| Curso
de Antropologia Holística
13ª Lição
O
Raio da Morte: Visão
Mística e Esotérica da Morte
Jorge
L. Rodrigues
Paz inverencial
O
universo é regido por leis eternas e imutáveis,
tais como a lei do Karma, lei de Recorrência, lei
de Gravidade, lei da Evolução, lei da Involução,
lei da Relatividade, etc. Somos regidos por um total de
48 leis, e pode-se comprovar isto nos 48 cromossomos do
núcleo celular. Entre várias outras leis que
estudaremos no decorrer destes nossos estudos gnósticos,
nesta lição vamos nos aprofundar no lado oculto
e esotérico da lei da Morte. Pois todos nós
um dia mais cedo ou mais tarde teremos de encará-la
de frente; seja a morte de um amigo, de um parente querido
ou a nossa própria desencarnação.
 |
"Em
outro tempos, os sentidos humanos não se
haviam degenerado ainda. Era comum ver os desencarnados,
ouvi-los, apalpá-los. Na Lemúria,
quando alguém ia desencarnar cavava sua
própria cova e se deitava nela com a cabeça
para o Oriente. Feliz despedia-se de seus parentes
e todos sorriam alegres. Quem passava ao mais
além não ficava invisível
para seus parentes. O ar parecia transparente.
Na atmosfera via-se claramente os espíritos,
as almas, as criaturas inocentes da natureza."
S.A.W.
Ao
Lado o Senhor Supremo, Sri Krishna.
O
senhor Krshna disse: "Pensa sempre em mim,
converte-te em Meu devoto, adora-Me e oferece-Me
tuas homenagens. Assim, virás a Mim impreterivelmente.
Eu te prometo isto porque és Meu amigo
muito querido".
|
Se
observarmos o céu, as estrelas, os planetas girando
ao redor do Sol... veremos facilmente que tudo obedece a
leis Imutáveis do Criador, caso contrário,
seria uma desordem e na verdade, nem existiria os Cosmos.
Veja que até os átomos são regidos
por leis imutáveis, e indiscutivelmente não
existe nenhuma diferença entre um sistema atômico
com os elétrons girando ao redor do núcleo
e o sistema solar com os planetas girando ao redor do sol.
O
sistema solar é regido por 12 leis, o planeta é
regido por 24 leis e o homem é regido por 48 leis
eternas e imutáveis... O objetivo maior de nossa
escola Pistis Sophiah é entrar em harmonia com as
leis eternas e imutáveis do Universo e do Criador
para atingir a nossa tão almejada Auto Realização
Íntima do Ser.
| |
A
LEI DA VIDA E DA MORTE
Inquestionavelmente,
você já deve ter sofrido pela morte
de algum parente, amigo, conhecido; ou então
com medo de sua própria morte.Tudo no Universo
tem um começo, um meio e um fim, nada é
eterno nesta nossa terceira dimensão. Todos
nós consciente ou inconsciente tememos
a morte. No entanto nada escapa deste momento,
a morte bate na porta do feio e do bonito, do
desconhecido e do famoso, do rico e do pobre,
nada escapa da morte.
A
Morte é representada há milhares
de anos no Arcano número 13 do Tarô,
e é justamente por isto que há muita
superstição quanto a este número.
Mas para os gloriosos Maias descendentes dos Atlântes,
o número 13 é sagrado e representa
o renascimento. A lei da vida e a lei da morte
fazem parte de um todo. O fruto morre para gerar
a semente, e a semente morre para nascer à
planta. Quando algo morre, algo nasce, está
é a lei da Vida e da Morte.
Ao
lado o Arcano XIII do Tarô
|
OS
ENSINAMENTOS GNÓSTICOS
Todas
as pessoas reagem de três formas diferente ao ter
acesso aos sagrados conhecimentos da Gnose:
1)
Existem aqueles que aceitam cegamente os ensinamentos, sem
analisar por si mesmo a essência.
2)
Por outro lado tem aqueles que não aceitam de forma
alguma sem conhecer as origens e as bases em que se apóia
a Sabedoria. Nestes dois primeiros tipos há um alto
grau de fanatismo, e os indivíduos não usam
o SENSO CRÍTICO e caem nos extremos. Fazemos votos
para que você não caia em nenhuma destas duas
armadilhas, pois são duas portas que conduzem aos
Infernos Atômicos ou Tártaros.
3)
Felizes são os do terceiro tipo que nem aceitam,
e nem negam os novos conhecimentos. São os tipos
que analisam por si mesmo a Gnose, os que questionam, comparam,
estudam e põem na prática para chegarem às
próprias comprovações.
OBRAS
SAGRADAS E A MORTE
O
Livro Tibetano dos Mortos (Bardo Thodol) é uma
obra milenar que durante muitos séculos era transmitida
de forma oral pelos sábios e mantida em segredo dos
profanos. Nesta obra sagrada, o Bardo Thodol, descreve toda
a trajetória que o espírito encontra após
a morte.
Outra
obra semelhante é o Livro dos Mortos dos Antigos
Egípcios, onde se encontra um depositário
de conhecimentos da vida após a morte.
A
Bíblia Sagrada, mesmo que em poucas passagens
também mostra que existe vida após a morte.
Confere
em ISAÍAS, cap. 26, vers. 19: Os teus mortos
viverão, os teus mortos ressuscitarão: despertai
e exultai, os que habitais no pó, porque o teu orvalho
será como o orvalho das ervas, e a terra lançará
de si os mortos.
Observe
também em DANIEL, cap. 12, vers. 2: E muitos
dos que dormem no pó da terra ressuscitarão,
uns para a vida eterna, e outros para a vergonha do desprezo
eterno.
O
CORDÃO DE PRATA
O
Cordão de Prata ou cordão astral é
um corpo fluídico na forma de um elástico,
que liga o espírito ao corpo físico. É
chamado por alguns de cordão astral, por ser a ligação
do corpo astral (espiritual) ao corpo físico. E também
é chamado de cordão de prata, por ser composto
de partículas em alta rotação sendo
visto geralmente nas tonalidades prata, cinza ou um branco-azulado.
Sempre nas cores fluorescentes. Este cordão é
um grande mistério, pois é através
dele que recebemos os nossos alimentos espirituais, as nossas
grandes idéias e descobertas. Através dele
que o espírito controla o corpo físico.
 |
A
própria Bíblia em Eclesiastes: 12/6-7
mostra claramente o cordão de prata. Antes
que se quebre a cadeia de prata, e se despedace
o copo douro, e se despedace o cântaro
junto à fonte, e se despedace a roda junto
ao poço. E o pó volte a terra, como
era e o espírito volte a Deus, que o deu.
Muitos
autores equivocam-se ao colocar o Cordão
de Prata sendo ligado na cabeça, mas em
viagem astral observei várias vezes o Cordão
de Prata no plexo solar, no chakra Manipura.
|
O
cordão de prata é como se fosse uma corda,
que fica chacoalhando entre o físico e o espírito
de forma fluídica, em uma vibração
altíssima que se estica infinitamente. Durante o
dia o nosso corpo astral, com as agitações,
emoções e as atividades, desgasta o nosso
corpo físico, até que as nossas células
se revoltem provocando cansaço físico e sono.
O espírito não necessita de descanso, e durante
o sono, quando o corpo físico se encontra em total
relaxamento, o corpo espiritual se liberta do corpo físico,
ficando ligado apenas pelo cordão de prata.
Muitos
autores equivocam-se colocar o Cordão de Prata sendo
ligado na cabeça, mas em viagem astral observei várias
vezes o Cordão de Prata no plexo solar, no chakra
Manipura.
Durante
o sono, o corpo espiritual abandona o corpo físico
e vai repetir tudo o que a pessoa está habituada
a fazer durante o dia, passar pelos mesmos lugares e procurar
as mesmas pessoas, etc. Pode ir também para outras
cidades, países e até para outros mundos do
universo e do tempo. E independente da distância entre
o corpo físico e o espiritual, o cordão de
prata continua ligando-os, como se fosse um elástico
que estica de um lado ao outro. É um corpo fluídico
com vibração diferente em cada pessoa, e por
isto não tem nenhum perigo de enroscar um no outro,
quando durante a noite milhares de pessoas saem inconsciente
de seus corpos durante o sono para viajarem no plano astral.
O
cordão de prata é muito parecido com o cordão
umbilical, pelo qual a mãe alimenta o seu filho.
Tudo o que o espírito faz é transmitido para
o corpo físico através do cordão de
prata, e tudo o que a mãe faz é transmitido
ao seu filho através do cordão umbilical.
Certamente uma Infinita Inteligência se esconde por
trás destes misteriosos fenômenos. Quando o
cordão umbilical se rompe, a criancinha morre
do mundo de sua mãe para nascer em nosso mundo. A
morte física é o rompimento do cordão
de prata, que separa o espírito da matéria.
A
própria Bíblia em Eclesiastes: 12/6-7 mostra
claramente o cordão de prata.
Antes que se quebre a cadeia de prata, e se despedace
o copo douro, e se despedace o cântaro junto
à fonte, e se despedace a roda junto ao poço.
E o pó volte a terra, como era e o espírito
volte a Deus, que o deu.
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O
cordão de prata é muito parecido
com o cordão umbilical, pelo qual a mãe
alimenta o seu filho. Tudo o que o espírito
faz é transmitido para o corpo físico
através do cordão de prata, e tudo
o que a mãe faz é transmitido ao
seu filho através do cordão umbilical.
Certamente uma Infinita Inteligência se
esconde por trás destes misteriosos fenômenos.
Quando o cordão umbilical se rompe, a criancinha
morre do mundo de sua mãe para
nascer em nosso mundo. A morte física é
o rompimento do cordão de prata, que separa
o espírito da matéria.
A
própria Bíblia em Eclesiastes: 12/6-7
mostra claramente o cordão de prata.
Antes que se quebre a cadeia de prata, e
se despedace o copo douro, e se despedace
o cântaro junto à fonte, e se despedace
a roda junto ao poço. E o pó volte
a terra, como era e o espírito volte a
Deus, que o deu.
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O
QUE É A MORTE
A
morte é o rompimento do Cordão de Prata, que
neutraliza por completo a ligação do espírito
com a matéria. Todos nós sabemos que um dia
iremos morrer, mas devido ao apego das coisas materiais,
recusamos aceitar ou compreender esta Lei Imutável.
No
antigo continente Lemuriano, os lêmures aceitavam
a morte com naturalidade, pois suas percepções
extrasensoriais eram muito mais desenvolvidas. Quando eles
olhavam o ar viam as entidades que habitam no ar, viam as
entidades da terra, as entidades da água e as entidades
do fogo. Na Lemúria as pessoas viam a alma das pessoas
que morreram da mesma forma que vemos os pássaros
voando. Através de seus supra-sentidos, enxergavam
não só a terceira dimensão (a nossa),
mas também outras tais como a segunda e a quarta.
A
morte é um estado de sonho, e durante a viagem astral
as pessoas podem encontrar com os falecidos e até
conversar com eles em determinadas ocasiões.
O
sonho é a quarta dimensão, o mundo molecular
que dá origem há todas as formas de vida no
planeta. Todas as almas antes de nascerem com corpo físico
na Terra, saem da quarta dimensão, e durante o sonho
retornam a ela, mas ao acordarem geralmente não se
lembram de nada devido ao adormecimento de consciência.
Temer
a morte é tão absurdo quanto temer a vida.
Quando a pessoa trabalha sobre si mesma através da
auto observação e padecimentos voluntários,
se desperta a consciência, e a pessoa controlará
os seus sonhos e poderá visitar todas as pessoas
e lugares do universo, perdendo por completo o medo da morte.
Pois saberá no seu íntimo que um dia dormirá
e não mais retornará a este mundo de sofrimentos
e amarguras...
MISTÉRIOS
DA VIDA E DA MORTE
A
seguir trechos extraídos da obra: MISTÉRIOS
DA VIDA E DA MORTE. Do V.M. Samael Aun Weor.
PERGUNTA: Velávamos o corpo de meu pai. Adormeci
por alguns instantes e de repente, percebi que ele entrou
na sala do velório. Perguntou-me quem havia morrido,
quem estava ali deitado. Pensei que meu pai acabará
de morrer e estava falando comigo. Poderia me dizer a que
se deve este fenômeno?
RESPOSTA: É preciso compreender que durante
a vida as pessoas nunca se preocupam em despertar a consciência.
Todas permanecem com a consciência profundamente adormecida.
É por isto que depois da morte o animal intelectual,
equivocadamente chamado de homem, continua com sua vida
ilusória. Se dissesse a um desencarnado que ele está
morto, simplesmente não acreditaria. Os desencarnados
pensam que estão vivos porque nada de estranho encontram
ao morrer. Vêem o mesmo sol, as mesmas nuvens, as
mesmas aves ensaiando vôo. Depois do grande passo,
perambulam pelas ruas da cidade onde viveram. Normalmente,
continuam com seu trabalho cotidiano, sentam-se à
mesa em sua casa, deitam se em seus leitos. Não sabem
que passaram ao mais além. Sentem vivendo aqui e
agora. Nestas condições, ao verem o corpo
no ataúde, supõem que se trata de outra pessoa.
Nem remotamente suspeitam que se trata de seu veículo
físico. É a crua realidade dos fatos. Por
isso, não estranhe esta experiência Íntima.
PERGUNTA:
A que deve o temor que sentia minha irmã menor ao
entrar na casa onde foi velada meu avô?
RESPOSTA: Este temor tem muito de ancestral. Comumente
se transmite de pais a filhos e não há ninguém
que não o tenha sentido pelo ao menos um vez na vida.
É o mesmo de quando penetramos numa caverna tenebrosa,
ou quando estamos na presença de um fantasma real.
A causa está na psique subjetiva, na consciência
adormecida. Estes temores desaparecem completamente quando
se desperta a consciência.
PERGUNTA: Por que as crianças podem ver um
desencarnado e os adultos não? Meu filho menor viu
meu pai, recem-desencarnado, e conversou com ele.
RESPOSTA: As crianças são clarividentes.
Antes de fechar a fontanela frontal dos recém-nascidos,
que chamamos de moleira, eles têm o poder de ver o
supra-sensível, o que pertence ao mundo físico,
o que é invisível para os adultos. Se os seres
humanos reconquistassem a inocência, na mente e no
coração, recobrariam a clarividência,
o poder de ver o oculto, o misterioso, o desconhecido.
PERGUNTA:
Quando morremos não corremos o risco de perder-nos?
Ou alguém nos espera?
RESPOSTA:
Que é isto de perder-nos? Até quando se sentirá
medo? Por acaso alguém se perde em sua própria
casa? Durante os primeiros dias continuamos vivendo na nossa
casa. Ao morrer encontramos pessoas queridas, parentes e
amigos.
PERGUNTA: Podemos reconhecer os parentes e amigos
que encontramos ao desencarnar?
RESPOSTA:
Você pode reconhecer sua mãe, seu pai, seus
amigos e parentes falecidos. Você acha que se pode
desconhecer seres queridos? É bastante estranha sua
pergunta. Qualquer filho reconheceria sua mãe.
PERGUNTA: Quando morremos não sofremos de solidão?
RESPOSTA: Cada um é cada um. O egoísta,
aquele que se auto-encerra, o misantropo, aquele que não
ama ninguém, é claro que aqui mesmo terá
de passar pela amargura da solidão. Depois da morte
ressalta seu doloroso estado solitário na região
dos mortos.
PERGUNTA: De acordo com isto que chamam destino, é
certo que temos os dias e as horas contadas?
RESPOSTA: Quando você sai de viagem leva determinada
quantia de dinheiro para os diversos sistemas de transporte.
Deve saber gastá-lo porque se o esbanja, sua viagem
terá de ser interrompida. Quando nascemos, os Anjos
do Destino depositam em nossos três cérebros
determinada capital de valores vitais. Se o esbanjamos,
acabamos com a fortuna; a viagem pelo caminho de existência
será interrompida prontamente. Se economizamos, nossa
viagem poderá fazer-se longa e assim chegaremos até
a velhice.
PERGUNTA: O senhor me surpreende com isto dos três
cérebros. Sempre tenho ouvido falar que temos um
cérebro. Poderia dizer-me quais são os outros
dois?
RESPOSTA:
Dentro da caixa craniana temos o cérebro intelectual.
Na parte superior da espinha dorsal temos o cérebro
motor, o centro capital dos movimentos. No plexo solar e
demais centros simpáticos está o cérebro
das emoções.
PERGUNTA: Por que sentimos medo ao pensar na morte
e por que nos apegamos à vida?
RESPOSTA:
O desejo de viver é muito grande. Todos os seres
humanos querem viver. Estão apegados à vida
sensual. A adesão, o apego, o desejo de existência
material nos mantém fascinados. Nestas condições,
de nenhuma maneira queremos morrer. Temos medo da morte.
Não queremos deixar de existir. Se à base
de compreensão perdêssemos o desejo de vida
material, o temor à morte desapareceria. Só
se perde tal temor quando se compreende o ilusório
da existência, quando se vê que nada neste mundo
é permanente. Passam as idéias, as coisas
e as pessoas.
PERGUNTA:
Quando uma pessoa desencarna, que faz sua alma? Onde se
encontra para voltar a encarnar?
RESPOSTA: Nossa consciência está demasiadamente
dogmatizada. Existe deterioração intelectual.
As pessoas já não são capazes de se
abrir ao novo, de ver o natural. Sempre pensam no artificioso
e consideram como padrão de medidas. Em outro tempos,
os sentidos humanos não se haviam degenerado ainda.
Era comum ver os desencarnados, ouvi-los, apalpá-los.
Na Lemúria, quando alguém ia desencarnar cavava
sua própria cova e se deitava nela com a cabeça
para o Oriente. Feliz despedia-se de seus parentes e todos
sorriam alegres. Quem passava ao mais além não
ficava invisível para seus parentes. O ar parecia
transparente. Na atmosfera via-se claramente os espíritos,
as almas, as criaturas inocentes da natureza. Sabemos que
na atmosfera, sobre as zonas que pertencem ao tridimensional,
ao físico existem regiões metafísicas.
São como mundos ou espaços onde as almas dos
mortos vivem antes de voltar a tomar novo corpo.
PERGUNTA: Por que sempre que sonho com meus parentes
defuntos converso com eles e me afirmam que não morreram
e que estão em perfeito estado de saúde?
RESPOSTA: Antes de tudo é preciso entender
o processo do sono. O sono é uma pequena morte pequena,
como se diz vulgarmente. Nas horas em que o corpo jaz adormecido
no leito, a alma perambula fora dele. Vai a muitos lugares
fica em contato com os que faleceram, conversa com eles.
Os mortos jamais crêem que estão mortos porque
em vida não se preocuparam em despertar a consciência.
Pensam que estão vivos. É por este motivo
que as almas de seus parentes lhe fazem estas afirmações.
PERGUNTA:
Por que os espiritualistas têm especial predileção
por chamar ou invocar defuntos?
RESPOSTA:
Eles aprenderam com seus mestres, Alan Kardec, Leon Denis
e muitos outros. O grave é que tais autores não
investigaram a fundo o osso medular desta questão.
Todos os seres humanos têm dentro um Eu, um Ego, o
Mim Mesmo, o Si Mesmo. Não pense que o tal Eu é
o melhor. Estude o Livro dos Mortos dos antigos egípcios.
Já leu o Fausto, o Goethe? Se você conhecesse
Mefistófeles me daria razão. É tenebroso
o caráter Mefistófeles, o Ego, o Eu, o Mim
Mesmo. Quem se mete no corpo do médium espiritualista
é o Eu do defunto, Ahriman, Mefistófeles.
Este Eu personifica todos os nossos defeitos psicológicos,
todos os nossos erros. O Ser do defunto jamais vai a uma
sessão de espíritos. Existe uma grande diferença
entre Ser e Eu. Quem acode a estas sessões é
satã, o Mim Mesmo. É preciso compreender também
a Lei de Ação e Conseqüência. As
pessoas que emprestam seus corpos aos Eus dos mortos, a
Mefistófeles, a Satã, em seu futuro nascimento
terão que padecer muito pela epilepsia.
PERGUNTA: O que o senhor poderia me dizer sobre o
SER?
RESPOSTA: O SER é o SER. A razão do
SER é o mesmo SER. É o Divinal, a chispa imortal
de todo ser humano, sem princípio nem fim, terrivelmente
divino. Os seres humanos ainda não possuem esta Chispa
dentro de seus corpos. Se nos santificarmos e eliminarmos
o Eu pecador, o Mefistófeles, um dia a CHISPA se
fará presente. Agora, o convido a compreender o que
é o SER.
PERGUNTA:
Depois da morte a gente se recorda de toda a vida que acaba
de passar?
RESPOSTA:
Depois de abandonar o corpo físico, todo defunto
revive, de forma retrospectiva, a vida que acaba de passar.
Começa revivendo os instantes precedentes à
sua morte. Por este motivo, continua entre os seus, em sua
casa, em seu escritório. Depois revive os lugares
mais anteriores. E em cada faceta de sua existência
passada repete os mesmos dramas, as mesmas palavras, as
mesmas cenas. Os processos da infância correspondem
ao último retrocesso e depois disto se apresenta
perante os tribunais da justiça divina. Os Anjos
da Lei procedem ao julgamento dos seus atos e das obras.
Três caminhos se abrem para o desencarnado. O primeiro:
umas férias nas regiões luminosas do espaço
infinito, antes de voltar a tomar corpo. Segundo: Voltar
a uma nova matriz imediatamente, ou depois de algum tempo.
Terceiro: entrar nos mundos infernos no interior do planeta
em que vivemos.
PERGUNTA: É possível que esta retrospecção
se faça em vida?
RESPOSTA: Isto às vezes acontece com as pessoas
que vêem a morte bem de perto. Muita gente que já
esteve a ponto de morrer afogada viu passar sua vida de
forma retrospectiva.
PERGUNTA: Certo dia conversava com o administrador
do cemitério sobre o sepultamento de minha sogra.
Enquanto ele falava sentia presença de mais alguém
na sala. Olhei para o lado e vi minha sogra que acabara
de morrer. Ela sorriu amavelmente e convidou-me para passar,
fazendo um gesto. Como eu não conseguia me mover,
limitou-se a despedir e desapareceu de minha vista. Contei
ao homem o que acabara de ver e ele, nervoso com o cabelo
em pé, me disse que durante muitos anos de trabalho
no cemitério nunca tivera uma sensação
semelhante. O senhor poderia me explicar este fenômeno?
RESPOSTA: Foi uma visão supra-sensível,
que nada tem de estranho. Você teve a prova de que
não é raro um falecido fazer-se visível
na atmosfera. Sua percepção foi direta, ao
passo que o administrador do cemitério teve apenas
uma certa sensibilidade psíquica. Como já
disse, na Lemúria os mortos eram visíveis
para todo mundo. É uma lástima que agora as
pessoas se surpreendam com este tipo de visões.
PERGUNTA:
Sempre que sonho com minha avó materna e a vejo triste,
me assinala algo ao despertar que não me recordo.
Porém com o passar dos anos me dei conta de que oito
dias após o sonho alguém de minha família
adoece gravemente. O senhor poderia me dizer a que se deve
isto?
RESPOSTA:
Durante as horas de sonho normal às almas dos vivos
escapam do corpo que dorme no leito e põem em contato
com as almas dos mortos. É normal o fato de você
estar com a sua avó na dimensão desconhecida.
Ela o visita em momentos de angústia, ou quando vai
adoecer alguma pessoa de sua família. Você
percebe como os mortos estão perto de nós?
Até
aqui as sábias palavras do V.M. Samel Aun Weor
MISTÉRIOS
OCULTOS REVELADO
O
Espírito, ou o Ser sai do absoluto para conhecer
toda a criação, e recorre e reencarna muitas
vezes até atingir o estado humano. Completada sua
missão, retorna novamente ao Absoluto, que são
os planos celestiais do Criador, conhecido na Cabala como
AIN. Com o rompimento do Cordão de Prata,
o corpo físico retorna ao que era antes (pó),
e o Espírito (Ser) continua em outros planos normalmente.
QUANDO
MORREMOS, TRÊS PARTES VÃO PARA O TÚMULO:
- 1)
CORPO FÍSICO
- 2)
CORPO VITAL
- 3)
PERSONALIDADE
1)
CORPO FÍSICO: O corpo físico corresponde
a malchuth da cabala. E tem sua existência na terceira
dimensão e se alimenta de sólidos, líquidos
e gases. Vem sofrendo várias transformações
através dos milhões de anos. É governado
por 48 leis. Após o rompimento do Cordão de
Prata, vai se decompondo e retornando ao pó.
2)
CORPO ETÉRICO: É o segundo corpo, conhecido
como o Corpo Vital. Na cabala é Jesod e na teosofia
Linga sarira. O corpo duplo etérico vibra na 4ª
dimensão, sendo um corpo tetradimensional. Sua natureza
produz a Aura. Quase todas as doenças têm sua
origem no corpo vital. E quando adoece um átomo no
corpo físico, anteriormente adoeceu o seu correspondente
no corpo vital. A acupuntura, homeopatia, shiatsu, etc,
agem no corpo vital. O Corpo Etérico (Vital), por
ser energético fica sem o reabastecimento da eletricidade
do corpo físico e vai perdendo a força até
desaparecer por completo.
3)
PERSONALIDADE: É um veículo formado nos
primeiros sete anos da criança através do
sistema de vida da família, educação
recebida ou falta de educação, costumes, cultura,
falta de cultura etc. Também recebe influências
das qualidades e dos defeitos dos pais, da televisão
e tudo que rodeia a criança... A personalidade é
fortalecida com o tempo, no entanto não reencarna
nunca e acaba dias ou meses após a morte do corpo
físico. É a ex-personalidade dos defuntos
que assombram alguns lugares específicos ou os cemitérios.
Não existe futuro para a personalidade.
APÓS
A MORTE FÍSICA DUAS PARTES CONTINUAM
- 4)
EGO REENCARNANTE
- 5)
ESSÊNCIA DA ALMA
4)
EGO: É a soma de todos os nossos defeitos psicológicos,
maldades, egoísmos, medos, luxúrias, invejas,
vaidades, mentiras etc. que carregamos em nosso interior.
São todos os Eus ou agregados psicológicos
que devem ser eliminados por todos os Iniciados que aspiram
à auto realização. Os falsos profetas
que desgraçadamente abundam pelo mundo se fazendo
de bonito e conquistando milhares de almas inocentes são
adoradores do Ego, e jamais aceitam nossos sagrados ensinamentos,
pois mesmo por trás de uma bela batina são
candidatos certeiros aos infernos atômicos. O Ego
provém de nossas vidas passadas, e é a causa
de todos os sofrimentos, doenças, imundice, catástrofe,
infortúnio, imoralidade, fome, miséria, fracasso
na vida, etc...
5)
ESSÊNCIA DA ALMA: Dentro de cada ser humano existe
o que os budistas chamam de BUDDHATA, a essência da
alma. O ser humano possui apenas algumas partículas
de sua alma, apenas alguns átomos. O Buddhata é
a essência da alma, do Espírito, do Ser que
está engarrafada, ou aprisionada entre os milhares
de Eus psicológicos ou defeitos psicológicos.
A Essência da Alma é o nosso próprio
Espírito eterno e imortal, no entanto por ser da
sexta dimensão e possuir uma vibração
altíssima, não se manifesta em nosso mundo
físico, nunca vem em sessões espiritualistas
e após cumprida suas missões pelos Cosmos
retornam ao Absoluto.
| EGO:
É a soma de todos os nossos defeitos psicológicos,
maldades, egoísmos, medos, luxúrias, invejas,
vaidades, mentiras etc. que carregamos em nosso interior.
São todos os Eus ou agregados psicológicos
que devem ser eliminados por todos os Iniciados que
aspiram à auto realização. Os falsos
profetas que desgraçadamente abundam pelo mundo
se fazendo de bonito e conquistando milhares de almas
inocentes são adoradores do Ego, e jamais aceitam
nossos sagrados ensinamentos, pois mesmo por trás
de uma bela batina são candidatos certeiros aos
infernos atômicos. O Ego provém de nossas
vidas passadas, e é a causa de todos os sofrimentos,
doenças, imundice, catástrofe, infortúnio,
imoralidade, fome, miséria, fracasso na vida,
etc... |
|
DESPERTAR
PARA NÃO REGRESSAR
O
V.M. Samael Aun Weor, em uma de suas inumeráveis
conferências em vários países, nos transmite
profundos e esclarecedores ensinamentos sobre os mistérios
extraordinários da morte. Muitas de suas conferências
foram publicadas em português com o título
de CONFERÊNCIAS EXTRAORDINÁRIAS
a seguir trechos desta obra, capítulo 6, páginas
89 a 93:
Há mistérios extraordinários
na morte. Quem quiser emancipar-se realmente e não
voltar jamais deve começar a conhecer a doutrina.
Faz-se indispensável dissolver o Ego, o Eu, o Mim
Mesmo... Não se poderia exigir de uma criatura humana
que eliminasse o Ego de forma perfeita e radical, aqui e
agora, se não estivesse preparada. Porém qualquer
criatura pode eliminar o Ego se para isso se propõe.
Se quiser emancipar-se, ainda que seja parte, o resto do
trabalho continuaria depois da morte. Mas, aqui vem o, porém.
Se estivermos com a consciência adormecida, de qualquer
forma teríamos de regressar. O que fazer, então,
para não voltar a este vale de lágrimas? Despertar
a consciência! Quando temos de despertá-la?
Agora ou depois da morte? É claro que é aqui
mesmo onde devemos trabalhar para despertar a consciência.
Existe alguma ciência que permite despertar
a consciência? Sim, existe, e a temos ensinado e continuaremos
a ensiná-la através de nossas diversas conferências.
Quem desperta, pode escolher o caminho. Quem desperta, depois
da morte, poderá trabalhar e se não quiser
voltar, não voltará. Porém, como poderia
um adormecido evitar o regresso, o retorno a este vale de
amarguras? Impossível, não é verdade?
Antes necessitamos despertar... Despertos, sim poderemos
trabalhar depois da morte.
É óbvio que aquele defunto que não
quer mais voltar será submetido a provas. Em primeiro
lugar, depois da morte, passa-se por um desvanecimento de
três dias, uma espécie de desmaio. Depois desses
três dias, ele se sente reconfortado, reanimado. Se
estiver alerta e vigilante, se verdadeiramente não
está com a consciência adormecida, se verdadeiramente
o deseja, poderá evitar o retorno a este vale de
amarguras. Porém, repito, se não deseja voltar,
será provado.
A Mãe Divina, o Pai que está em segredo,
ou o Pai-Mãe em sua totalidade, já que cada
um tem o seu Pai que está em segredo e sua Divina
Mãe Kundalini, o submeterão a prova. Assumirão
diante dele, em um dado momento, por exemplo, uma aparência
terrível, sobre humana... O propósito é
testar o defunto. Se ele permanece firme como aço,
é claro que saíra vitorioso. Porém
essa não é a única prova, existem muitas
outras. O defunto que não quiser voltar não
deve se deixar atrair pelos familiares, o apego aos irmãos,
as irmãs, filhos, filhas, etc. Se é atraído
pelos seres queridos que deixou no mundo, prejudica a si
mesmo. É claro que retornará, se reincorporará
novamente. Se alguém não quiser voltar, terá
de perder todo o apego, depois da morte, aqueles que deixou
neste vale de lágrimas.
Depois que alguém deixa o corpo, a natureza
tem múltiplos meios e sistemas de fazê-lo regressar
ou reincorporar, os quais devemos compreender. Antes de
tudo, não será demais que todos saibam que,
depois da morte, temos de revisar a vida que se acabou de
viver.
Começaremos pelo último instante, aquele
que precedeu a nossa agonia. Tornaremos a viver na mesma
casa onde morremos, a percorrer as mesmas ruas por onde
outrora caminhamos, etc. Em uma palavra queremos recolher
nossos passos e o iremos recolhendo conforme, formos revivendo
as diferentes idades da existência que acaba de passar.
É claro que este retrospecto não é
meramente intelectual. Temos de vivenciar, depois da morte,
todos os acontecimentos, todos os fatos, todas as ocorrências
da vida que passou. Conforme vai se revivendo, se vai assumindo
também a aparência que se teve em cada uma
das idades correspondentes. Se alguém morreu ancião,
se verá velho. Depois irá se converter no
sujeito maduro que foi, em seguida no jovem, no adolescente
e, por fim, na criança que foi. Reviverá assim
toda a sua existência com o propósito de ajustar
contas, de fazer um balanço de suas boas e más
obras.
Quero que todos saibam que o SER, meus caros irmãos,
está formado de diversas partes. Em nós existe,
por exemplo, uma parte do SER que poderíamos chamar
de Anjo Bom. Também existe algo que poderíamos
denominar de Anjo Mau; não que seja mau, mas se encarrega
de fazer de conta; ele anota todos os nossos erros pessoais.
O Anjo Bom preocupa com nossas boas ações.
No entanto, não é que o Anjo Bom e o Anjo
Mau sejam pessoas estranhas, não. Eles são
parte de nosso próprio Espírito individual,
de nosso próprio SER Íntimo.
Depois da morte o gênio do bem, por exemplo,
contará com pedrinhas a quantidade de boas obras
que tenhamos feito. Veremos também ao geniosinho
do mal (não que seja do mal, simplesmente anota erros,
uma vez que é outra parte de nosso SER) contando
também com pedrinhas negras as nossas más
ações. Contudo tal como se realiza depois
de termos vivido a vida que passou, depois de tê-la
vivido de forma interna e retrospectiva.
Assim, pois toda a vida que se passou fica reduzida
a números e a somas de boas e más ações.
Obviamente, terminado o retrospecto, depois que nosso próprio
SER fez o balanço, o inventário de nossas
boas e más ações, os Senhores do Karma
se encarregam de fazer justiça e determinam a existência
que nos tocará no futuro. Porém, se não
desejamos voltar, se estamos despertos para nos defender,
podemos nos concentrar em outra parte de nosso SER, que
se chama o Grande Misericordioso, e obteremos ajuda; haverá
piedade. Mas se o Karma for demasiado mau, se em vida formos
exageradamente perversos, teremos de entrar na involução
submersa dos mundos infernais; não haverá
remédio... ou pelo menos iremos nos reincorporar
contra nossa vontade.
Se o Karma não for tão ruim, se houver
melhores ações do que más, se em vida
nos preocupamos com a dissolução do Eu, do
Mim Mesmo, se formos caridosos, etc., teremos o direito
de nos defender, teremos capital cósmico a nosso
favor. No entanto, será necessário que não
nos deixamos atrair pelas matrizes humanas. O espírito
humano pode atravessar uma montanha de lado a lado, nada
o detém. A única coisa que pode deter é
uma matriz; eis aqui o problema. Uivará o vento do
Karma, um furacão frio chegará até
o defunto, múltiplas aparições de seres
terríveis tentarão amedrontá-lo, porém
se permanecer firme no desejo de não voltar, poderá
triunfar. Mas se ainda teme o perigo de cair em alguma matriz
terá de aprender fechar matrizes; nos mundos internos
há múltiplos sistemas. De repente o defunto
sente que está chovendo, há trovões
e relâmpagos, caem raios... há muita chuva.
É a Lei do Karma buscando a maneira de juntá-lo
a uma matriz. Se ele permanece sereno, impassível,
fecha a matriz. O inexperiente tentará se esconder
em alguma caverna tratando de se livrar da tempestade. Quando
tente se afastar, sentir-se-à como que ligado a essa
caverna. Sim, ficou ligado a uma matriz, a um gérmen;
essa caverna era uma matriz. De forma que se tem que aprender
a fechar matrizes, se é que se quer não voltar.
O
defunto que não deseja voltar verá muitas
criaturas, machos e fêmeas, copulando. Se ele, de
repente sente-se atraído para tal ou qual casa, sente-se
simpatia por algum desses casais e antipatia pelos outros,
obviamente ali terá de retornar, regressar. O defunto
que sentir, por exemplo, antipatia pelo elemento feminino
de um casal, seguramente nascerá ali com corpo masculino.
Ao contrário se sentir antipatia pelo elemento masculino
do casal e atração pelo feminino, nascerá
ali, obviamente, com um corpo feminino. Assim, pois somos
atraídos pelos lugares e lares, de acordo com a lei
do Karma. Se passamos para além da simpatia e da
antipatia, se nos exercitarmos na vida para isso, não
entraremos no gérmen humano, não entraremos
em nenhuma matriz é a meditação profunda:
aprender a conseguir a quietude e o silêncio da mente,
conseguir a irrupção do vazio iluminador em
nós e dentro de nós. Se conseguirmos nos conservar
no vazio iluminador. Escaparemos no gérmen humano,
não entraremos em nenhuma matriz.
Assim, pois, somos atraídos para lugares e
lares, de acordo com a lei do Karma. Se passamos para além
da simpatia e da antipatia, se nos exercitarmos na vida
para isso, não entraremos no gérmen humano,
não entraremos em nenhuma matriz.
Outro sistema para se escapar de cair em alguma matriz
é a meditação profunda: aprender a
conseguir a quietude e o silêncio da mente, conseguir
a irrupção do vazio iluminador em nós
e dentro de nós. Se conseguirmos nos conservar no
vazio iluminador, escaparemos da atração de
qualquer matriz.
Durante a vida, os que aspiram se libertar, ainda
que em estado elemental, sem auto-realização,
devem ser instruídos com esse propósito. Precisarão
lutar pela dissolução do Ego, do Eu, do Mim
Mesmo. Do Si Mesmo, andar pelo caminho reto, trilhar a senda
da santificação, despertar a consciência,
aprender a viver consciente nos mundos superiores... Para
se despertar a consciência há que se trabalhar
aqui e agora.
Até
aqui as sábias palavras do V. Mestre Samael Aun Weor
Prezado estudante, nesta lição tratamos exclusivamente
da morte normal, pois sabemos que as mortes trágicas
tais como acidentes, doenças, assassinatos, etc,
são totalmente devido a Lei do Karma pelo qual já
estudamos. Esperamos que você tenha compreendido a
visão esotérica gnóstica da Morte e
passe a encará-la com naturalidade...
Abraço
fraterno; seu instrutor!
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