
tomar o lugar do antigo enfraquecido pelo liberalismo.
Nos dias que correm, o poder do ouro substituiu o poder
dos governos liberais. Houve tempo em que a fé
governou. A liberdade é irrealizável ,
uorque ninguém sabe usar dela dentro de justa
medida. Basta deixar algum tempo o povo governar-se
a si mesmo para que logo essa autonomia se transforme
em licença. Então, surgem dissensões
que em breve se transformam em batalhas sociais, nas
quais os Estados se consomem e em que sua grandeza se
reduz a cinzas.
Se o Estado se esgota nas suas próprias convulsões
ou se suas comoções intestinas o põem
a mercê dos inimigos
externos, pode ser considerado irremediavelmente perdido;
caiu em nosso poder. O despotismo do capital, intacto
entre nossas mãos, aparece-lhe como uma tábua
de salvação, à qual, queira ou
não queira, tem de se agarrar para não
ir ao fundo.
Aquele cuja alma liberal quiser considerar
esses raciocínios como imorais, perguntarei:
se todo Estado tem dois inimigos, e se lhe é
permitido, sem a menor pecha de imoralidade, empregar
contra o inimigo externo todos os meios de luta, como,
por exemplo, não lhe dar a conhecer seus planos
de ataque ou defesa, surpreendê-lo à noite
ou com forças superiores, porque essas mesmas
medidas, usadas contra um inimigo pior, que arruinaria
a ordem social e a propriedade, seriam ilícitas
e imorais?
Um espírito equilibrado poderá esperar
guiar com êxito as multidões por meio de
exortações sensatas e pela persuasão,
quando o campo está aberto à contradição,
mesmo desarrazoada, nas que parece sedutora ao povo,
que tudo compreende superficialmente? Os homens, quer
sejam ou não da plebe, guiam-se exclusivamente
por suas paixões mesquinhas, suas superstições,
seus costumes, suas tradições e teorias
sentimentais: são escravos da divisão
dos partidos que se opõem a qualquer harmonia
razoável. Toda decisão da multidão
depende duma maioria ocasional ou, pelo menos, superficial;
na sua ignorância dos segredos políticos,
a multidão toma resoluções absurdas
e uma espécie de anarquia arruina o governo.
A política nada tem de comum com a moral. O governo
que se deixa guiar pela moral não é político,
e portanto, seu poder é frágil. Aquele
que quer reinar deve recorrer à astúcia
e à hipocrisia. As grandes qualidades populares
-franqueza e honestidade - são vícios
na política, porque derrubam mais os reis dos
tronos do que o mais poderoso inimigo. Essas qualidades
devem ser os atributos dos remos cristãos e não
nos devemos deixar absolutamente guiar por elas.
Nosso fim é possuir a força. A palavra
"direito" é uma idéia abstrata
que nada justifica. Essa palavra significa simplesmente
isto: "Dai me o que eu quero, a fim de que eu possa
provar que sou mais forte do que vós". Onde
começa o direito, onde acaba?
Num Estado em que o poder está mal organizado,
em que as leis e o governo se tornam impessoais por
causa dos inúmeros direitos que o liberalismo
criou, veio um novo direito, o de me lançar,
de acordo com a lei do mais forte, contra todas as regras
e ordens estabelecidas, derrubando-as; o de por a mão
nas leis, remodelando as instituições
e
tornando-me senhor daqueles que abandonaram os direitos
que lhes dava a sua força, renunciando a eles
voluntariamente, liberalmente...
Em virtude da atual fragilidade de todos os poderes,
nosso poder será mais duradouro do que qualquer
outro, porque será invencível até
o momento em que estiver tão enraizado que nenhuma
astúcia o poderá destruir...
Do mal passageiro que ora somos obrigados a fazer nascerá
o bem dum governo inabalável, que restabelecerá
a marcha regular do mecanismo das existências
nacionais perturbadas pelo liberalismo. O resultado
justifica os meios. Prestamos atenção
aos nossos projetos, menos quanto ao bom e ao moral
do que quanto ao útil e ao necessario. Temos
diante de nós um plano, no qual está exposto
estrategicamente a linha de que não nos podemos
afastar sem correr o risco de ver destruido o trabalho
de muitos séculos.
Para achar os meios que levam a esse fim, é preciso
ter em conta a covardia, a instabilidade, a inconstância
da multidão, sua incapacidade em compreender
e discernir as condições de sua própria
vida e de sua prosperidade. É a força
da multidão é_cçga_insensa~~~sem
raciocínio indo para a direita ou para a esquerda
(2). Um cego não pode guiar outro cego sem leva-lo
ao precipício; do mesmo modo, os membros da multidão,
saídos do povo,- embora dotados de espírito
genial, por nada entenderem de política não
podem pretender guia-la sem perder a nação.
Somente um indivíduo preparado desde a meninice
para a utocracia é capaz de conhecer a linguagem
e a realidade políticas. Um povo entregue a si
próprio, isto é, aos ambiciosos do seu
meio, arruina-se na discórdia dos partidos, excitados
pela sede do poder, e nas desordens resultantes dessa
discórdia. É possível às
massas populares raciocinar tranqüilamente, sem
rivalidades intestinas, dirigir os negócios de
um país que não podem ser confundidos
com os interesses pessoais? Poderão defender-se
dos inimigos externos? É impossível. Um
plano, dividido por tantas cabeças quantas há
na multidão, perde sua unidade, tornando-se ininteligível
e irrealizável.
Somente um autocrata pode elaborar
planos vastos e claros, pondo cada cousa em seu lugar
no mecanismo da estrutura governamental. Concluamos,
pois, que um governo útil ao país e capaz
de atingir o fim a que se propõe, deve ser entregue
às mãos dum só individuo responsável.
Sem o despotismo absoluto, a civilização
não pode existir ela não é obra
das massas, mas de seu guia, seja qual for (3). A multidão
é um bárbaro que mostra sua barbárie
em todas as ocasiões. Logo que a multidão
se apodera da liberdade, transforma-a em anarquia, que
é o mais alto grau de barbárie.
Vede esses animais embriagados com aguardente, imbecilizados
pelo álcool a quem o direito de beber sem limites
foi dado ao mesmo tempo que a liberdade. Não
podemos permitir que os nossos se degradem a esse ponto...
Os povos cristãos estão sendo embrutecidos
pelas bebidas alcoólicas ; sua juventude está
embrutecida pelos estudos clássicos e pela devassidão
precoce a que a impelem nossos agentes, professores,
criados, governantes de casas ricas, caixeiros, mulheres
públicas nos lugares onde os cristãos
se divertem. (4). No número das últimas,
incluo também as mulheres de boa vontade a devassidão
e o luxo das perdidas.
Nossa palavra de ordem é: Força
e Hipocrisia. Somente a força pode triunfar na
política, sobretudo se estiver escondida nos
talentos necessários aos homens de Estado. A
violência deve ser um princípio ; a astúcia
e a hipocrisia, uma regra para os governos que não
queiram entregar sua coroa aos agentes de uma nova força.
Esse mal é o único meio de chegar ao fim,
o bem. Por isso não nos devemos deter diante
da corrupção, da velhacada e da traição,
todas as vezes que possam servir as nossas finalidades.
Em política, é preciso saber tomar a propriedade
de outrem sem hesitar , se por esse meio temos de alcançar
o poder
Nessa conquista pacífica, nosso Estado tem o
direito de substituir os horrores da guerra pelas condenações
à morte, menos visíveis e mais proveitosas
para conservar o terror (5) que obriga os povos a obedecerem
cegamente. Uma severidade justa, mas inflexível,
é o maior fator da força dum Estado ;
não é somente nossa vantagem, porém
nosso dever, para obter a vitória, seguir esse
programa de violência e hipocrisia. Semelhante
doutrina, baseada no cálculo, é tão
eficaz quanto os meios que emprega. Não só
por esses meios, mas também por essa doutrina
de severidade, nós triunfaremos e escravizaremos
todos os governos ao nosso supremo governo (6). Bastará
que se saiba que somos inflexíveis para que cesse
toda insubordinação.
Fomos nós os primeiros que,
já na antigüidade (7), lançamos ao
povo as palavras "Liberdade. Igualdade. Fraternidade"
(8), palavras repetidas tantas vezes pelos papagaios
inconscientes que, atraidos de toda a parte por essa
isca, dela somente tem usado para destruir a prosperidade
do mundo, a verdadeira liberdade individual, outrora
tão bem garantida dos constrangimentos da multidão.
Homens que se iulgavam inteligentes não souberam
desvendar o sentido oculto dessas palavras, não
viram que se contradizem, não repararam que não
há igualdade na natureza, (9), que nela não
pode haver liberdade que a própria natureza estabeleceu
a desigualdade dos espíritos dos caracteres e
das inteligências, tão fortemente submetidos
às suas leis ; esses homens não sentiram
que a multidão é uma força cega
que os ambiciosos que elege são tão cegos
em política quanto ela ; que o iniciado, por
mais tolo que seja, pode governar, enquanto que a multidão
dos não-iniciados, embora cheia de gênio,
nada entende da política. Todas essas considerações
não abrolharam no espírito dos cristãos
; entretanto, é nisso que repousa o principio
dinástico dos governos o pai transmite ao filho
os segredos da política, desconhecidos fora dos
membros da família reinante, a fim de que ninguém
os possa trair. Mais tarde, o sentido da transmissão
hereditária dos verdadeiros princípios
da política se perdeu. O êxito de nossa
obra aumentou.
Todavia, no mundo, as palavras Liberdade, Igualdade,
Fraternidade puseram em nossas fileiras, por intermédio
de nossos agentes cegos, legiões inteiras de
homens que arvoraram com entusiasmo nossos estandartes.
Contudo, tais palavras eram os vermes que roíam
a prosperidade dos não-judeus, destruindo por
toda a parte a paz, a tranqüilidade, a solidariedade,
minando todos os alicerces de seus Estados. Vereis pelo
que se segue como isso serviu ao nosso triunfo ; isso
nos deu, entre outras cousas, a possibilidade de obter
o triunfo mais importante, isto é, a abolição
dos privilégios, a própria essência
da aristocracia dos cristãos, o único
meio de defesa que tinham contra nós os povos
e as nações. (10). Sobre as ruínas
da aristocracia natural e hereditária, elevamos
nossa aristocracia da inteligência e das finanças.
Tomamos por critério dessa nova aristocracia
a riqueza, que depende de nós, e a ciência,
que é dirigida por nossos sábios.
Nosso triunfo foi ainda facilitado pelo fato de, nas
nossas relações com os homens de quem
precisamos, sabermos tocar as cordas mais sensíveis
da alma humana: o cálculo, a avidez, a insaciabilidade
dos bens materiais, todas essas fraquezas humanas, cada
qual capaz de abafar o espírito de iniciativa,
pondo a vontade dos homens à disposição
de quem compra sua atividade.
A idéia abstrata da liberdade deu a possibilidade
de persuadir ás multidões que um governo
não passa de gerente do proprietário do
país, que é o povo, podendo-se mudá-lo
como se muda de camisa.
A removibilidade dos representantes do povo coloca-os
à nossa disposição ; els dependem
de nossa escolha.
Documentação. registros e comentários
(1) é o conceito judaico do direito naturalista
de Espinoza. A conferir com a famosa declaração,
em discurso, de Stalin: "Nós, os comunistas,
não reconhecemos nenhuma lei moral que de qualquer
modo prejudique. a liberdade de ação do
plano central da revolução".
Esta declaração dos "Protocolos",
de que o direito reside na força, está
de acordo com o Talmud, que, segundo as palavras do
Prof. Cohen, em abril de 1833, citadas às páginas
62 e 63 do "Lichststrahlen am den Talmud",
("raios de luz do Talmud"), de Dinter, "deve
ser considerado, ainda hoje, como a única fonte
da moral judaica" e como "a fonte judaica
das leis judaicas". O escritor judeu Kadmi Cohen,
com efeito, no seu livro "Nómades",
págs. 52-53, diz que "o direito talmúdico
nega o fato e exalta a vontade". Cita o próprio
texto talmúdico que completa o conceito de residir
o direito na força: Em davar havened B~fnei haraçon,
o que quer dizer: Nada pode resistir à vontade.
Em contraposição, o direito romano-cristão
se baseia em três preceitos morais: Honeste vivere,
viver honestamente; neminem laedere, não lesar
a ninguém; e suum cuique tribuere, dar o seu
ao seu dono. A diferença é substancial
e evidente. (2)Cf. René Guénon, "La
crise du monde moderne", edição Bossard,
Paris, 1927, pág. 185 : "A massa, sem dúvida,
foi sempre conduzida deste ou daquele modo, podendo-se
concluir, porque ela não passa dum elemento passivo,
que é uma matéria no sentido aristotélico".
(3)Cf. E. Eberlin, escritor judeu, no "Les Juifs
d'Aujourd'hui", edição Rider, Paris,
1927, pág. 41: "A alta burguesia judaica
pretende impor seus pontos de vista, aonde possa, à
massa popular". (Eles mesmo admitindo...) (4) O
tráfico das brancas e dos entorpecentes (já
na época), a prostituição em lar2a
escala. devidamente Industrializada (já na época),
é obra reconhecidamente iudaica. Há uma
sociedade internacional denominada "Zwig Migdal",
que explora esse rendoso negócio e contra a qual
têm sido impotentes as policias dos Estados Modernos,
corrompidos ou judaizados e liberais. Ver a documentação
reveladora em Julio Alsogaray, "La prostitutión
en Argentine", ed Denoel et Steele, Paris. (5)
O papa Bento XV compreendeu isso admiravelmente e preveniu
a cristandade em sua epístola Motu Proprio:
"Eis que amadurece a idéia e que a todos
os piores fatores de desordem ardentemente se devotam
e da qual esperam a realização, o advento
duma República Universal, baseada nos princípios
da igualdade absoluta dos homens e na comunhão
dos bens, da qual seja banida qualquer distinção
de nacionalidades e que não reconheça
nem a autoridade do pai sobre os filhos, nem a do poder
público sobre os cidadãos, nem a de Deus
sobre a sociedade humana. Postas em prática,
tais teorias devem desencade ar um regime de inaudito
terror"...
(6) A República Universal, sem autoridade, isto
é, com a violência no lugar da autoridade,
a que aludiu Bento XV. (7)Cf. Kadmi-Cohen,"Nômades",
pág. 72: "Assim, nos corações
semitas, para falar como Ibn Kaldun, floresciam como
realidades vivas a Liberdade e a Igualdade, esses dois
princípios gêmeos que, depois não
passaram de letras maiúsculas inscritas nos preâmbulos
das constituições e na fachada dos edificios
públicos".
(8) Cf. B,ernard Lazare, "L'Antisemitisme",
vol II, págs 175-176: "...os judeus acreditaram,
não somente que a justiça, a liberdade
e a igualdade podiam ser soberanas do mundo, mas se
julgaram com a missão especial de trabalhar para
esse reino. Todos os desejos, todas as esperanças
que estas três idéias faziam nascer acabaram
por se cristalizar em torno duma idéia central:
a dos tempos messiânicos."
(9) Ver René Guénon, "Orient et Ocident",
pág. 64: "O preconceito quimérico
da igualdade vai de encontro aos fatos mais bem estabelecidos
na ordem intelectual como na ordem fisica: é
a negação de toda a hierarquia natural
e o rebaixamento de todo o reconhecimento ao entendimento
limitado do vulgo".
(10) Um autor judeu reconhece isso, Jack London, quando
escreve à página 206 do 'te Peuple de
L'Abime": "Os grandes senhores feudais de
antanho, gigantes louros da história, marchavam
à frente nas batalhas. Sacrificavam sua pessoa,
lutando duramente para ganhar suas esporas de ouro,
fendendo os inimigos ao meio. Havia mais nobreza em
manejar a espada de gume de aço do que em enriquecer,
como hoje, comodamente sem risco, à custa do
embrutecimento humano e da exploração
feroz dos párias da vida".
CAPÍTULO II
PRECISAMOS que as guerras não
dêem, tanto quanto possível, vantagens
territoriais(1). Transportada, assim, a guerra para
o terreno econômico, as nações verão
a força de nossa supremacia (2), e tal situação
porá ambas as partes à disposição
de nossos agentes internacionais, que têm milhares
de olhos e que nenhuma fronteira pode deter. Então,
nossos direitos internacionais apagarão os direitos
nacionais, no sentido próprio da expressão,
governando os povos, do mesmo modo que o direito civil
dos Estados regula as relações entre seus
súditos.
Os administradores, escolhidos por nós no povo,
em razão de suas aptidões servis não
serão indivíduos preparados para a administração
do país. Assim, facilmente se tornarão
peões de nosso jogo, nas mãos de nossos
sábios e geniais conselheiros, de nossos especialistas
educados desde a infância para administrar os
negócios do mundo inteiro (3). Sabeis que nossos
especialistas reuniram as informações
necessárias para administrar segundo nossos planos,
tirando-as das experiências da história
e do estudo de todos os acontecimentos notáveis.
Os cristãos(4) não se guiam pela prática
de observações imparciais tiradas da história,
mas pela rotina teórica, incapaz de atingir qualquer
resultado real. Por isso, não devemos contar
com eles ; que se divirtam ainda durante algum tempo,
vivendo de esperanças ou de novas diversões,
ou ainda da saudade dos divertimentos que tiveram. Deixemo-los
acreditar na importância das leis científicas
que lhes inculcamos - meras teorias. E com esse fim
que constantemente aumentamos por intermédio
de nossa imprensa sua confiança cega nessas leis.
A classe intelectual dos cristãos ficará
cheia de orgulho com esses conhecimentos, e sem os examinar
logicamente, porá em ação todos
os dados dessa ciência reunidos pelos nossos agentes
para guiar seu espírito pelo rumo que precisamos.
Não julgueis nossas afirmações
sem base ; reparai no êxito que soubemos criar
para o Darwinismo, o Marxismo, o Nietzchismo. Pelo menos
para nós, a influência deletéria
dessas tendências deve ser evidente (5).
Temos necessidade de contar com as idéias, os
caracteres, as tendências modernas dos povos para
não cometermos erros na política e na
administração dos negócios. Nosso
sistema, cujas partes podem ser expostas diferentemente
segundo os povos que encontremos em nosso caminho, somente
pode dar resultado se sua aplicação for
baseada nos resultados do passado confrontados com o
presente.
Os Estados modernos possuem uma grande força
criadora a imprensa. O papel da imprensa consiste em
indicar as reclamações que se dizem indispensáveis,
dando a conhecer as reclamações do povo,
criando descontentes e sendo seu órgão.
A imprensa encarna a liberdade da palavra. Mas os Estados
não souberam utilizar essa força e ela
caiu em nossas mãos(6). Por ela, obtivemos influência,
ficando ocultos; graças a ela, ajuntamos o ouro
em nossas mãos, a despeito das torrentes de sangue
e de lágrimas que nos custou consegui-lo... Resgatamos
isso, sacrificando muitos dos nossos. Cada uma de nossas
vítimas, diante de Deus, vale milhares de cristãos.
Documentação. registros
e comentários
(1) Discurso do maçom Corneau,
grau 33, presidente do Conselho da Ordem do Grande Oriente
na França, na sessão de 28 de junho de
1917, do Congresso Maçônico em Paris: "A
guerra se transformou em formidável luta das
democrabias organizadas contra as potências militares
e despóticas." No mesmo discurso, afirmou
que a guerra não passava de simples etapa da
Revolução Social. A confissão de
que a guerra é desencadeada pelas forças
ocultas mediante um plano de ação desconhecido
se encontra no mesmo Congresso Maçônico,
no discurso do maçon Lebey, Secretário
da Ordem: "De Waterloo a Sedan, de Sedan ao Mame,
de Lafayette a Washington e de Washington ao Presidente
Wilson e ao Marechal Joffre, uma lógica obscura
parece levar o mundo a umfim ignorado. "(note de
quem parte tais declarações). V. Valéry-Radot,
"Les temps de la colêre" , e Leon de
Poncins, "La dictadure des puissances occultes",
edição Beauchesne, Paris, 1934, págs
196-197.
(2) Essa supremacia está confirmada pelo judeu
Bernard Lazare, no seu livro "L'Antisemitisme",
vol. II, pág. 253, com estas palavras : "Constituídos
num corpo solidário, os judeus abrem facilmente
caminho na sociedade atual, relaxada e desunida. Se
os milhões de cristãos que os rodeiam
praticassem o apoio mútuo em lugar da luta egoísta,
a influência do judeu seria logo esmagada; mas
não o praticam e o judeu deve, senão dominar,
como dizem os anti-semitas, ter o máximo das
vantagens sociais e exercer essa espécie de supremacia
contra a qual o anti-semitismo protesta, sem a poder
abolir, porque ela depende não só da classe
burguesa judaica, mas da classe burguesa cristã."
(3) H.de Balzac, "Les illusions perdues",
tomo III: "Há duas histórias, a oficial,
mentirosa, e a secr~eta, em que estão as verdadeiras
causas dos acontecimentos". É por essa razão
que René Guénon diz o seguinte à
pág 25 de "Orient et Occident": "A
verdadeira história pode ser perigosa para certos
interesses políticos
(4) Empregamos a palavra cristão e cristãos
todas as vezes que encontramos no texto dos protocolos
os termos judaicos "goy" e ' goiym".
Segundo o erudito Saint-Yves d'Alveydre, no "L'Archéometre",
assim os hebreus designam 'O povo inorgânico privado
de organização direta em proveito dum
Estado político que lhe imponham letrados parasitá
rios". Esse significado quadra admiravelmente bem
com o pensamento dos "Protocolos".
(5) René Guénon observou e estudou admiravelmente
esta questão da ciência que nos é
imposta de acordo com os "Protocolos". Consultar
"Orient et Occident", pág.20 :"Negando
ou ignorando todo conhecimento puro ou supra-racional,
a ciência abriu caminho que devia levar lógicamente,
dum lado, ao positivismo e ao agnosticismo, que produzem
a mais estreita limitação da inteligência
e seu objeto: do outro, a todas as teorias sentimentalistas
e voluntariosas que se esforçam em criar no infra-racional
o que a razão não lhes pode dar."
Idem, pág.65: "A meia ciência assim
adquirida, (pela vulgarização), é
mais nefasta do que a ignorância pura e simples,
pois mais vale nada saber do que estar com o espírito
abarrotado de idéias falsas..."
(6) O domínio do judaísmo na imprensa,
nas agências de informação, de publicidade
e distribuição de livros e jornais é
notória.
CAPITULO III
POSSO hoje anunciar-vos que estamos
perto do fim. Ainda um pouco de caminho e o círculo
da Serpente Simbólica, que representa nosso povo,
será encerrado. Quando esse circulo se encerrar,
todos os Estados estarão dentro dele, fortemente
emoldurados. O equilíbrio constitucional será
em breve destruído, porque o temos falseado,
a fim de que não cesse de inclinar-se para um
lado e outro até gastar-se completamente (1).
Os cristãos julgavam ter construído bem
solidamente esse equilíbrio e esperavam que os
pratos da balança continuassem no mesmo nível.
Mas, infelizmente para os cristãos, as pessoas
reinantes são rodeadas por seus prepostos, que
fazem tolices e se deixam levar pelo seu poder sem controle
e sem responsabilidade. Devem esse poder ao terror que
reina nos palácios. As pessoas reinantes, não
tendo mais contacto com seu povo, nada podem concertar
com ele, fortalecendo-se contra os indivíduos
que aspiram ao poder. A força clarividente das
pessoas reinantes e a força cega do povo, divididas
por nós, perderam sua importância; separadas,
são tão cegas como um cego sem o seu bordão
(2) Para impelir os ambiciosos a abusar do poder, opusemos
umas às outras todas as forças, desenvolvendo
todas as suas tendências liberais para a independência...
Encorajamos para esse fim todas as tendências,
armamos todos os partidos e fizemos do poder o alvo
de todas as ambições. Transformamos os
Estados em arenas onde reinam os distúrbios...
Dentro de pouco tempo, as desordens e bancarrotas surgirão
por toda a parte (3).
Os falastrões inesgotáveis transformaram
as sessões dos parlamentos e as reuniões
administrativas em prélios oratórios.
Jornalistas audaciosos e panfletários cínicos
atacam diariamente o pessoal administrativo. Os abusos
do poder, finalmente, prepararão a queda de todas
as instituições, e tudo será destruído
pela multidão enlouquecida. Os povos estão
mais escravizados ao trabalho pesado do que no tempo
da servidão e da escravidão. É
possível livrar-se de um modo ou de outro da
escravidão e da servidão. E possível
compactuar com ambas. Mas é impossível
livrar-se da miséria. Os direitos que inscrevemos
nas constituições são fictícios
para as massas ; não são reais. Todos
esses pretensos ""direitos do povo" somente
podem existir no espírito e são para sempre
irrealizáveis. Que vale para o proletário
curvado sobre seu trabalho, esmagado pela sua triste
sorte, o direito dado aos falastrões de falar,
ou o
direito concedido aos jornalistas de escrever toda espécie
de absurdos misturados com cousas sérias, desde
que o proletariado não tira das constituições
outras vantagens senão as miseráveis migalhas
que lhe lançamos de nossa mesa em troca dum sufrágio
favorável às nossas prescrições,
aos nossos prepostos e aos nossos agentes? Para o pobre
diabo, os direitos republicanos são uma ironia
amarga: a necessidade dum trabalho quase cotidiano não
lhe permite gozá-los ; em compensação,
tiram-lhe a garantia dum ganho constante e certo, pondo-o
na dependência das greves, dos patrões
e dos camaradas.
Sob a nossa direção, o povo destruiu a
aristocracia, que era sua protetora e sua ama de leite
natural, porque seu interesse era inseparável
do interesse do povo. Agora que a aristocracia foi destruída,
ele caiu sob o jugo dos açambarcadores, dos velhacos
enriquecidos, que o oprimem de modo impiedoso.
Nós aparecemos ao operário como os libertadores
desse jugo, quando lhe propusermos entrar nas fileiras
do exército de socialistas (4) , anarquistas
e comunistas que sempre sustentamos sob o pretexto de
solidariedade entre os membros de nossa franco-maçonaria
social. A aristocracia, que gozava de pleno direito
do trabalho dos operários, tinha interesse em
que os trabalhadores estivessem fartos, fossem sadios
e fortes. Nosso interesse, ao contrário, é
que os cristãos degenerem. Nosso poder reside
na fome crônica, na fraqueza do operário,
porque tudo isso o escraviza à nossa vontade,
de modo que ele fique sem poder, força e energia
de se opor a ela. A fome dá ao capital mais direitos
sobre o operário do que a aristocracia recebia
do poder real e legal.
Pela miséria e o ódio invejoso que dela
resulta, manobramos as multidões e nos servimos
de suas mãos para esmagar os que se oponham aos
nossos desígnios.
Quando chegar a hora de ser coroado nosso soberano universal,
essas mesmas mãos varrerão todos os obstáculos
que se lhe anteponham.
Os cristãos perderam o hábito de pensar
fora de nossos conselhos científicos. Por isso,
não enxergam a necessidade urgente de fazer o
que nós faremos, quando chegar o nosso reinado,
isto é, ensinar nas escolas primárias
a primeira de todas as ciências, a única
verdadeira das ciências da ordem social, da vida
humana, da existência social, que exige a divisão
do trabalho, e por conseguinte, a divisão dos
homens em classes e condições (5).
É preciso que cada um saiba que não pode
existir igualdade em virtude das diversas atividades
a que cada qual édestinado; que todos não
podem ser igualmente responsáveis perante a lei
; que, por exemplo, a responsabilidade não é
a mesma naquele que, pelos seus atos, compromete toda
uma classe, e naquele que somente atinge a sua honra.
A verdadeira ciência da ordem social, em cujo
segredo não admitimos os cristãos, mostraria
a todos que o lugar e o trabalho de cada um devem ser
diferentes, para que não haja uma fonte de tormentos
em conseqüência da falta de correspondência
entre a educação e o trabalho. Estudando
essa ciência, os povos obedecerão de boa
vontade aos poderes e à ordem social estabelecida
por eles no Estado. Ao contrário, no estado atual
da ciência, tal qual a fizemos, o povo, acreditando
cegamente na palavra impressa, em conseqüência
dos erros insinuados à sua ignorância,
é inimigo de todas as condições
que julga acima dele, porque não compreende a
importância de cada condição.
Essa inirhizade aumentará ainda em virtude da
crise econômica que acabará por parar as
operações da Bolsa e a marcha da indústria.
Quando criarmos, graças aos meios ocultos de
que dispomos por causa do ouro, que se acha totalmente
em nossas mãos, uma crise econômica geral,
lançaremos à rua multidões de operários,
símultaneamente, em todos os países da
Europa. (6)
Essas multidões por-se-ão com voluptuosidade
a derramar o sangue daqueles que invejam desde a inffancia
na simplicidade de sua ignorância e cujos bens
poderão então saquear (7)
Elas não tocarão nos nossos, porque conheceremos
de antemão o momento do ataque e tomaremos medidas
acauteladoras. (8)
Afirmamos que o progresso submeteria todos os cristãos
ao reinado da razão. Será esse o nosso
despotismo, que saberá acalmar todas as agitações
com justas severidades, extirpando o liberalismo de
todas as instituições. Quando o povo viu
que lhe faziam tantas concessões e complacências
em nome da liberdade, julgou que era amo e senhor, e
se lançou sobre o poder ; porém, naturalmente,
foi de encontro, como um cego, a muitos obstáculos
; pôs-se a procurar um guia, não teve a
idéia de voltar ao antigo e depôs todos
os poderes aos nossos pés. Lembrai-vos da revolução
francesa, a que demos o nome de "grande" ;
os segredos de sua preparação nos são
bem conhecidos, porque ela foi totalmente a obra de
nossas mãos (9).
Desde então, levamos o povo de decepção
em decepção, a fim de que renuncie mesmo
a nós, em proveito do rei-déspota do sangue
de Sião, que preparamos para o mundo (10).
Atualmente somos invulneráveis como força
internacional, porque quando nos atacam em um Estado.
somos defendidos nos outros. A infinita covardia dos
povos cristãos, que rastejam diante da força,
que são impiedosos para a fraqueza e para os
erros, porém indulgentes para os crimes, que
não querem suportar as contradições
da liberdade, que são pacientes até o
martírio diante da violência dum despotismo
ousado, tudo isso favorece nossa
independência. Sofrem e suportam dos primeiros
ministros de hoje abusos pelo menor dos quais teriam
decapitado vinte reis.
Como explicar tal fenômeno e tal incoerência
das massas populares em face dos acontecimentos que
parecem da mesma natureza?
Esse fenômeno se explica pelo fato de fazerem
esses ditadores - primeiros ministros - dizerem baixinho
ao povo que, se causam mal aos Estados, isto é
com o fito de realizar a felicidade dos povos, sua fraternidade
internacional, a solidariedade, os direitos iguais para
todos. Naturalmente, não se lhe diz que essa
unidade será feita sob nossa autoridade.
E eis como o povo condena os justos e absolve os culpados,
persuadindo-se cada vez mais que pode fazer o que lhe
der na veneta. Nessas condições, o povo
destrói toda estabilidade e cria desordens a
cada passo.
A palavra "liberdade" põe as sociedades
humanas em luta contra toda força, contra todo
poder, mesmo o de Deus e o da natureza. Eis porque,
no nosso domínio, excluiremos essa palavra do
vocabulário humano por ser o princípio
da brutalidade que transmuda as multidões em
animais ferozes. E verdade que essas feras adormecem
logo que se embriagam com sangue, sendo, então,
fácil encadeá-las. Mas se não lhes
der sangue, não adormecem e lutam (11).
Documentacão. registros e comentários
(1) Esse equilíbrio é
a famosa Harmonia dos poderes, tão ao agrado
dos constitucionalistas modernos. O poder, que é
um só, foi dividido em três, e às
vezes, em quatro: judiciário,legislativo, executivo
e moderador. Na luta pela imposição da
ordem, ou dos interesses, fatal e naturalmente um deles
se hipertrofia e se sobreleva os outros. Daí
a situação falsa que se cria nos Estados,
não correspondendo a realidade governamental
nunca ao que teoricamente a constituição
preceitua.
(2) Eberlin, escritor judeu, "Les Juifs",
pág. 191: "Os judeus estão em toda
a parte. Não passam de 1% da população
terrestre, e todavia, são os iniciados e os primeiros
adeptos de qualquer obra política, econômica
e social".
(3) E preciso não esquecer - declara o imparcialissimo
G. Batault em "Le problême JuiV', págs.
55-56, "que a história da civilização
há dois mil anos é dominada por uma luta
sem tréguas, com diversas alternativas e reveses,
entre o espírito judaico e o espírito
greco-romano
(4) E. de Leveleye, "Le socialisme contemporain",
Paris, 1902, pág. 49, nota: "Os israelitas
foram quase por toda a parte os iniciadores ou os propagadores
do socialismo". A mesma opinião se encontra
em Michels, "Les partis politiques", Paris,
1914, pág. 180: "O movimento socialista
contemporâneo, apesar de seu rótulo, de
suas pretensões científicas e de sua fraseologia
tomada de empréstimo aos costumes e ao gosto
do tempo, deve ser considerado, do ponto de vista ideológico,
como uma espécie de movimento messiânico,
porque está todo imbuido de concepções
judaicas, todo penetrado de espírito israelita
e nele os judeus exercem tão grande papel que
se pode dizer preponderante."
(5) Porq{ie os movimentos nacionalistas e corporativistas
ensinam isso, os judeus e seus sócios de empreitada,
judaizantes, judaizados e altos maçons os odeiam
de morte
(6) A realização dessa profecia documenta
a veracidade dos 'Protocolos". Com efeito, segundo
os cálculos fidedignos de F. Fried em "La
fim du capitalisme", havia, no mundo em 1931, vinte
e dois milhões de desempregados!! !(**lembrando
a população mundial da época, nos
países industrializados**) O resultado foram
as chamadas "marchas da fome" por toda a parte...
(7) Confira-se o que se passou na Itália, antes
de Mussolini; na Alemanha, antes de Hitler; na Inglaterra,
na França, na Áustria, na Espanha, nos
Estados Unidos. Compare-se com as várias marchas
da fome em diversos países. Será possível
negar a evidência do plano revelado dezenas de
anos antes?
o mesmo vale para os dias atuais. Confira a realização
exata do plano nos dias atuais, um século depois.Como
poderiam 2 obsuros agentes da polícia secreta
Czansta prever com precisão absoluta um século?
Como os judeus podem negar o livro se eles cumprem exatamente
todas as ações descritas nele???E sempre
mantendo a mesma direção?'?Como negar
um FLAGRANTE?**)
(8) Confira-se com as medidas acauteladoras dos bens
dos Rothschild durante os incêndios e saques da
Comuna de Paris, em 1871, segundo Salluste, "Les
Origines Secrètes du Bolchevisme".
(9) A pág. 102 da notável obra "Les
temps de la colère", Valêry-Radot
chama as revoluções liberais da Europa,
sem exceção, "revoluções
judaicas". Tem toda a razão. Senão
vejamos: Na "Iudische Riindschau", revista
judaica, n04, de 1920, o líder judeu Dr. Caim
Weissmann afirma categoricamente: "Nossa força
construtiva se transformará em força destrutiva
e poremos o mundo inteiro em estado de fermentação"
É preciso dizer mais alguma coisa'?
Não há mais clara confirmação
dos "Protocolos" pela pena de um próprio
judeu!O judeu Marcus Elias Ravage, num artigo do n0
de janeiro de 1928 do "Century Magazine" assegura:
"Tomai as três principais revoluções
dos tempos modernos, a revolução francesa,
a norte-americana e a russa. Serão outra coisa
senão o triunfo da idéia judaica de justiça
social, política e econômica?"
Outra vez uma declaração sem comentários.
Recorramos ao judeu Bernard Lazare, no seu livro "L'Antisémitisme",
vol. 1, pág. 247: "A Assembléia constituinte
obedeceu ao espírito que a guiava desde suas
origens, quando a 27 de setembro de 1791, declarou que
os judeus gozariam em França dos direitos de
cidadãos..." No vol. II, pág.7-8,
"Esse decreto estava preparado de longa data, preparado
pelo trabalho da comissão nomeada, pelos escritos
de Lessing e Dohm, pelos de Mirabeau e Gregoire. Era
o resultado lógico dos esboços tentados
desde alguns anos pelos judeus e os filósofos.
Mendelsohn, (o judeu Ben Moisés), na Alemanha,
fora seu promotor, e mais adiante, defensor. E foi em
Berlim, nos salões de Henriqueta de Lemos (judia
de origem portuguesa), que Mirabeau se inspirou no convívio
de Dohm".
No mesmo volume, pág. 9: "A judiaria se
reunia em Berlim com a mocidade revolucionária
alemã nos salões de H. de Lemos e de Raquel
de Varnhagen (outra judia)"
Á pág. 48, Bernard Lazare completa suas
magníficas revelações: "Antes
de tudo, a Revolução Francesa foi uma
revolução econômica. Se pode ser
considerada o termo duma luta de classes, deve-se também
ver nela o resultado duma luta entre duas formas de
capital, o capital imobiliário e o capital-móvel,
o capital real e o capital industrial e agiota. Com
a supremacia da nobreza desapareceu a supremacia do
capital rural, e a supremacia da burguesia permitiu
a supremacia do capital industrial e agiota. A emancipação
do judeu está ligada à história
da preponderância desse capital industrial.
O caráter internacional e judaico da Revolução
Francesa não escapou, há mais de um século,
à observação do cavalheiro de Malet,
na sua obra "Recherches historiques et politiques
qui prouvent l'existence d'une secte révolutionnaire,
son antique origine, son organisation, ses moyens, ainsi
que son but; et devoilent entierêment l'unique
cause de la Révolution Française",
Paris, edição Gide Fils, 1817. Eis o que
ele diz: "Existe uma nação especial
que nasceu e cresceu nas trevas, no meio de todas as
nações civilizadas, com o fim de submetê-las
todas ao seu domínio". (escrito em 1817!)
O imparcialíssimo Batault escreve à página
148 de seu livro já citado: "Depois, veio
a Revolução Francesa, que trouxe aos judeus
sua emancipação na França e a preparou
ao estrangeiro." Daí as revoluções
judaicas de ValéryRadot, confirmadas em Graetz,
em "Histoire des Juifs", vide págs.
418-421: "A revolução de 1848 trouxe
novas melhoras à situacão dos judeus,
tendo seu reflexo em Viena e Berlim, provocando a completa
emancipação dos judeus da Áustria
e Alemanha; alguns mesmo foram eleitos deputados. Essa
revolução teve consequências favoráveis
para eles até na Rússia e nos Estados
do Papa."
(10) "La litterature des pauvres
dans la Bible", do escritor judeu Isidoro Loeb,
Paris, 1882, pág. 218: "Com ou sem o Rei-Messias,
os judeus serão como o centro da humanidade,
em tomo do qual se reunirão os gentios, depois
de sua conversão a Deus. A unidade da humanidade
se fará pela unidade religiosa"
(100% cfe acordo com os protocolos.)
(11) Para isso, os judeus atiçadores de revoluções
não tem poupado o sangue dos cristãos.
Vide as estatísticas das vítimas do tenor
na França, da Tcheka (**ffitura KGB**) na Rússia,
de Bela-Kun na Hungria, das Astúrias, etc...
Lede esta declaração do judeu bolchevista
Lunatcharsky: "Nós amamos o ódio!
devemos pregar o ódio. Só por ele poderemos
conquistar o mundo."
CAPÍTULO IV
TODA república passa por diversas
fases.(l) A primeira compreende os primeiros dias de
loucura dum cego que se atira para a direita e para
a esquerda. A segunda é a da demagogia, de onde
nasce a anarquia; depois vem inevitavelmente o despotismo,
não um despotismo legal e franco, mas um despotismo
invisível e ignorado, todavia sensível
; despotismo exercido por uma organização
secreta, que age com tanto menos escrúpulo quanto
se acoberta por meio de diversos agentes, cuja substituição
não só a não a prejudica, como
a dispensa de gastar seus recursos, recompensando longos
serviços.
Quem poderá derrubar uma força invisível?
Nossa força é assim. A franco-maçonaria
externa serve unicamente para cobrir nossos desígnios
; o plano de ação dessa força,
o lugar que assiste, são inteiramente ignorados
do público.
A própria liberdade poderia ser inofensiva e
existir no Estado, sem prejudicar a liberdade dos povos,
se repousasse nos princípios da crença
em Deus, na fraternidade humana, fora da idéia
de igualdade contrariada pelas próprias leis
da criação , que estabelecem a subordinação.Com
tal fé, o povo se deixaria governar pela tutela
das paróquias e marcharia humilde e tranquilo
sob a direção de seu pastor espiritual,
submetido à distribuição divina
dos bens deste mundo. Eis porque é preciso que
destruamos a fé, que arranquemos do espírito
dos cristãos o próprio princípio
da Divindade e do Espírito, a fim de substitui-lo
pelos cálculos e pelas necessidades materiais
(2).
Para que os espíritos dos cristãos não
tenham tempo de raciocinar e observar, é necessário
distraí-los pela indústria e pelo comércio.
Desse modo, todas as nações procurarão
suas vantagens e, lutando cada uma pelos seus interesses,
não notarão o inimigo comum. Mas para
que a liberdade possa, assim, desagregar e destruir
completamente a sociedade dos cristãos, é
preciso fazer da especulação(3) a base
da indústria. Desta forma, nenhuma das riquezas
que a indústria tirar da terra ficará
nas mãos dos industriais, mas serão sorvidas
pela especulação, isto é, cairão
nas nossas burras.
A luta ardente pela supremacia, os choques da vida econômica
criarão e já criaram sociedades desencantadas,
frias e sem coração.Essas sociedades terão
uma profunda repugnância pela política
superior e pela religião. Seu único guia
será o cálculo, isto é, o ouro,
pelo qual terão verdadeiro culto (4), por causa
dos bens materiais que pode proporcionar. Então,
as classes baixas dos cristãos nos seguirão
em nossa luta contra a classe inteligente dos cristãos
no poder, nossos concorrentes, não para fazer
o bem, nem mesmo para adquirir a riqueza, mas simplesmente
por ódio dos privilegiados.
Documentação. registros
e comentários
(1) Kadmi-Cohen, "Nômades",
págs. 152,153: "De modo geral, por toda
a parte, os judeus são republicanos. A república,
que tende ao nivelamento, foi sempre uma de suas mais
caras aspirações." - "Seu ódio
de toda autoridade dinástica ou pessoal, seu
sincero amor das instituições republicanas,
sua repulsa por toda injustiça acham sua explicação
no unitarismo, ideal de sua raça." Ótimo!
República para os outros se esfacelarem; autocracia
para o seu domínio...
(2)Por isso, declara E. Fleg. na "Antologie Juive",
pág. 261: "O judaísmo orienta-se
unicamente para o futuro terrestre." Por isso,
numa conferência sob o patrocínio da loja
La Parfaite Union, de Mulhouse (França) a 26
de maio de 1927, dizia o maçon senador Bréhier:
"Durante dois séculos, nossa mais perigosa
inimiga foi a Igreja". Por isso o judaísmo
e a Igreja, segundo Kadmi-Cohen, em "Nômades",
pág. 181: "São dois contrários,
duas antinomias, dois blocos que se defrontam".
Por isso o "Rituel du 33ème. degré
du Grand Orient de France" declara: "Aniquilar
o catolicismo contra o qual todos os meios são
bons".
(3) Diz o judeu Kadmi-Cohen, "Nômades",
págs. 88-89 "Tudo no semita é especulação,
de idéias ou de negócios, e, sob este
último aspecto, que hino vigoroso não
canta ele à glorificação do interesse
terrestre!"
Batault diz em "Le problême juif', pág.39:
"Na finança, tudo se concentrou em algumas
mãos invisíveis, tudo se trama no silêncio
e na noite. Cúmplices e solidários, os
autores são secretos e discretos. O instrumento
são as operações anônimas
da bolsa; compra e venda, venda e compra. Sob ações
invisíveis, os pratos da balança do Destino
oscilam.Contra a autoridade tirânica, contra o
domínio do Econômico, é possível
achar armas - o coração dos homens e a
alma dos povos, mas deixam-nas enferrujar na bainha...
(4) O culto do ouro pelo judeu começa
na Bíblia, com a adoração do Bezerro
fundido por Aarão. Desde a mais alta antiguidade,
o judeu cultiva e manobra o ouro. Por que razão
os judeus intentaram um processo ao pretor Flaccus?
(**Época do Império Romano**) Respondia
Cícero, seu advogado, no "Pro Flacco":
"Vendo que o ouro era, por conta dos judeus, exportado
todos os anos da Itália e de todas as províncias
para Jerusalém, Flaccus proibiu por um édito
a saída do ouro da Ásia".
Bemard Lazare, "L'Antisémitisme", vol
1, pág. 174: "A medida que se avança,
vê-se com efeito, crescer nos judeus a preocupação
da riqueza e toda sua atividade prática se concentrar
em um comércio especial, refiro-me ao comércio
do ouro.". Pág,.187 : "O ouro deu aos
judeus um poder que todas as leis políticas e
religiosas lhes recusavam... Detentores do ouro, tornaram-se
Senhores de seus Senhores..."
Jack London, em "Le peuple de l'Abime": "O
ouro é o passaporte do judeu".
CAPITULO V
QUE FORMA de administração
se pode dar a sociedades em que se por toda parte penetrou
a corrupção, em que somente se atinge
a riqueza por meio de surpresas hábeis que são
meias-velhacadas ; sociedades em que reina a licença
de costumes, em que a moralidade somente se agüenta
por causa dos castigos e leis austeras, não por
princípios voluntariamente aceitos ; em que os
sentimentos de Pátria e Religião, são
abafados por crenças cosmopolitas? Que forma
de governo dar a essas sociedades se não a despótica,
que descreverei mais adiante? Regularemos mecanicamente
todos os atos da vida pública de nossos súditos
por novas leis. Essas leis irão retomando uma
a uma todas as complacências e todas as liberdades
demasiadas concedidas pelos cristãos e nosso
reinado se assinalará por um despotismo tão
majestoso que estará em condições,
em qualquer tempo e lugar, de fazer calar os cristãos
que nos queiram fazer oposição e que estejam
descontentes. Dir-nos-ão que o despotismo a que
me refiro não está de acordo com os progressos
modernos. Provarei o contrário.
Quando o povo considerava as pessoas
reinantes como pura emanação da Vontade
Divina, se submetia sem murmurar ao absolutismo dos
reis, porém desde o dia em que lhe sugerimos
a idéia de seus próprios direitos, considerou
essas pessoas como simples mortais. A Unção
Divina caiu da cabeça dos reis, pois que lhe
arrancamos a crença em Deus; a autoridade passou
para a rua, isto é, para um logradouro público,
e nós nos apoderamos dela.
Demais, a arte de governar as massas e os indivíduos
por meio de uma teoria e duma fraseologia habilmente
combinadas pelas regras da vida social e por outros
meios engenhosos, dos quais os cristãos nada
percebem, faz também parte de nosso gênio
administrativo, educado na análise, na observação,
em tais sutilezas de concepção que não
encontram rivais, pois que não há ninguém
como nós para conceber planos de ação
política e de solidariedade. Somente os Jesuítas
nos poderiam igualar nesse ponto, porém nós
conseguimos desacreditá-los aos olhos da plebe
ignorante, porque eles constituíam uma organização
visível, enquanto que nós operávamos
ocultamente por meio de nossa organização
secreta. Aliás, que importa ao mundo o amo que
vai ter? seja o chefe do catolicismo ou nosso déspota
do sangue de Sião? Mas para nós, que somos
o povo eleito, a questão já não
é indiferente.
Uma coligação universal dos (povos europeus)
cristãos poderia dominar-nos por algum tempo,
porém estamos garantidos contra contra esse perigo
pelas profundas sementes de discórdia que já
se não podem mais arrancar de seu coração.
Opusemos uns aos outros os cálculos individuais
e nacionais dos cristãos, seus ódios religiosos
e étnicos, que há vinte séculos
cultivamos. E por isso que nenhum governo encontrará
auxílio em parte alguma ; cada qual acreditará
um acordo contra nós desfavorável a seus
próprios interesses. Somos muito fortes e é
preciso contar conosco. As potências não
podem concluir o mais insignificante acordo sem que
nele tomemos parte.
Per me reges regnant - "por mim reinam os reis".
Nossos profetas nos disseram que fomos eleitos por Deus
mesmo para governar a terra. Deus nos deu o gênio,
a fim de podermos levar a cabo esse problema. Embora
suna um gênio no campo oposto. poderá lutar
contra nós, mas o recém-vindo não
valerá o velho habitante ; a luta entre nós
será sem piedade e tal como nunca o mundo presenciou.
Além disso, os homens de gênio chegariam
tarde. Todas as engrenagens do mecanismo
governamental dependem dum motor que está em
nossas mãos: esse motor é o ouro. A ciência
da economia política, inventada por nossos sábios,
mostra-nos desde muito tempo o prestígio real
do ouro.
O capital, para ter liberdade de ação,
deve obter o monopólio da indústria e
do comércio; é o que já vai realizando
a nossa mão invisível em todas as partes
do mundo (1). Essa liberdade dará força
política aos industriais e o povo lhe será
submetido. Importa mais, em nossos dias, desarmar os
povos do que levá-los à guerra ; importa
mais servir as paixões incandescidas para nosso
proveito do que acalmá-las ; importa mais apoderar-se
das idéias de outrem e comentá-las do
que bani-las.
O problema capital do nosso governo é enfraquecer
o espírito público pela crítica
; fazer-lhe perder o hábito de pensar, porque
a reflexão cria a oposição ; distrair
as forças do espírito, em vãs escaramuças
de eloqüência. Em todos os tempos, os povos,
mesmo os mais simples indivíduos, tomaram as
palavras como realidades, porque se satisfazem com a
aparência das coisas e raramente se dão
ao trabalho de observar se as promessas relativas à
vida social foram cumpridas. Por isso, nossas instituições
terão uma bela fachada, que demonstrará
eloqüentemente seus beneficios no que concerne
ao progresso.
Nós nos apropriaremos da fisionomia de todos
os partidos, de todas as tendências e ensinaremos
nossos oradores a falarem tanto que toda a gente se
cansará de ouvi-los.
Para tomar conta da opinião pública, é
preciso torná-la perplexa, exprimindo de diversos
lados e tanto tempo tantas opiniões contraditórias
que os cristãos acabarão perdidos no seu
labirinto e convencidos de que, em política,
o melhor é não ter opinião. São
questões que a sociedade não deve conhecer.
Só deve conhecê-las quem a dirige. Eis
o primeiro segredo. (2)
O segundo, necessário para governar com êxito,
consiste em multiplicar de tal modo os defeitos do povo,
os hábitos, as paixões, as regras de viver
em comum que ninguém possa deslindar esse caos
e que os homens acabem por não se entenderem
mais aos outros. Essa tática terá ainda
como efeito lançar a discórdia em todos
os partidos, desunindo todas as forças coletivas
que ainda não queiram submeter-se a nós;
ela desanimará qualquer iniciativa, mesmo genial,
e será mais poderosa do que os milhões
de homens nos quais semeamos divergências. Precisamos
dirigir a educação das sociedades cristãs
de modo tal que suas mãos se abatam numa impotência
desesperada diante de cada questão que exija
iniciativa.
O esforço que se exerce sob o regime da liberdade
ilimitada é impotente, porque vai de encontro
aos esforços livres de outros. Dai nascem dolorosos
conflitos morais, decepções e insucessos.
Fatigaremos tanto os cristãos com essa liberdade
que os obrigaremos a nos oferecerem um poder internacional,
cuja disposição será tal que poderá,
sem as quebrar, englobar as forças de todos os
Estados do mundo e formar o Governo Supremo.
Em lugar dos governos atuais, poremos um espantalho
que se denominará Administração
do Governo Supremo. Suas mãos se estenderão
para todos os lados como pinças e sua organização
será tão colossal que todos os povos terão
de se lhe submeterem (3).
Documentacão registros e comentários
(1) G. Batault "Le probleme juif',
págs. 40-41: "É conveniente notar
que foi um banqueiro judeu-inglês, o célebre
economista David Ricardo, filho de um judeu holandês,
emigrado em Londres, em fins do século XVIII,
o inventor e o teorista duma concepção
puramente econômica do mundo, que, hoje, o domina
quase todo. O mercantilismo político contemporâneo,
os negócios acima de tudo, os negócios
considerados fim supremo dos esforços humanos,
provém diretamente de Ricardo. Demais, o fundador
do socialismo científico, o judeu-alemão
Karl Marx, se colocou no próprio terreno de Ricardo,
para combatê-lo, aproveitando grande número
de suas concepções, de seus argumentos,
de suas teorias e conclusões. O laço misterioso,
a afinidade secreta que unem, apesar de tudo, os mercantilistas
e os negocistas puritanos aos bolchevistas provém,
em grande parte, de terem em comum, embora tirando conclusões
diferentes, a mesma concepção e a mesma
visão do mundo, as quais são produtos
essencialmente semitas, saídos dos cérebros
dos judeus Ricardo e Marx. A concepção
místico-judaica da humanidade é comum
ao liberalismo puritano e ao socialismo dito científico,
do qual brotou o bolchevismo."
Por isso os judeus agem no mundo em dois pólos
opostos, que completam, porém, sua obra de desagregação
da sociedadés cristãs. O judeu Eberlin
o reconhece na pág. 51 de seu livro já
citado: "O cosmopolitismo do agiota toma-se o internacionalismo
proletário e revolucionário". Diz
Bernard Lazare que a "alma do judeu é dupla;
dum lado é o fundador do capitalismo industrial,
financeiro, agiota e especulador, colaborando para a
centralização dos capitais destinada a
destruir a propriedade, a proletarizar os povos e a
criar a socialização; do outro, combate
o capitalismo em nome do socialismo, isto é,
da socialização total." Pelos dois
lados, os judeus atingem o mesmo fim. Assim, segundo
a opinião do mesmo Bernard Lazare, a Rothschild
correspondem Marx e Lasalle. O judeu KadmiCohen é
explícito quanto ao mesmo assunto, escrevendo
que Trotski e Rothschild "marcam as oscilações
do pêndulo judaico". (**Veja porque os comunistas
tiveram a revolução de 1917 financiada
por banqueiros ocidentais...**) O plano está
claramente delineado nos "Protocolos". Só
os cegos e os ignorantes ainda não o perceberam...
Há também quem não o queira perceber...
(2) Essa obra de despistamento é realizada sobretudo
pela imprensa. Basta reparar como certos jornais em
consórcio ou associados manobram ou manipulam
a opinião pública em sentidos diversos,
quando sua direção geral é única.
(3) Segundo o "Jewish Guardian' ("Sentinela
Judaica") de 8 de outubro de 1920, o chefe sionista
Dï. Caim Weissmann, declarou no discurso com que
saudou num banquete o rabino Herz: "A nós,
seu Povo .Eleito, Deus deu o poder de nos espalharmos
sem dano; o que para outros parece ser a nossa fraqueza
é, em verdade, nossa força, e, assim,
atingimos ao Domínio Universal. Só nos
resta edificar sobre essa base." Não é
possível ser mais claro! Em sua obra, na pág.
99, Isidoro Loeb diz:"Os judeus tem tido esta alta
ambição de ver os gentios se agruparem
em tomo deles, e se unirem sob o nome do verdadeiro
Deus". A idéia vem do fundo dos séculos,
acompanhando a trajetória da raça. O filósofo
judeu-alexandrino Philon escreveu no "In Flaccum":
"O castigo dos sofistas virá no dia em que
o Império Judeu, império da salvação,
for estabelecido no mundo." Recorramos ainda ao
erudito israelita do "L'Antisémitisme",
Bernard Lazare, no tomo 1, págs. 50-51: "Sem
a lei, sem Israel, o mundo não existiria, Deus
o faria voltar ao nada; e o mundo somente conhecerá
a felicidade quando submetido ao império universal
dessa lei, isto é, ao império dos judeus'.
Corno consequência disso, assegura B. Lazare:
"Essa fé em sua predestinação,
em sua eleição, desenvolveu nos judeus
um orgulho imenso. Passaram a considerar os não-judeus
com desprezo e mesmo com ódio" (Tomo 1,
pág.52) (** Basta ver o que está escrito
no Talmud. Veja o que falam sobre os não~judeus**)
O imparcial Batault, referenda essas afinnaçôes
judaicas: "Os judeus perduram, assim, através
da miiagem da idade do ouro, da era nova, dos tempos
messiânicos, em que o mundo viverá em alegria
e paz, submetido a Iavé, escravizado pela lei,
sob a direção sacerdotal, eleito pela
Eternidade, amadurecido pela experiência, à
espera dessa hora única." ('te probleme
juif', pág. 104). "O sonho internacionalista
do judeu é a unificação do mundo
pela lei judaica, sob a direção e domínio
do povo sacerdotal" (pág. 155)
É de estarrecer a coincidência constante
entre o espírito do judaísmo, confessado
pelos próprios judeus, e o texto dos "Protocolos".
Como duvidar de sua autenticidade diante dessa confrontação
e da realização do que nele se profetiza?
CAPITULO VI
CRIAREMOS em breve enormes monopólios,
colossais reservatórios de riquezas, dos quais
as próprias fortunas dos cristãos dependerão
de tal modo que serão por eles devoradas, como
o crédito dos Estados no dia seguinte a uma catástrofe
política... (1)
Os senhores economistas aqui presentes
devem considerar a importância dessa combinação'
Precisamos desenvolver por todos os
meios possíveis a importância de nosso
Governo Supremo representando-o
como protetor e remunerador de todos os que se lhe submetam
voluntariamente.
A aristocracia dos cristãos
desapareceu como força política e não
temos mais que contar com ela; porém como proprietária
de bens territoriais, poderá prejudicar-nos na
medida da independência de seus recursos. É
preciso, portanto, arrancar-lhe as suas terras. O melhor
meio para isso é aumentar os impostos sobre seus
bens de raiz, a fim de endividar a terra. Essas medidas
manterão a propriedade territorial num estado
de absoluta sujeição. (2)
Como os aristocratas cristãos
não sabem, de pais a filhos, se contentar com
pouco, serão rapidamente arruinados.
Ao mesmo tempo, devemos proteger fortemente
o comércio e a indústria, sobretudo a
especulação, cujo papel éservir
de contrapeso à indústria; sem a especulação,
a indústria multiplicaria os capitais privados
e melhoraria ao agricultura, libertando a terra das
dividas criadas pelos bancos rurais. E necessário
que a indústria tire à terra o fruto
do trabalho, como o do capital, que nos dê, pela
especulação, o dinheiro de todo o mundo:
lançados, assim, às
fileiras dos proletários, todos os cristãos
se inclinarão diante de nós para terem
ao menos o direito de viver. (3) Para arruinar a indústria
dos cristãos, desenvolveremos a especulação
e o gosto do luxo, desse luxo que tudo devora. Faremos
subir os salários, que, entretanto, não
trarão proveito aos operários, porque
faremos, ao mesmo tempo, o encarecimento dos gêneros
de primeira necessidade, devido, como apregoaremos,
à decadência da agricultura e da pecuária
(4); demais, habilmente e profundamente subverteremos
as fontes de produção, habituando os operários
àanarquia e as bebidas alcoólicas (5),
recorrendo a todas as medidas possíveis para
afastar da terra os cristãos inteligentes.
Para impedir que essa situação seja vista
prematuramente sob seu verdadeiro aspecto, mascararemos
nossos verdadeiros desígnios com o pretenso desejo
de servir às classes trabalhadoras e de propagar
os grandes princípios econômicos que atualmente
ensinamos.
Docutmentacâo. registros e comentários
(1) O que se passou no mundo moderno, depois do aparecimento
dos "Protocolos" autentica o plano judaico.
Como poderiam adivinhar? Os monopólios, os trustes,
os cartéis, os açambarcamentos multiplicaram-se
por toda a parte e os jogos financeiros devoraram os
créditos de todos os Estados. Basta ler o formidável
e documentadissimo livro "La fim du capitalisme",
de Fernand Fned, com prefácio do judeu Daniel
Halévy, Edição Bernard Grasset,
Paris,
1932, para verificar como as idéias-dinheiro
criaram o capital e quais seus resultados: distribuição
desigual de rendas e oligarquias financeiras, a tragédia
das massas, o socialismo, o marxismo, a crise, a paralisia
e o endividamento dos Estados, tudo o que decorre dos
"Protocolos"...
(2) Esta parte do plano tem sido visibilíssima.
Basta observar como por toda a parte, sem o menor estudo
sério das realidades e condições
locais, se grita contra o latifúndio, e, ao menor
surto revolucionário, se trata de distribuir
as terras.Examine-se o aumento constante dos impostos
sobre os bens de raiz em qualquer nação
do mundo e se ficará assombrado da maneira como
o judaísmo-maçônico sugere aos legisladores
e governantes todas as medidas que deseja por em prática.
Fernand Fried, tratando da crise moderna (**de 1929**),
diz, por ignorar a questão judaica (?), que nela,
crise, "não há erro, mas fatalidade".
Com efeito, o plano oculto é tão diabólico
que se transformou para os povos cristãos num
novo destino.
(3) Tudo o que aí está: separação
dos interesses da indústria e do comércio
dos interesses da terra, estiolamento e garroteamento
da agricultura, especulação, luxo desbragado,
tudo isso temos visto e estamos vendo.
(4) É o circulo vicioso de que fala F. Fried,
op. cit. pág.122 : "Vemos, na economia mundial,
que se defrontam, não só a oferta e a
procura paralisadas, sem esperança de se tornarem
a equilibrar; mas também, dum lado, os camponeses
empobrecidos, incapazes de adquirir objetos manufaturados,
máquinas e utensílios; do outro, as massas
operárias tão empobrecidas que não
podem mais satisfazer suas necessidades indiretas de
matérias primas. Tanto menos o camponês
compra trabalho quanto mais a produção
da indústria diminui, aumentando o número
de fábricas fechadas e de desempregados, e os
operários compram em menor quantidade de pão
ao camponês. E o ciclo recomeça... O sistema
está num beco sem saída. Os depósitos,
as salas das fábricas sem vida, os exércitos
de desempregados crescerão ainda, incharão
e chegaremos a morte pelo congelamento da economia mundial..."
Já os créditos estão na maioria
congelados, o que é significativo (**entre 1929
e 1936**)
O texto dos "Protocolos" data de 30 anos (**hoje
de 100 anos, e continua sendo seguido a risca**); é
o traçado maldoso do plano. O texto de Fried
data de 5 anos: é a verificação
inocente dos resultados do plano.
(5) Nos países de grandes massas
camponesas, sobretudo, os judeus se entregam ao comércio
das bebidas alcoólicas, propagando com rara habilidade
o vício da embriaguês. (** Veja quem são
os donos da gigantesca Seagram...**) Segundo o judeu
Bernard Lazare, em "L'Antisémitisme",
vol II, pág. 23, na Romênia, como aliás,
na Rússia, "eles arrematavam o monopólio
da venda das bebidas alcoólicas..." Idem,
pág. 24: "pela lei de 1856, foi-lhes retirado
o direito de vender bebidas alcoólicas".
Em 1887, Calixto de Wolski escrevia em "La Russie
Juive", pág. 55, que os judeus tinham obtido,
na Rússia, "o direito de venda de aguardente
nos botequins das pequenas cidades e dos campos, onde,
para eles, a arte de embrutecer os camponeses pela embriaguês,
o abuso e a propaganda das bebidas alcoólicas
se tornou a mais produtiva das especulações.""
(**conforme os protocolos: degenerar os povos cristãos
ao mesmo tempo que se eleva explorando pelos vícios
deles e acumulando riquezas através dessa indústria
lucrativa do vício...**)
Na Europa Oriental, havia mesmo uma designação
própria para os judeus que se ocupavam da venda
de bebidas alcoólicas: eram osfelatakim.
Assim, desta vez, os "Protocolos" comprovam
uma ação a que os judeus já se
vinham entregando e continuam a entregar-se.
CAPITULO VII
O AUMENTO dos armamentos e do pessoal
da polícia é um complemento imprescindível
do plano que estamos expondo. É preciso que não
haja mais, em todos os Estados, além de nós,
senão massas de proletários, alguns milionários
que nos sejam dedicados, policiais e soldados (1).
Em toda a Europa, bem como nos outros continentes, devemos
suscitar agitações, discórdias
e ódios. O proveito éduplo. Dum lado,
manteremos, assim, em respeito todos os países,
que saberão que poderemos, à nossa vontade,
provocar a desordem ou restabelecer a ordem todos esses
países se habituarão, pois, a nos considerar
como um fardo necessário. Do outro, nossas intrigas
embrulharão todos os fios que estenderemos nos
gabinetes
governamentais por meio da política, dos contratos
econômicos e dos compromissos financeiros. Para
atingir nosso fim, precisaremos dar prova de grande
astúcia no decurso dos entendimentos e negociações
; mas no que se chama "a linguagem oficial",
seguiremos uma tática oposta, parecendo honestos
e conciliadores. De tal modo, os povos e os governos
cristãos, que acostumamos a olhar somente a face
do que lhe apresentamos, mais uma vez nos tomarão
com benfeitores e salvadores da humanidade. A qualquer
oposição, deveremos estar em condições
de fazer declarar guerra pelos vizinhos da nação
que ousar criar-nos embaraços (2); e, se esses
próprios vizinhos se lembrarem de se aliar contra
nós, devemos repelí-los por meio duma
guerra geral.
O mais seguro caminho do êxito em política
é o segredo de todas as empresas (e intenções);
a palavra do diplomata não deve concordar com
seus atos.
Devemos obrigar os governos cristãos
a obrar de acordo com este plano, que amplamente concebemos
e que já está chegando à sua meta
A opinião pública ajudar-nos-á,
essa opinião pública que o "grande
poder", a imprensa, secretamente já pôs
em nossas mãos. Com efeito. com poucas excecões.
que não tem importância. a imprensa está
toda em nossa dependência. Em uma palavra, para
resumir nosso sistema de coação dos governos
cristãos da Europa, faremos ver a um nossa força
por meio de atentados, isto é, pelo terror; a
todos, se todos se revoltarem contra nós, responderemos
com os canhões americanos, chineses e japoneses
(3).
Documentacão registros e comentários
(1) Parece mão ser preciso comentar
a "corrida armamentista" da qual diariamente
falam os jornais, nem lembrar que as grandes fábricas
de armas e munições, os grandes estaleiros
de construções navais e o monopólio
do níquel estão nas mãos de iudeus...
Por que não há meio dos governos decretarem
que só o Estado pode fazer engenhos de guerra?
Bastaria isto para diminuir os armamentos e as possibilidades
de guerra. E bom, porém, notar o aumento visível
de forças policiais (especiais) no mundo inteiro:
Brigadas de Guardas Móveis na França,
Brigadas de Choque na Austria e na Espanha, Policias
Especiais no Brasil, etc...
(2) Nos casos Italo-Etiope e da Renânia, é
aparente, claro, o trabalho do judaísmo nesse
sentido. Maçons e judeus chegaram a pregar na
França a "guerra preventiva contra a Alemanha".
(3) O plano judeu é, depois de armar os não-europeus,
insuflar-lhes idéias socialistas ou imperialistas
e lançá-los contra a Europa. Em "La
crise du monde moderne", págs. 203-204,
René Guénon pressentiu o problema: "Hoje
existem orientais que mais ou menos estão completamente
ocidentalizados (ou melhor, judaizados), que abandonaram
sua tradição para adotar todas as aberrações
do mundo moderno e esses elementos desviados, graças
ao ensino das universidades européias e americanas,
se tornam nas suas pátrias causas de perturbação
ou agitação." Veja o comunismo anarquizando
a China, o Turquestão, e a Pérsia, já
tomando conta da Mongólia e pretendendo espraiar-se
pela Ásia
CAPÍTULO VIII
A quem se deve confiar os postos de
responsabilidade no governo. DEVEMOS apropriar-nos de
todos os instrumentos de que nossos adversários
possam empregar contra nos.
Devemos buscar nas sutilezas e delicadezas da língua
jurídica uma justificação para
o caso em que tenhamos de pronunciar sentenças
que possam parecer muito ousadas e injustas, porque
é mister exprimir essas sentenças em termos
que tenham a aparência de ser máximas morais
muito elevadas, conservando seu caráter legal
(1). Nosso regime deve rodear-se de todas as forças
da civilização, no meio das quais deverá
obrar. Rodear-se-á de publicistas, jurisconsultos
experientes, administradores, diplomatas, enfim, homens
preparados por uma educação superior especial
em escolas especiais. Esses homens conhecerão
todos os segredos da existência social, todas
as linguagens formadas de letras ou de termos políticos,
todos os bastidores da natureza humana, todas as cordas
sensíveis que deverão saber tocar. Essas
cordas são o feitio do espírito dos cristãos,
suas tendências, seus defeitos, seus vícios
e suas qualidades, suas particularidades de classe ou
condição. Fica bem entendido que esses
colaboradores de gênio do nosso governo não
serão tomados entre os cristãos, habituados
a fazer seu trabalho administrativo sem cuidar de sua
utilidade. Os administradores cristãos assinam
papéis sem ler ; servem por interesse ou por
ambição. Rodearemos nosso governo por
uma multidão de economistas. Eis porque as ciências
econômicas são as mais importantes a serem
ensinadas aos judeus. Rodear-nos-emos duma plêiade
de banqueiros, industriais, capitalistas, e sobretudo
milionários, porque, em suma, tudo será
decidido pelas cifras.
Durante certo tempo, até o momento em que não
houver mais perigo em confiar os postos de responsabilidade
de nossos Estados a nossos irmãos judeus, confia-los-emos
a indivíduos cujo passado e cujo caráter
sejam tais que haja um abismo entre eles e o povo, a
homens tais que, em caso de desobediência as nossas
ordens, não lhe reste outra coisa a esperar senão
a condenação ou o exílio, a fim
de que defendam nossos interesses até o derradeiro
alento (2).
Documentacão registros e comentários
(1) O culto do jurista, sobretudo do
hermeneuta, na sociedade moderna, é resultado
da propaganda judaica. Destina-se à criação
desses juristas ôcos e pretensiosos que servem,
às vezes inconscientemente, a Israel e as sociedades
secretas para irem subindo na vida. Os judeus tem de
usar o direito teórico contra os cristãos,
porque entre eles o nosso direito não tem curso
e valia. Os judeus possuem um código de leis
secreto que se denomina "Schulam Aruch", isto
é, "A mesa servida", tirado do Talmud
no século XVI pelo rabino José Auaro.
A primeira edição foi feita em veneza,
em 1565. A segunda, revista, comentada e corrigida,
pelo rabino Moses Isserles, se imprimiu em Cracóvia,
em 1573. Os judeus ocultam e negam a existência
desse código. Johann Andreas Eisenmenger, no
século XVIII, Henrique George Loewe e João
di Pauli, no século XIX, fizeram traduções
que logo desapareceram de circulação.
O Dr. Briman, que, sob o pseudônimo de Justus,
publicou no "Der Iudenspiegel" ("O espelho
judaico") alguns trechos do "Schulan Aruch",
sofreu terríveis perseguições,
que terminaram em retumbante processo. Esse código
não reconhece direito algum aos cristãos,
nem de propriedade, nem de família; nega-lhes
a faculdade de dar testemunho e permite que o judeu
o roube e espolie. No "Stocken ha mischpath",
2,1, declara que o Beth-Dine pode condenar à
morte, quando julgar isso oportuno, "mesmo se o
crime não merecer a pena de morte".
Cf. Icher, "Der Iudenspiegel in dichte der Harhbeit";
Henri Ellenberger, "Manuel d'Histoire", Tomo
XVI; V. Dangen, "La loi sécrète juive";
Fara, "Le Schoulan Arouch", in "La libre
parole", n01 1, novembro de 1934. (2) Eis porque
aqueles que mão conhecem os bastidores dos governos
não podem compreender que só se escolham
para os altos cargos indivíduos sem moral e sem
dignidade. Os outros não servem a Israel. São
afastados.
CAPITULO IX
NA APLICAÇAO de nossos princípios,
prestai atenção ao caráter do povo
no meio do qual vos encontrardes e obrardes; uma aplicação
geral e uniforme desses princípios, antes de
refazermos a educação geral do povo, não
logrará êxito. Mas aplicando-os prudentemente,
vereis que se não passarão dez anos para
se transformar o carátero
mais obstinado e para que contemos mais um povo em nossa
dependência.
Quando nosso reinado chegar, substituiremos mossa palavra
de ordem - Liberdade, Igualdade e Fraternidade - não
por outra palavra de ordem, porém pelas mesmas
palavras transformadas em idéias ; diremos: "direito
à liberdade", "dever de igualdade"
e "ideal de fraternidade"... Agarremos o touro
pelos chifres... De fato, já destruímos
todos os governos, exceto o nosso, embora haja ainda
muitos governos de direito (1). Nos dias que correm,
se alguns Estados levantam protestos contra nós,
fazem-no pro-fórmula, e por nossa ordem, porque
seu anti-judaísmo nos é necessário
para governar nossos irmãos menores. Não
vos explicarei isso mais claramente, porque esse assunto
já foi tratado em nossos entendimentos.
Na realidade, não há mais obstáculos
à nossa frente. Nosso Governo Supremo está
em condições extra-legais que éconveniente
denominar com um termo forte e enérgico: ditadura.
Posso afirmar conscientemente que somos atualmente legisladores;
pronunciamos as sentenças da justiça,
condenamos à morte e perdoamos; estamos como
chefes de nossas tropas montados no cavalo do general
comandante. Governaremos com mão firme, porque
nos apoderamos dos restos dum partido outrora forte
e hoje submetido por nós. Temos nas mãos
ambições desmedidas, muita avidez ardente,
vinganças sem piedade. ódios e rancores
(2).
De nós promana o terror que tudo invade (3).
Temos a nosso serviço homens de todas as opiniões,
de todas as doutrinas ; restauradores de monarquias,
demagogos, socialistas e comunistas (4) e toda a sorte
de utopistas atrelamos o mundo inteiro ao nosso carro:
cada qual mina de seu lado os derradeiros restos do
poder, esforçando-se por derrubar tudo o que
ainda se mantém de pé. Todos os Estados
sofrem com essas perturbações, pedem calma
e
estão dispostos a tudo sacrificar pela paz; mas
nós não lhes daremos a paz, enquanto não
reconhecerem nosso Governo Supremo, abertamente e humildemente.
O povo se pôs a gritar que é necessário
resolver a questão social por meio dum acordo
internacional. A divisão do povo em partidos
pôs todos esses partidos à nossa disposição,
porque para sustentar sua luta de emulação
é preciso dinheiro e nós é que
temos todo o dinheiro.
Poderíamos recear a aliança da força
inteligente das pessoas reinantes com a força
cega do povo, mas tomamos todas as medidas possíveis
contra essa eventualidade: entre essas duas forças
erguemos a parede do medo recíproco. Deste modo,
a força cega do povo é nosso apoio e seremos
os únicos a guiá-la; saberemos dirigí-Ia
com segurança para os nossos fins.
A fim de que a mão do cego não possa repelir
a nossa direção, devemos estar de tempos
em tempos em comunicação direta com ele,
senão pessoalmente, pelo menos por meio de nossos
mais fiéis irmãos. Quando formos um poder
reconhecido, conversaremos nós mesmos com o povo
nas praças públicas e o instruiremos sobre
as questões políticas, no sentido que
julgamos necessário.
Como verificar o que lhe for ensinado
nas escolas de aldeia? O que disser o enviado do governo
ou a própria pessoa reinante não poderá
deixar de ser logo conhecido em todo o Estado, porque
será depressa espalhado pela voz do povo. Para
não destruir prematuramente instituições
dos cristãos, temos tocado nelas com habilidade,
tomando em nossas mãos as molas de seu mecanismo.
Essas molas estavam dispostas numa ordem severa, mas
justa; substituímo-la pela arbitrariedade desordenada.
Tocamos na jurisdição, as eleições,
na imprensa, na liberdade individual, e, sobretudo,
na instrução e na educação,
que são as pedras angulares da existência
livre.
Mistificamos, embrutecemos e corrompemos
a mocidade cristã por meio duma educação
fundada em princípios e teorias que sabemos falsos
e que são inspirados por nós. (5)
Por cima das leis existentes, sem mudá-las de
modo essencial, porém somente as desfigurando
por interpretações contraditórias,
obtivemos resultados prodigiosos. Esses resultados manifestaram-se
ao princípio em comentários que mascararam
as leis e, em seguida, completamente as esconderam dos
olhos dos governos incapazes de se orientarem numa legislação
embrulhada. (6)
Daí a teoria do tribunal da consciência.
Dizeis que se rebelarão de armas em punho contra
nós, se, antes de tempo, ou tarde, se aperceberem
da manobra, mas nesse caso, nos países ocidentais,
lançaremos mão duma manobra tão
terrível que as almas mais corajosas tremerão:
os metropolitanos já estarão construídos
em todas as capitais e fá-los-emos ir pelos ares
com todas as organizações e documentos
de todos os Estados (7).
Documentação. registros e comentários
(1) Diz E. Eberlin em seu livro "Les Juifs",
pág. 201: "Quanto mais uma revolução
é radical, mais liberdade e igualdade resultam
para os judeus. Toda nova corrente de progresso consolida
a posição dos judeus."
B. Lazare, "L'Antisémitisme", vol II,
pág. 17: "... a assimilação
legal acabou na França, em 1830, quando Lafitte
fez inscrever o culto judeu no orçamento. Era
o dasabamento definitivo do Estado Cristão, embora
o Estado Leigo ainda não estivesse completamente
constituído. Em 1839, o derradeiro vestígio
das antigas separações entre judeus e
cristãos desapareceu com a abolição
do juramento More Judaico. A assimilação
moral não foi assim tão completa.."
Idem, pág. 54: "Os israelitas deveram sua
emancipação a um movimento filosófico
coincidindo ~ é muita concidência! ) com
um movimento econômico e não a abolição
das prevenções seculares que existiam
contra eles". Idem, pág 2 1-22: "Somente
em 1848 os israelitas austríacos se tornaram
cidadãos . Na mesma época, sua emancipação
se fez na Alemanha, na Grécia, na Suécia,
na Dinamarca. De novo, os judeus deveram sua independência
ao espírito revolucionário, que, mais
uma vez, vinha da França.
Ewerbeck, em "Qu'est ce que la Bible?", Paris,
1850, págs. 628-660, traduz estes trechos de
Karl Marx num artigo sobre Bruno Bauer: "O judeu
trabalha em pról da idéia emancipadora
universal... A emancipação judaica, na
sua extrema significação, é a emancipação
da humanidade dos laços que o judaísmo
lhe impôs..."
(2) Cf. Polzer Hodlizt, "Kaiser Karl", Viena,
1929, págs. 302, 385, palavras atribuidas a Anatole
France: "A democracia não tem coração
nem entranhas. A serviço das forças do
Ouro é sem piedade e desumana!' Está conforme...
CAPITULO X
COMEÇO AGORA repetindo o que
já disse e peço-vos que vos lembreis que
os governos e os povos somente vêem a aparência
das cousas.E como poderiam deslindar seu sentido íntimo,
se seus representantes pensam, acima de tudo, em se
divertirem? Importa muito para nossa política
conhecer esse pormenor; ser-nos-á de grande auxilio,
quando passarmos à discussão da divisão
do poder, da liberdade de palavra, de imprensa, de consciência,
do direito de associação, da igualdade
em face da lei, da inviolabilidade da propriedade, da
habitação, do imposto, da força
retroativa das leis. Todas essas questões são
de tal natureza que nunca se deve tocar nelas direta
e claramente diante do povo.No caso em que for necessário
abordá-las, é preciso não as enumerar,
porém declarar em bloco que os princípios
do direito moderno serão reconhecidos por nós.
A importância dessa reticência consiste
no seguinte: um princípio não especificado
deixa-nos a liberdade de excluir isto ou aquilo,sem
que dêem pela cousa, enquanto que, enumerando,
temos que aceitar o que for enumerado sem reserva.
O povo tem um amor especial e uma grande estima pelos
gênios políticos e respondea todos os atos
de violência com as palavras:"E um canalha,
bem canalha, mas que habilidade!...Foi uma esperteza,
mas bem feita, e como éinsolente!"
Contamos atrair todas as nações para a
construção dum novo edificio fundamental,
cujo plano traçamos (1). Eis porque precisamos,
antes de tudo, fazer provisão de audácia
e presença de espírito, qualidades que,
na pessoa de nossos atores destruirão todos os
obstáculos que se anteponham em nosso caminho.
Quando tivermos dado o nosso golpe de Estado, diremos
aos povos: "Tudo ia horrivelmente mal, todos sofreram
mais do que aquilo que se pode suportar. Destruímos
as causas de vossos tormentos, as nacionalidades, as
fronteiras, as diversidades de moedas. Sem dúvida,
tendes a liberdade de nos jurar obediência, mas
podeis fazê-lo com justiça antes de experimentardes
o que vos damos?".. Então eles nos exaltarão
e carregarão em triunfo com um entusiasmo unânime
de esperanças. O sufrágio universal que
criamos para ser o instrumento de nossa elevação(2)
e ao qual habituamos as mais ínfimas unidades
de todos os membros da humanidade pelas reuniões
de grupos e pelos conchavos, desempenhará pela
última vez seu papel para exprimir o unânime
desejo de a humanidade em nos conhecer de mais perto
antes de nos julgar.
Para isso, precisamos levar toda a gente ao sufrágio
universal, sem distinção de classe e de
censo eleitoral, a fim de estabelecer o depotismo da
maioria que não se pode obter das classes censitárias
inteligentes. Tendo, assim, habituadp toda a gente a
idéia de seu próprio valor, destruiremos
a importância da família cristã
e seu valor educativo(3), deixaremos que se produzam
individualidades que a multidão, guiada por nós,
não permitirá que se faça notar,
nem mesmo que fale; estará acostumada a ouvir
somente a nós, que lhe pagamos sua obediência
e atenção. Desta sorte, faremos do povo
uma força tão cega que, em toda a parte,
só se poderá mover guiada pelos nossos
agentes, postos em lugar de seus chefes naturais. Submeter-se-á
a esse regime, porque saberá que desses novos
chefes dependerão seus ganhos, os dons gratuitos
e toda a espécie de bens.
Um plano de governo deve sair pronto duma única
cabeça, porque seria incoerente, se diversos
espíritos tomassem a si a tarefa de estabelecê-lo.
Por isso, devemos conhecer um plano de ação,
mas não discuti-lo, a fun de não quebrar
seu caráter genial, a ligação entre
suas várias partes, a força prática
e a significação secreta de cada um de
seus ponto. Se o sufrágio universal o discutir
e modificar, guardará o vestígio de todas
as falsas concepções dos espíritos
que não terão penetrado a profundeza e
a ligação dos desígnios. É
necessário que nossos planos sejam fortes e bem
concebidos. Por essa razão, não devemos
lançar o trabalho genial de nosso chefe aos pés
da multidão, nem mesmo desvendá-lo a um
agrupamento restrito.
Esses planos não derrubarão no momento
as instituições modernas. Mudarão
somente a sua economia, e, por conseguinte, todo o seu
desenvolvimento, que, assim, se orientarão de
acordo com nossos projetost
As mesmas cousas mais ou menos existem em todos os países
com nomes diferentes: a Representação,
os Ministérios, o Senado, o Conselho de Estado,
o Corpo Legislativo e o Corpo Executivo. Não
preciso explicar-vos o mecanismo das relações
entre essas instituições, porque o conheceis
bastante; notai somente que cada qual dessas instituições
corresponde a alguma função importante
do Estado e peço-vos notar ainda que é
a função e não a instituição
em si que considero importante ; portanto, não
são as instituições que são
importantes, porém suas funções.
As instituições dividiram entre si todas
as funções do governo: funções
administrativas, legislativa, executiva. Por isso elas
trabalham no organismo do Estado como os órgãos
no corpo humano. Se prejudicarmos uma parte da máquina
do Estado, o Estado ficará doente, como o corpo
humano, e morrerá (4).
Quando introduzimos no organismo do Estado o veneno
do liberalismo, toda a sua constituição
política foi mudada:
os Estados caíram doentes com uma doença
mortal: a decomposição do sangue; não
resta mais do que esperar o fim de sua agonia.
Do liberalismo nasceram os governos constitucionais,
que substituiram, para os cristãos, a autocracia
salutar, e a constituição, como bem o
sabeis, não é mais do que uma escola de
discórdias, de desinteligência, de discussões,
de dissentimentos, de agitações estéreis
dos partidos; em uma palavra, é a escola de tudo
o que faz com que um Estado perca sua individualidade
e sua personalidade.A tribuna, assim como a imprensa,
condenou os governos à inação e
a fraqueza; tornou-os pouco necessários, inúteis;
é isso que explica que sejam derrubados. A era
republicana se tornou, então, possível,
quando substituimos o governante por uma caricatura
de governo, por um presidente tomado na multidão,
no meio de nossas criaturas, de nossos escravos.Aí
está o fundo da mina que cavamos sob o povo dos
cristãos, ou melhor, sob os povos cristãos.
Em um futuro próximo, criaremos a responsabilidade
dos presidentes.
Então, faremos passar sem grande esforço
cousas, cuja responsabilidade caberá a nossa
criatura. Que nos importa que as fileiras daqueles que
aspiram ao poder se tornem mais raras, que produzam,
por falta de presidentes capazes, embaraços que
desorganizaem completamente o país?(5)
Para chegar a esse resultado, maquinaremos a eleição
de presidentes que tenham em seu passado uma tara oculta,
algum "panamá". O receio de revelações,
o desejo próprio a cada homem que chega ao poder
de conservar seus privilégios, vantagens e honras
ligadas à sua condição, farão
com que sejam fiéis executores de nossas ordens.
A câmara dos deputados cobrirá, defenderá,
elegerá presidentes, porém nós
lhe retiraremos o direito de propor leis, de modificá-las;
esse direito será atribuído ao presidente
responsável, que se tornará mero joguete
em nossas mãos. O poder do governo se tornará,
sem dúvida, o alvo de todos os ataques. Nós
lhe daremos para sua defesa o direito de apelo à
decisão do povo, sem ser pelo intermédio
de seus representantes, isto é, recorrendo ao
nosso servidor cego, a maioria. Daremos, além
disso, ao presidente o direito de declarar guerra. Fundamentaremos
este último direito, dizendo que o presidente,
como chefe das forças armadas do país,
deve ter ao seu dispor, para defender a nova constituição
republicana, todas elas, pois será o representante
responsável dessa constituição.
Nessas condições, o chefe do santuário
estará em nossas mãos e ninguém,
exceto nós, dirigirá mais a força
legislativa.
Demais, retiraremos à câmara, introduzindo
na nova constituição republicanam o direito
de interpelação sob o pretexto de salvaguardar
o segredo político. Restringiremos pela nova
constituição o número dos representantes
ao mínimo, o que terá por efeito diminuir
tanto as paixões políticas quanto a paixão
pela política. Se contra toda expectativa, elas
despertarem mesmo nesse pequeno número de representantes,
reduzi-lo-emos a nada, apelando para a maioria do povo...
Do presidente dependerá a nomeação
dos presidentes e vice-presidentes da Câmara e
do Senado. Em lugar das sessões parlamentares
constantes, limitaremos a reunião dos Parlamentos
a alguns meses.Além disso, o presidente, como
ch~fe do poder executivo, terá o direito de convocar
ou dissolver o parlamento, e no caso de dissolução,
de adiar a nova convocação. Mas, para
que as consequências de todos esses atos, na realidade
ilegais, não recaiam sobre a responsabilidade
do presidente, estabelecida por nós, o que prejudicaria
nossos planos, sugerimos aos ministros e aos outros
funcionários que rodeiem o presidente a idéia
de passar por cima de suas disposições
com as medidas que eles próprios tomem; deste
modo, ficarão responsáveis em seu lugar...
Aconselhamos confiar esse papel sobretudo ao Senado,
ao Conselho de Estado, ao Conselho de Ministros, de
preferência a um indivíduo só. (6)
O presidente interpretará, dócil ao nosso
desejo, as leis existentes, que possam ser interpretadas
diferentemente; anula-las-á, quando lhe apontarmos
essa necessidade; terá o direito de propor leis
provisórias e até nova reforma da constituição,
com o pretexto do supremo bem do Estado.
Essas medidas nos darão o meio de destruir pouco
a pouco, passo a passo, tudo o que , a princípio,
quando de nossa tomada do poder, formos forçados
a introduzir nas constituições dos Estados(7);
passaremos daí, imperceptivelmente, à
supressão de toda a constituição,
quando chegar a hora de reunir todos os governos sob
a nossa autocracia.
O reconhecimento de nossa autocracia pode ocorrer antes
da supressão da constituição, se
os povqs fatigados pelas desordens e pela frivolidade
de seus governantes exclamarem: "Expulsai-os e
dai-nos um rei universal para que nos possa reunir e
destruir as causas de nossas discórdias: as fronteiras
das nações e religiões, os cálculos
dos Estados; um rei que nos dê a paz e o repouso
que não podemos (e pudemos)obter com nossos governantes
e representantes!" Vós mesmo sabeis muito
bem que, para tornar possíveis tais desejos,
é preciso perturbar constantemente, em todos
os países, as relações entre o
povo e o governo, a fim de cansar todos pela desunião,
pela inimizade, pelo ódio, mesmo pelo martírio,
pela fome, pela inoculação de doenças(8),
pela miséria, a fim de que os cristãos
não vejam outra salvação senão
recorrer à nossa plena e definitiva sabedoria
(9)
Se dermos aos povos tempo para respirar, talvez jamais
se apresente a ocasião favorável.