Curso
de Antropologia Holística
29ª Lição
A Senda Iniciática
Jorge L. Rodrigues
Paz inverencial!!!
Chegamos
ao final deste curso e esperamos que você tenha
gostado e principalmente que tenha colocado estes ensinamentos
em prática. Muito falamos sobre o despertar da
Consciência, sobre a Auto Realização
Íntima do Ser e sobre as Leis Eternas e Imutáveis
do Universo, no entanto deixamos para está última
Lição o Ensinamento máximo para você
atingir estes seus objetivos, libertando-se da LEI DE
RECORRÊNCIA ou RODA DE SANSARA.
Antes
de tudo é necessário que estejamos dispostos
a mudar nossa vida, nossa forma de pensar e de agir. E
ninguém poderá fazer este trabalho por nós,
a não ser nós mesmos. Esta é a maior
luta do Gnóstico, e a maior prova de fogo que o
Iniciado deve triunfar. Caso não estejamos dispostos
a mudanças, todo este estudo se torna inútil,
estéril, improdutivo. Necessitamos de revalorizações
interiores e exteriores. Necessitamos de uma verdadeira
e autêntica REVOLUÇÃO DA CONSCIÊNCIA.
Esta revolução está baseada em três
fatores: NASCER, MORRER e SACRIFÍCIO PELA HUMANIDADE.
Vamos estudá-los, didaticamente, um por um. Mas
antes vamos lhe revelar um pouco sobre a vida e a obra
do avatara desta Nova Era de Luz, Samael Aun Weor, que
iluminou nossos caminhos.
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Exatamente,
tive que me desenvolver em um planeta muito antigo.
Nem sequer pertencia à antiga Terra-Lua,
porque antes de nossa cadeia terrestre existiu
outra. Eu sou de uma cadeia muito mais antiga
que este planeta..."
Trabalhei
na FORJA DOS CICLOPES porque ele me orientou.
Fabriquei os CORPOS EXISTENCIAIS DO SER e realizei
magníficas transformações,
diríamos, do esperma sagrado, o mercúrio
dos sábios. Alcancei, mediante o mercúrio,
cristalizar os corpos, porque é muito certo
que o esperma sagrado é o AZOUGUE bruto
e, em ALQUIMIA, ao transmutá-lo, o convertemos
em MERCÚRIO. A ENERGIA SEXUAL é
o MERCÚRIO, é a alma metálica
do esperma. Esse mercúrio, por sua vez,
que é a energia que sobe pelos cordões
simpáticos até o cérebro,
é fecundado pelo ENXOFRE, ou seja, O FOGO
QUE DESPERTA. O SAL, em si, é a matéria-prima
da GRANDE OBRA..."
Veneravel Mestre Samael Aun Weor |
SAMAEL
AUN WEOR
O Venerável Mestre Samael Aun Weor, realizou inúmeras
conferencias em diversas partes do mundo. E em uma delas
ele fala um pouquinho da história de sua Divina
Mônada pela eternidade. Esta conferencia foi gravada
em fita cassete, pelo qual extraímos os seguintes
trechos:
UM
PLANETA MUITO ANTIGO
Exatamente, tive que me desenvolver em um planeta
muito antigo. Nem sequer pertencia à antiga Terra-Lua,
porque antes de nossa cadeia terrestre existiu outra.
Eu sou de uma cadeia muito mais antiga que este planeta...
(...)
Neste planeta evolui como evolui todo mundo. Comecei
pelo mineral, vegetal, animal, alcancei o estado humano
que outrora perdera, etc., etc., etc. Passei por todas
essas fases. Mas, ao chegar ao estado humano, me assinalaram
108 existências, como sempre é o normal.
Durante estas 108 vidas não me interessei por nada,
nem mesmo no mais insignificante aspecto ligado à
espiritualidade. Dedicava-me exclusivamente às
coisas terrenas, às coisas profanas, deixando de
lado tudo que se ligasse à espiritualidade. Não
me interessava até que cheguei à última
vida das 108 existências.
SAMAEL
É CONDENADO AOS MUNDOS INFERNOS
Nesta última 108 tive uma vida, uma existência,
diríamos, de uma personalidade malvada; uma mulherzinha
baixinha, mas perversa; era a última e, claro,
ingressei nos MUNDOS INFERNOS com este corpo que tinha.
Deixei este corpo feminino e entrei nos Mundos Infernos
(Tritocosmo). Involui dentro das entranhas desse planeta.
Maldizia e blasfemava, odiava a Divindade. Era um ser
perverso, até que passei pela SEGUNDA MORTE. Desintegrava-me,
transformando-me em pó. Todos os meus EUS iam se
convertendo em cascarrões, por fim nada sobrou.
Ao terminar tudo senti desfalecer para sempre, uma grande
aniquilação. Logo, me vi convertido em uma
criança inocente. Que aconteceu?
MILHARES
DE ANOS DEPOIS A MÔNADA DO MESTRE SE LIBERTA
A ESSËNCIA, o elemental tornou-se livre dos
elementos subjetivos, os elementos subjetivos das percepções
foram desintegrados, reduzidos a poeira cósmica
pela forças centrifugas do planeta. A ESSÊNCIA
se tornou livre, desnuda frente ao Sol. OS DEVAS a examinaram
dos pés à cabeça para verificar se
não sobrou algum elemento Indesejável. Quando
se convenceram de que não restava nenhum elemento
Indesejável, então, permitiram a saída
por portas atômicas. Saí à superfície
daquele planeta. Já livre, à luz do Sol,
um Sol hidrogenado que iluminava aquele planeta daquele
Sistema Solar do qual, hoje, nada resta, nem suas lembranças,
a não ser nos REGISTROS AKÁSHICOS, Logo
ingressei na evolução do REINO MINERAL.
Vi me convertido em um GNOMO, mas não como
já houvera estado antes, agora um gnomo de tipo
superior.
Mais tarde, através dos séculos, obtive
o direito de entrar na evolução do REINO
VEGETAL, Novamente fui elemental vegetal, todavia um elemental
mais consciente. A seguir, passei aos estágios
do REINO ANIMAL, onde evolui em diferentes criaturas animais.
Em minha obra
AS TRÊS MONTANHAS, falo quando passei
por aquele animalzinho chamado rã. Andava por ai
dando saltos na margem de um rio de águas melodiosas
puras. Recordava sim, não havia esquecido os terríveis
sofrimentos do AVERNO e não desejava retornar ao
INFERNO jamais, pelos horrores ali sofridos. Tornei-me
amigo dos elementais daquele rio, um grande amigo. Quando
sentia os passos dos humanóides por ali sabia que
eram terríveis, que eram maus, e assim passava
o tempo.
Mais tarde, foi-me dado o direito de entrar em evoluções
superiores. Pude ingressar no mundo de peixes muito Inteligentes
quê viviam naquele mundo. Preferia ir sempre na
retaguarda, não na vanguarda. Às vezes,
surgia um monstro e lembro-me de um muito terrível
que devorou todo o cardume. Eu estava na retaguarda e
ele não me alcançou.
Assim, vivia no fundo dos oceanos como peixe. Mais
tarde, ingressei no reino dos anfíbios, que só
saíam a terra para tomar a luz do Sol.
O
MESTRE SAMAEL RETORNA AO ESTADO HUMANÓIDE
Posteriormente, foi-me dado o direito de tomar CORPO
HUMANO, Entrei com a promessa de não retornar ao
ABISMO, pois essa imagem estava viva em minha consciência:
as torturas do Abismo, os espantos, os horrores pelos
quais havia passado. Logo, Já convertido em um
ser humano, disse: Bom, vou me transformar em um homem,
sei que sou humanóide, mas converter-me-ei em homem.
Encontrei ao Guru, meu Guru; ele me instruiu nos mistérios,
precisamente nos Mistérios da Vida e da Morte.
Conseguir a chave, o segredo indizível, o GRANDE
ARCANO.
Trabalhei
na FORJA DOS CICLOPES porque ele me orientou. Fabriquei
os CORPOS EXISTENCIAIS DO SER e realizei magníficas
transformações, diríamos, do esperma
sagrado, o mercúrio dos sábios. Alcancei,
mediante o mercúrio, cristalizar os corpos, porque
é muito certo que o esperma sagrado é o
AZOUGUE bruto e, em ALQUIMIA, ao transmutá-lo,
o convertemos em MERCÚRIO. A ENERGIA SEXUAL
é o MERCÚRIO, é a alma metálica
do esperma. Esse mercúrio, por sua vez, que é
a energia que sobe pelos cordões simpáticos
até o cérebro, é fecundado pelo ENXOFRE,
ou seja, O FOGO QUE DESPERTA. O SAL, em si, é a
matéria-prima da GRANDE OBRA. O SAL existe no esperma,
nos metais, no ouro e em tudo. Portanto, tem-se que sublimar
o sal também.
SAMAEL
CRISTALIZA SEUS CORPOS SOLARES
Estou descrevendo quando me tornei HOMEM pela
primeira vez. Estou falando de um Sistema Solar muito
antigo, quando pela primeira vez alcancei o estado de
HOMEM VERDADEIRO. Este mundo já desapareceu, não
restando nem o pó dos séculos, Mediante
as operações do ENXOFRE, do MERCÚRIO
sobre o SAL, consegui cristalizá-los no CORPO ASTRAL.
Fabriquei um corpo astral. Em uma oitava mais elevada,
esse sal sublimado que serviu de base para as operações
do ENXOFRE e do MERCÚRIO, cristalizou-se no MENTAL.
Posteriormente, com essa mesma base consegui a criação
do CAUSAL.
SAMAEL TORNA-SE GOVERNADOR DO PLANETA MARTE
Tendo os corpos físico, astral, mental
e causal pude encarnar os princípios ÉTNICOS
ANÍMICOS, o PNEUMA dos gnósticos. Desta
forma, me converti em HOMEM, tendo saído do estado
humanóide. Prossegui trabalhando e alcancei outros
estados como ANGÉLICO, ARCANGÉLICO, etc.,
etc., etc. Conclusão: converti-me no governador
do planeta Marte, adquirindo os poderes dos céus
e dos abismos, toda a sabedoria e todos os poderes universais.
GOVERNADOR
DA LUA
Obs: Depois de ser o governador do planeta Marte, Samael
se torna o Grão Mestre da Lua (Selene) quando ela
era viva e povoada, onde abrigou sete grandiosas raças.
Depois a Lua morreu e sua alma reencarnou na terra que
era um planeta que acabara de nascer com o nome espiritual
de Urândia. Sabemos que atualmente a Lua é
um cadáver em decomposição. A única
forma de vida que existe na Lua atualmente são
naves extraterrestres que estão nos observando.
Vocês
dirão: Bem, se é assim, porque agora vive
aqui entre os terrícolas? Digo-lhes, sinceramente:
depois continuei vivendo em diferentes sistemas solares.
Na passada existência estive na antiga TERRA-LUA.
Vivi entre os selenitas. Fundei o Movimento Gnóstico
entre eles. Falei-lhes da mesma forma que estou fazendo
com vocês. Os selenitas criaram uma poderosa civilização
e eram muitos. Havia uma religião terrível,
pior que a católica. Julgaram-me, condenaram-me
à pena de morte, crucificando-me tal qual estou
lhes narrando.
SAMAEL
VIVEU NA LEMÚRIA E NA ATLÂNTIDA
Ao iniciar a aurora deste MAHANVANTARA presente,
Integrado com meu DEUS INTERNO, converti-me no ESPÍRITO
VIVENTE do centro de Marte. Meu Senhor Interior Profundo,
compreendendo a necessidade de adquirir qualidades terrícolas
que nós não as possuímos por lá,
tais características como as possuídas pelo
Conde Saint Germain, Caglíostro, um diplomata,
um político, ELE me mandou para cá a fim
de adquirir o que não tinha. Conservava as características
de Inocência e sapiência, todavia sem ter
o espírito como os Cagliostros, os Saint Germain,
mestres daqui da Terra. Por este motivo, enviou-me para
cá. Fui enviado, mas cometi um erro, quando ocorreu
à revolta dos Anjos da Lemúria. Fui o primeiro
a entrar na onda. Na mesma Lemúria pude me reerguer,
obtendo outra vez o ELIXIR DA LONGA VIDA, a PEDRA FILOSOFAL.
Com o corpo lemuriano vivi na Lemúria e Atlântida.
Vi a Lemúria se afundar nos mares. Vi a civilização
atlânte se erguer e ser tragada pelo oceano. Tenho
todos estes conhecimentos aqui, podendo falar sobre a
Lemúria e Atlântida. Não perdi nenhum
conhecimento. Minha memória está correta.
(Obs:
Uma das reencarnações de Samael Aun Weor
na Atlântida foi com o nome de Manu Vaivasvata
conhecido no Antigo Testamento da Bíblia Sagrada
como Noé.)
Na
meseta central da Ásia cometi outro erro. Voltei
a lançar a PEDRA FILOSOFAL na água. Tal
fato provocou, outra vez, a queda no dia SÁBADO,
então tive que sofrer muito sobre a face da Terra.
Por esta época, estou acabando a PEDRA FILOSOFAL
outra vez. Em 78 terei em meu poder a GEMA PRECIOSA.
De
maneira que, há estas horas, é claro que
conheço todos os processos de transmigração
das almas. Se falo de transmigração das
almas é porque o vivi e o conheço. Estou
ensinando uma doutrina rechaçada por todos os pseudo-esoteristas
e pseudo-ocultistas desta época. Eles não
passaram por estas fases, não viveram as transmigrações
das almas. Eles vivem no mundo distinto de escolas kalkianas.
Nestas escolas abundam as personalidades kalkianas que
nada sabem, teorizam em excesso.
A
mim não interessa essas escolinhas pseudo-esotéricas,
pseudo-ocultistas. O único que me Interessa é
a ÁGUIA e a SERPENTE; minha ÁGUIA e minha
SERPENTE. MINHA ÁGUIA é o SENHOR INTERIOR
PROFUNDO e minha SERPENTE é a DIVINA MÃE
KUNDALINI. Estou estabelecido em ÍSIS há
vários anos. Vivo em Ísis, isto é,
fui devorado pela Serpente. Sou uma Serpente que articula,
fala, explica. SOU UMA SERPENTE PORQUE FUI TRAGADO POR
UMA SERPENTE. Por isto lhes digo que estou estabelecido
em Ísis e o único que me interessa é
isto. Até aqui as sábias palavras
do V.M. Samael Aun Weor.
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A
mim não interessa essas escolinhas pseudo-esotéricas,
pseudo-ocultistas. O único que me Interessa
é a ÁGUIA e a SERPENTE; minha ÁGUIA
e minha SERPENTE. MINHA ÁGUIA é
o SENHOR INTERIOR PROFUNDO e minha SERPENTE é
a DIVINA MÃE KUNDALINI. Estou estabelecido
em ÍSIS há vários anos. Vivo
em Ísis, isto é, fui devorado pela
Serpente. Sou uma Serpente que articula, fala,
explica. SOU UMA SERPENTE PORQUE FUI TRAGADO POR
UMA SERPENTE. Por isto lhes digo que estou estabelecido
em Ísis e o único que me interessa
é isto. V.M. Samael Aun Weor. |
SÍNTESE
BIOGRÁFICA
O V.M. SAMAEL AUN WEOR teve seu nascimento físico
na Colômbia, em 6 de Março de 1917, com o
nome de Víctor Manuel Gómes Rodríguez,
sendo Samael Aun Weor o nome de sua Mônada por toda
a eternidade.
Este grande Mestre reencarnou aqui na América,
lembrando que somente os deuses reencarnam, e o restante
retornam, justamente porque é aqui que se formou
a sexta sub-raça da nossa raça Ariana, e
principalmente para abrir a atual Era de Aquário
que se iniciou no dia 4 de fevereiro de 1962.
O
V.M. Samael iniciou sua gigantesca missão na Colômbia,
no entanto ao lançar sua primeira obra Intitulada
O MATRIMÓNIO PERFEITO, ele começou a ser
perseguido e inclusive acabou sendo preso devido à
profundidade dos ensinamentos que são revelados
neste livro. Devido a esta perseguição que
já era esperada por ele, o Mestre Samael mudou-se
para o México onde realizou a Grande Obra.
Os
colombianos acumularam um terrível karma negativo
por ter perseguido um autêntico Mestre da Loja Branca.
Depois desta perseguição o povo da Colômbia
nunca mais teve sossego, e hoje os conflitos internos
daquele país é o castigo imposto pelos juízes
do Tribunal do Karma.
A
missão do V.M. Samael obteve tanto sucesso que
suas obras estão se espalhando por todas as partes
do mundo, e sendo traduzidas nas mais diversas línguas.
De sua obra AS TRÊS MONTANHAS, o Venerável
Mestre Samael descreve sua biografia de forma história,
mística e esotérica, pelo qual extraímos
os seguintes parágrafos:
A
INFÂNCIA
Não será demais afirmar, solenemente,
que nasci com enormes inquietudes espirituais. Negá-lo
seria absurdo. Ainda que a muitos pareça algo insólito
e Incrível, o fato concreto de que haja alguém
no mundo que possa recordar na íntegra a totalidade
de sua vida, incluindo até o seu próprio
nascimento, quero afirmar que sou um deles.
Depois
dos já sabidos processos natalinos, limpo e bem
vestido, fui deliciosamente colocado no leito materno
Junto a minha mãe... Certo gigante multo amável
aproximou-se daquele sagrado leito e sorrindo docemente
me contemplou. Era meu pai.
Como
quer que ainda não perdi a capacidade de assombro,
devo dizer que o que me aconteceu após pareceu-me
maravilhoso. Caminhar pela primeira vez com o corpo que
a Mãe Natureza deu é fora de dúvida
um prodígio extraordinário.
Serenamente,
dirigi-me ao velho janelão, de onde se podia ver
claramente o colorido conjunto de pessoas que por aqui
e acolá apareciam ou desapareciam na pitoresca
viela da minha casa. Agarrar-me às grades de tão
vetusta janela foi para mim à primeira aventura.
Felizmente, meu pai - homem bastante prudente -conjurando
com antecipação qualquer perigo, havia colocado
uma tela de arame na balaustrada, a fim de que eu não
caísse na rua..
Certamente, naquela deliciosa idade, amava os encantadores
brinquedos com que as crianças se divertem, mas
isto de modo algum interferia com as minhas práticas
de meditação. Por esses primeiros anos de
vida, em que se aprende a caminhar, costumava sentar-me
ao estilo oriental para meditar... Então, estudava
de forma retrospectiva as minhas reencarnações
passadas e, é ostensível que muita gente
dos antigos tempos me visitava. Quando concluía
o êxtase inefável e voltava ao estado normal,
comum e ordinário, contemplava com dor os vetustos
muros daquela centenária casa paternal onde, apesar
da minha idade, eu parecia um estranho cenobita.
Quão
pequeno me sentia diante daqueles paredões! Chorava..,
sim, como choram as crianças... Lamentava-me: outra
vez num corpo físico! Quão dolorosa é
a vida! Ai! AI! Ai!... Nestes instantes, minha boa mãe
sempre acudia com o propósito de me ajudar e ao
mesmo tempo exclamava: a criança tem fome, tem
sede, etc., etc., etc.
Jamais
esqueci daqueles momentos em que, alegre, corria pelos
ensolarados corredores da minha casa. Então, ocorriam
insólitos casos de metafísica transcendental.
Meu pai me chamava da porta de seu quarto e eu o via em
roupas de dormir. Quando tentava me aproximar dele, se
desvanecia, perdendo-se na dimensão desconhecida...
Porém, confesso sinceramente que este tipo de fenômeno
psíquico me era bastante familiar. Simplesmente,
entrava em seu quarto e, ao verificar de forma direta
que seu corpo jazia adormecido no perfumado leito de caoba,
dizia para mim mesmo: Ah, o que acontece é que
a alma de meu pai está fora porque seu corpo carnal
neste momento está dormindo.
Por
aqueles tempos, começava o cinema mudo e muita
gente se reunia na praça durante a noite para se
distrair, observando filmes ao ar livre na rudimentar
tela: um lençol bem engomado, esticado entre dois
paus, devidamente distanciados...
Eu
tinha em casa um cinema muito diferente. Encerrava-me
em um quarto escuro e fixava o olhar na parede. Após
alguns instantes de espontânea e pura concentração,
o muro se iluminava esplendidamente, como se fosse uma
tela multidimensional. As paredes desapareciam definitivamente
e em seguida surgia, do espaço infinito, paisagens
vivas da grande natureza: gnomos brincalhões, silfos
aéreos, salamandras do fogo ondinas das águas,
nereidas do imenso mar, criaturas felizes que brincavam
comigo, seres infinitamente alegres.
Meu cinema não era mudo nem nele se precisava
de Rodolfo Valentíno ou da famosa Gatinha Branca
dos tempos idos. Meu cinema era sonoro e todas as criaturas
que apareciam em sua tela espacial cantavam ou falavam
no horto puríssimo da divina linguagem original
que, como um rio de ouro, corre sob a selva espessa do
sol. Mais tarde, ao se multiplicar a família, convidava
os meus inocentes irmãozinhos e eles compartilhavam
comigo desta dita incomparável. Olhavam serenamente
as figuras astrais na extraordinária parede de
meu quarto escuro...
Sempre
fui um adorador do Sol e, tanto ao amanhecer como ao anoitecer,
subia ao teto de minha casa (então não se
usava terraços). Sentado no estilo oriental, como
um yogue infantil sobre as telhas de barro cozido, contemplava
o astro rei em estado de êxtase e assim sumia em
profunda meditação. Bons sustos levava minha
nobre mãe, vendo-me caminhar sobre a residência...
Sempre
que o meu velho pai abria a velha porta do guarda-roupa,
sentia como se fosse me dar àquela singular jaqueta
ou casaca de cor púrpura na qual luziam dourados
botões... Velha prenda do vestuário cavalheiresco
que usara com elegância naquela antiga reencarnação
em que me chamara Simão Bleler. Às vezes,
ocorria-me que nesse velho armário também
pudessem estar guardados espadas e floretes daqueles velhos
tempos. Não sei se meu pai compreendia. Pensava
que talvez pudesse me entregar objetos dessa existência
passada. O ancião olhava-me e ao invés de
tais prendas dava-me um carrinho para que com ele brincasse;
brinquedos de felicidades inocentes em minha infância.
A
ADOLESCÊNCIA
Continuando na obra AS TRÊS MONTANHAS,
do V.M. Samael Aun Weor, extraímos o seguinte:
Eu ainda era um rapaz de doze primaveras quando,
solicitado por alguém que ansioso investigava os
mistérios do além, me propus também
a inquirir, indagar e investigar o inquietante terreno
do espiritismo. Com a consciência de um clérigo
na cela, estudei inumeráveis obras metafísicas.
Não será demais citar autores como Luiz
Zea Uribe, Camile Flamaríon, Kardec, Leon Denis,
César Lombroso, etc.
O
primeiro Kardec de uma série pareceu-me bastante
Interessante, mas tive de relê-lo três vezes
com o ânimo Indiscutível de compreendê-lo
Integralmente. Posteriormente, convertido em um verdadeiro
ratão de biblioteca, confesso francamente e sem
rodeios que me apaixonei pelo LIVRO DOS ESPÍRITOS
antes de prosseguir com outros volumes de substancial
conteúdo. Com a mente fechada para qualquer outra
coisa que não fosse o estudo, permanecia longas
horas dentro de casa ou na biblioteca pública,
anelando evidentemente encontrar o caminho secreto. Agora,
sem me presumir de sábio, sem querer me vangloriar,
daremos a conhecer, neste capítulo, o resultado
das minhas investigações no terreno espírita.
Qualquer
Mestre de Samadhi pode evidenciar, em estado de êxtase,
o seguinte: aquilo que se manifesta através dos
médiuns espíritas certamente não
é a alma nem o espírito dos mortos, e sim
seus eus-diabos, os agregados psíquicos que continuam
além da sepultura. Foi-nos dito com muita ênfase
que os médiuns espíritas continuam possessos
do demônio ou dos demônios durante os estados
post-mortem. É claro que depois de algum tempo
terminam se divorciando do seu próprio Ser Divino
e ingressam na involução submersa dos mundos
infernais.
ESTUDOS
TEOSÓFICOS E YOGA
Sem ufanar-me de modo algum com tão
singulares e múltiplas inquietudes filosóficas
e metafísicas, confesso com toda sinceridade que
ainda não tinha chegado às 16 primaveras
de minha atual existência quando já me encontrava
embutido em muitas matérias de escorregadio conteúdo.
Com ânsias infinitas, propus-me a analisar detalhadamente
os problemas do espírito a luz da cIência
moderna.
Muito
interessantes pareceram-me, por aquela época, os
experimentes científicos dó físico
inglês Willian Crookes, insigne descobridor da matéria
em estado radiante, e de Talio, ilustre membro da Real
Sociedade Britânica. Pareceram-me sensacionais as
famosas materializações do espectro de Katie
Kíng em pleno laboratório, tema exposto
por Crookes em sua MEDIDA DA FORÇA PSIQUICA.
Excelentes,
excepcionais, maravilhosos me pareceram muitos temas sagrados
da antiguidade, tais como: a serpente do paraíso,
a burra de Bailão, as palavras da esfinge, as vozes
misteriosas das estátuas de Menão ao romper
do dia, o terrível MENE TECEL PHARES do festim
de Baltasar, o serafim de Theram, pai de Abraão,
os oráculos de Delfos, os Betilos ou pedras falantes
do destino, os menhires oscilantes e mágicos dos
druidas, as vozes enigmáticas de todos os sacrifícios
sangrentos da necromancia, autêntica origem de toda
a tragédia clássica, cujas revelações
indiscretas em Prometeu, tias Cáforas e nas Eumênides
custaram a vida do iniciado Ésquilo, as palavras
de Tirésias, o adivinho evocado por Ulisses na
Odisséia à margem da cova cheia com o sangue
do cordeiro negro propiciatório, as vozes secretas
que Alarico ouvia e que lhe ordenavam destruir a Roma
pecadora, as vozes que a donzela de Orleans escutava mandando-a
exterminar os ingleses, etc.
Instrui
do pela determinação particular e sem ter
jamais ensaiado oratória para falar em público,
aos 17 anos de Idade proferia conferências na Sociedade
Teosófica. Recebi o diploma de teósofo das
mãos de Jinarajadasa, ilustre presidente daquela
augusta sociedade que, em boa hora, conheci pessoalmente.
Seguro
de mim mesmo, do meu caráter, estava então
multo bem informado sobre as estranhas e misteriosas batidas
de Rochester e sobre os clássicos fenômenos
psíquicos da granja dos Eddy, onde nasceu a própria
Sociedade Teosófica. Tinha acumulado muitos dados
relacionados com aqueles trípodes evocadores das
pitonisas dos tempos antigos, sabia das casas mal-assombradas,
das aparições post-mortem e conhecia a fundo
os fenômenos telepáticos. Com tantos dados
metafísicos acumulados em minha pobre mente, tinha
me convertido em um exigente erudito. No entanto, quis
sinceramente formar o coração com o bom
critério teosofista. Por isso, engulosei-me com
as obras que achei na rica biblioteca. (...)
Esgotados
os estudos teóricos de Teosofia, pratiquei intensamente
a Raja-Yoga, a Bhakty-Yoga, a JnanaYoga, a Karma-Yoga,
etc. Múltiplos benefícios psíquicos
obtive com as práticas de Yoga preconizadas por
essa veneranda Instituição.
ESTUDOS
ROSACRUZES
Continua a narração do V.M. Samael Aun Weor,
na obra já mencionada:
Já era um adolescente de 18 primaveras,
no caminho da minha atual reencarnação,
quando me foi concedida à alta honra de ingressar
na Escola Rosa-Cruz Antiga, instituição
benemérita em boa hora fundada pelo excelentíssimo
senhor Dr. Amoldo Krumm-Heller, coronel-médico
do glorioso Exército Mexicano, Ilustre veterano
da Revolução Mexicana, Insigne catedrático
da Universidade de Medicina de Berlim, na Alemanha, notável
cientista e extraordinário poliglota.
Como um rapaz impetuoso, apresentei-me com certa
altivez naquela aula lucis, então dirigida por
um ilustre cavalheiro de esclarecida inteligência.
Sem me encompridar muito, confesso francamente e sem rodeios
que comecei discutindo e terminei estudando. Apoiar-me
na parede, afastar-me para um canto da sala, extasiar-me
desorientado, depois de tudo pareceu-me o melhor.
Folgo em dizer com eloqüência e sem muita
prosopopéia que, empapado de muitas teorias intrincadas
e de escorregadio conteúdo, apenas anelava com
ânsias infinitas encontrar meu antigo caminho, a
Senda do Fio da Navalha. Excluindo cuidadosamente todo
o pseudo-pietismo e o palavrório vão e sem
substância da conversa ambígua, resolvi definitivamente
combinar a teoria e a prática. Sem prostituir a
Inteligência ao ouro, preferi prosternar-me humildemente
diante do Demiurgo Criador do Universo.
Nas
magníficas obras de Krumm-Heller, Max Heindel,
Hartmann, Eliphas Levi, Steiner, etc., eu encontrei gososo
um riquíssimo e inesgotável manancial de
esplendores deliciosos. Sem verborréia alguma,
seriamente, sinceramente, declaro enfaticamente que por
aquela época da minha atual existência, estudei
ordenadamente toda a biblioteca rosacrucianista.
Eu sofria espantosamente e clamava na solidão
invocando aos Santos Mestres da Grande Loja Branca. O
grande Kabir Jesus disse: Batei e se vos abrirá,
pedi e se vos dará, busca! e achareis. Em nome
disso que é o real, declaro que, cumprindo com
os ensinamentos do Evangelho Cristão, pedi e me
foi dado, bati e me foi aberto, busquei e encontrei.
Tratando-se de estudos tão longos e complexos
como são os estudos rosacruzes, é inquestionável
que o ternário de modo algum caberia dentro do
pequeno tamanho do presente capitulo, por isso me limitarei
a sintetizar e concluir.
CHACRAS
Chacra Frontal: desenvolve-se com a entoação
da vogal I, assim: IIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIII... Faculdade:
ciarívidência.
Chacra
da Laringe: desenvolve-se quando se canta a vogal E, assim:
EEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEE... Faculdade: ouvido mágico.
Chacra Cardíaco: desenvolve-se ao vocalizar-se
a vogal O, assim:OOOOOOOOOOOOOOOOOOOO... Faculdade: intuição
e desdobramento.
Chacra
do Umbigo: desenvolve-se com a entoação
da vogal U, assim: UUUUUUUUUUUUUUUUUUUUUU... Faculdade:
telepatia.
Chacra
dos Pulmões: desenvolve-se quando se canta a letra
A, assim: AAAAAAAAAAAAAAAAAAAAA... Faculdade: recordar
vidas passadas.
I,E,O,U e A é a ordem das vogais. Com estas
letras são formados todos os mantrans. Dizia o
Dr. Krumm Heller que uma hora diária de vocalização
é melhor do que ler um milhão de livros
de pseudo-esoterismo ou pseudo-ocultismo. (...)
Pouco antes de retirar-me daquela benemérita
instituição, aquele professor assim falou:
Que nenhum dos aqui presentes se atreva a se auto-classificar
de rosacruz, porque nós somos apenas simples aspirantes
a rosacruz. E acrescentou com grande solenidade: Rosacruzes?...
Um Buda, um Jesus, um Mória, etc.
CIÊNCIA
JINAS
A Jana, Yana, Gnaria ou Gnose não é
senão a ciência de Jano, ou seja, a ciência
do conhecimento iniciático, a ciência de
Enoichion ou do vidente. As variantes de seu nome são
tantas e há em cada idioma uma, tais como Jan,
Chan ou Kan, Dam, Dzan, DJan, Jain, Jían,
Loan, Kwan Swan, Thanos, Thoan, Choan, etc. Todas equivalentes
à mais sublime concepção de um Espírito
Planetário - o regente de Saturno - uma nazada,
um kabir no sentido mais completo da palavra.
Para mim, a ciência Jinas não é
opinião e sim verdade assentada. Se quereis que
vos demonstre com a experiência viva, escutai com
paciência o seguinte relato:
Trinta
vezes já tinha visto cair às folhas do outono
em minha presente reencarnação, quando tive
de trabalhar consciente e positivamente com a doutrina
dos Jinas ou de Jano. Uma noite maravilhosa, minha esposa-sacerdotisa
Litelantes fez-me um convite sublime...
Encontrava-me repousando no tálamo nupcial,
com o corpo relaxado, boca para cima, em decúbito
dorsal. Devo esclarecer com certa solenidade e para o
bem da Grande Causa que nesses instantes me achava em
estado de alerta novidade, alerta percepção.
Dormitava atento e vigilante como a sentinela em época
de guerra. Obviamente, anelava com sede infinita algo
extraordinário.
Depois de conhecidas as invocações
de rigor, senti como se outro ser humano pousasse sobre
o meu relaxado corpo, exatamente sobre aquelas cobertas
ou cobertores que deliciosamente me protegiam do frio
da noite. Era Litelantes...
Eu
a reconheci pela voz, quando de forma veemente chamou-me
pelo nome de Pua. Vamos! Vamos! - disse -Vamos! E eu,
que com ânsia infinita sempre aguardara este momento,
pressuroso me levantei do leito.
Resulta palmário e evidente que, ao assim
me levantar, devidamente ajudado, atravessei de fato a
barreira da velocidade da luz, ficando de pé
Junto ao leito de penitente e anacoreta com o corpo físico
submerso na quarta dimensão. Qualquer gnóstico
sincero pode fazer o mesmo desde que, nos instantes de
começar a dormir, se concentre intensamente em
sua Divina Mãe Natura Particular e Individual...
Uma fórmula mágica muito especial
é a que segue: Creio em Deus. Creio em minha
Mãe Natureza e Creio na Magia Branca. Minha Mãe
leva-me com meu corpo. Amém.
Reza-se
esta oração milhares de vezes nos instantes
de querer dormir, porém convém não
esquecer aquele ditado popular que diz: a Deus rogando
e com o malho dando.
Ligeiramente adormecidos, levantem-se do leito suplicando.
Em seguida, saltem com a intenção de flutuar
no ambiente circundante. Tenham fé do tamanho de
um grão de mostarda e moverão montanhas.
Se não conseguirem flutuar, metam-se novamente
na cama e repitam o experimento. Muitos triunfam de imediato,
outros levam meses e até anos inteiros para conseguir
sua entrada nos paraísos Jinas.
Depois desta pequena e importante digressão
de tipo indicativo, continuemos com o relato.
Saí
do meu quarto com passo firme e decidido. Atravessei um
pequeno pátio e me dirigi à rua. Cedendo-me
a passagem com muita reverência, certo grupo de
damas anciãs inclinou-se reverente diante de minha
insignificante pessoa que nada vale. Agradeci a especial
reverência.
Saí
da cidade seguido de perto por aquele grupo de gente Jinas
e me dirigi para as montanhas vizinhas. Senti como se
tivesse afundado em um remoto passado sublunar, antiqüíssimo.
Compreendi que tinha entrado no cosmos inferior...
Flutuando no ambiente circundante da quarta vertical,
acompanhado de Litelantes e de toda comitiva de gentes
Jinas, atravessei o borrascoso oceano e cheguei a certo
lugar secreto da velha Europa. Entrei valente em certo
castelo onde tive de contemplar com assombro um estranho
símbolo sob o qual havia um crucifixo..
.O
regresso à minha casa foi relativamente fácil,
pois é lei da quarta dimensão que tudo volte
ao seu ponto de partida original. Litelantes e eu comentamos
alegremente tudo isto. Obviamente, tínhamos conseguido
um triunfo maravilhoso.
Dias depois, continuamos com os experimento, e aprendi
a colocar o corpo físico no cosmos superior...
Hoje, por experiência direta, sabemos que com a
ajuda da Divina Mãe Kundalini podemos pôr
o corpo físico em estado de Jinas para viajar pelo
cosmos superior.
A SENDA INICIÁTICA
O V.M. Samael Aun Weor, na pessoa de Víctor Manuel
Gómes Rodríguez, reencontra sua sacerdotisa
com o nome espiritual de Venerável Mestre Litelantes,
sendo o nome físico de Sra. Arnalda Garro de Gómes.
Em matrimónio perfeito os Mestres Samael e Litelantes
se Iniciam na prática da Alta Magia, da forma que
foi ensinada neste curso onde cristalizam seus Corpos
Solares com 100% de consciencia.
O
V.M. Samael teve sua infância, adolescência
e parte da juventude, na Colômbia. A seguir, mudou-se
para a República do México, onde terminou
de realizar sua grande missão em meio as terras
sagradas dos Maias. Fundou várias instituições
filantrópicas, culturais, antropológicas
e, inclusive, lançou bases para um partido político
no México.
Contínua
o V. M. Samael Aun Weor a relatar, em sua obra AS
TRÊS MONTANHAS, sua vida iniciática:
Aqueles que já passaram para a outra margem
sabem muito bem o que são as rigorosas ordálias
da Iniciação... Separar-se do monstro das
mil caras, a humanidade, para auxiliá-la de forma
eficiente não é um delito.
Trinta anos de idade tinha quando fui submetido
a terríveis e espantosas provas... O que vi e o
que me aconteceu bem vale a pena relatar. Foi na noite
do mistério que senti perto de mim o rugido do
furacão e compreendi.
Meu Guru conduz-me pela mão ao interior da
Igreja Gnóstica... O Mahatma toma assento e depois
convida para sentar-me ao seu lado; Impossível
não aceitar tão esplêndido convite.
O diálogo que se travou após, entre Mestre
e discípulo, certamente foi extraordinário.
Aqui na Igreja Gnóstica - disse o Hierofante
solenemente - só podes estar casado com uma única
mulher, com duas não. Há algum tempo, tu
destes vãs esperanças a certa dama, quem,
por este motivo, apesar do tempo e da distância,
ainda continua a te esperar. Obviamente, de forma inconsciente,
estás a lhe fazer um grande mal, pois ela, te aguardando,
vive em uma cidade na mais completa miséria. Essa
dama bem que poderia voltar ao seio de sua família
no campo. Assim, seus problemas econômicos estariam
resolvidos.
Atônito, perplexo, ao escutar tais palavras
abracei o meu Guru, agradecendo infinitamente seus conselhos.
Mestre - disse-lhe - que poderia você me dizer agora
sobre a minha esposa Litelantes?
Ela
sim, serve para a Magia Sexual, para a Sahaja Maithuna.
Com esta Dama-Adepto podes trabalhar na Nona Esfera, o
sexo.
Oh Guru! O que eu anseio infinitamente é
o despertar do Kundalini e a união com o Intimo.
Custe-me o que custar... Mas, que disseste, oh discípulo,
custe o que custar? Sim Mestre, foi isso que disse...
Esta
noite aqui se pagou a alguém e depois se lhe confiou
a tarefa de ajudar-te no despertar do kundalini. Passaste
pela prova DIRENE, exclamou o Hierofante. Depois, pondo
em mInha cabeça um turbante de imaculada brancura,
com um botão de ouro na frente disse: Vamos ao
altar... (...)
De manhã, bem cedo, escrevi à nobre
dama que sofria na remota cidade e que me esperava...
Eu a aconselhei com infinita doçura a que voltasse
para a terra de seus parentes e que se esquecesse da minha
insignificante pessoa que nada vale...
1a.INICIAÇÃO
DO FOGO
Eu aguardei com ansiedade infinita o dia e a hora
da Iniciação. Tratava-se de um sacratíssimo
dia 27... Queria uma Iniciação como aquela
que o Comandante Montenero recebera no templo de Chapultepec,
ou como aquela outra que Ginés de Lara - o Deva
reencarnado - tivera naquele Sancta Sanctorum ou Adytia
dos Cavaleiros Templários, na extraordinária
noite de um eclipse lunar. Porém, meu caso foi
bem diferente e ainda que pareça incrível,
na noite da iniciação me senti frustrado.
Repousando com infinita angústia em meu duro
leito, dentro de uma humilde choupana, às margens
do mar, passei velando toda a noite, aguardando inutilmente...
(...)
Ao
sair do sol, qual bota de fogo que parecia brotar do tempestuoso
oceano, Litelantes despertou e me disse: Lembra-te da
festa que fizeram lá em cima? Recebeste a Iniciação...
Como? Mas o que você está dizendo? Festa?
Iniciação? Qual? A única coisa que
sei é que passei uma noite mais amarga que o fel.
Acabrunhado
com tais perguntas, interroguei Litelantes: Que me disse
o Grande Ser? Ele te advertiu de que hoje em diante terás
dupla responsabilidade pelos ensinamentos que darás
ao mundo... Ademais - continuou Litelantes - te vestiu
com a túnica de linho branco dos Adeptos da Fraternidade
Oculta e te entregou a espada flamejante...
Ah! Agora entendo! Enquanto eu passava por tantas
amarguras em meu leito de penitente e anacoreta, meu Real
Ser Interno recebia a Iniciação Cósmica...
Valha-me Deus e Santa Maria! Mas, o que se passa? Por
que estou tão lento? Tenho um pouco de fome...
pareceu-me que é hora de nos levantar para o desjejum...
2a. INICIAÇÃO DO FOGO
Quando o 2o. grau de poder do fogo chegou à
altura da laringe criadora, fui jogado no cárcere.
A ata de acusação dizia textualmente o seguinte:
Este senhor; além de cometer o delito de curar
os enfermos, é também autor de um livro
intitulado O MATRIMÔNIO PERFEITO, o qual é
um atentado contra a moral pública e os bons costumes
dos cidadãos.
Foi, portanto, no horrível calabouço
de urna velha prisão sul-americana que tive de
passar pela clássica cerimônia da decapitação...
Então, ao pé de urna velha torre, vi minha
Divina Mãe Kundalini, com a espada flamígera
na mão direita, decapitando a uma criatura. Ah
entendo!- exclamei nas pavorosas trevas do horrível
calabouço. Depois, entrei nesse estado delicioso
que na alta Yoga se conhece como Nirvi-Kalpa-Samadhi.
Fora
deste outro calabouço que se chama corpo físico,
extasiado, experimentei em mim mesmo a grande realidade
interior.., profunda... Ela, minha Mônada, entrou
em mim, em minha alma. Transfigurei-me totalmente, e mesmo
assim, com plena lucidez, me vi integralmente.
Ele é o quinto dos sete Espíritos
diante do Trono e eu sou o seu boddhisattwa. Isto lembra-me
aquela frase de Maomé: Ãlá é
Alá e Maomé seu profeta.
Dias depois, o segundo grau de poder do fogo fazia
contato direto com o átomo do Pai, situado no campo
magnético do nariz. Então, em visão
noturna, vi a Estrela Flamígera com o Olho do Deus
no centro. A pentalfa resplandecente desprendeu-se do
Cristo Sol para brilhar sobre a minha cabeça...
O
festival cósmico da noite da Iniciação
foi extraordinário. Do umbral do templo, vi meu
Real Ser - o íntimo - crucificado na cruz no fundo
sacratíssimo do santuário e diante dos irmãos
da Fraternidade Oculta. Enquanto Ele recebia a Iniciação
no vestíbulo do templo, eu acertava contas com
os Senhores do Karma...
3a. INICIAÇÃO DO FOGO
Não será demais dizer aos meus leitores
muito amados, que o Grande Ser, depois de outorgar-me
o pedido, ditou especial providência para me auxiliar.
Disto poderão recolher que me foi dado um especialista
no terceiro grau de poder do fogo.
Aquele Guru Deva cumpriu sua missão dirigindo
a terceira serpente Ígnea pelo canal medular do
corpo astral. Litelantes e minha Insignificante pessoa
que nada vale percebíamos, com o sexto sentido,
o especialista astral que durante a cópula metafísica
nos auxiliava.
O
despertar do fogo no corpo astral é sempre anunciado
com um terrível relâmpago na noite. Originalmente,
o terceiro grau de poder do fogo em tão precioso
veículo, possuí uma imaculada e formosa
cor branca. Mais tarde, apresenta-se brilhando na aura
do universo com uma belíssima cor ouro.
Confesso francamente e sem rodeios que durante o
trabalho esotérico com o terceiro grau de poder
do fogo, tive de viver de forma simbólica todo
o drama cósmico. Alguém que não é
mais que um vil gusano que se arrasta no lodo da terra
sente-se de fato comovido quando, de repente e sem merecê-lo,
se vê convertido no personagem central de tal drama,
ainda que isto seja meramente simbólico
.
Diferentemente das duas serpentes anteriores, o
terceiro grau de poder do fogo, depois de tocar o átomo
do Pai no campo magnético da raiz do nariz, prossegue
sua marcha até o coração. Entre o
campo magnético da raiz do nariz e o coração
existem vias secretas, nadis ou canais maravilhosos.
Certo caminho secreto liga a raiz do nariz com o
chacra capital que, do centro do cérebro, controla
o Cárdias. Por essa via circula o fogo. Mais tarde,
ele prossegue seu caminho até o coração,
circulando misteriosamente pelo Anahata Nadi.
4a. INICIAÇÃO DO FOGO
"Levantar a quarta serpente ao longo do canal medular
do corpo mental, de vértebra em vértebra,
de chacra em chacra, é certamente algo lento e
espantosamente difícil.
Antes
de que a chama de ouro possa arder com luz serena, a lâmpada
deve estar bem cuidada e em lugar livre de todo vento.
Os pensamentos terrenos devem cair mortos diante das portas
do templo. A mente que é escrava dos sentidos toma
a alma tão inválida quanto um bote que o
vento extravia sobre as águas.
Assombrado, percebi os múltiplos esplendores
da maravilhosa pentalfa sobre os candelabros sacratíssimos
do templo. Atravessei ditoso o umbral do santuário.
Meus pensamentos flamejavam ardentemente.
Compreendi claramente que durante o trabalho na
Nona Esfera tinha de separar cuidadosamente o fumo das
chamas. O fumo é horror, bestialidade, trevas.
A chama é luz, amor, castidade transcendente. Qualquer
impacto exterior dá origem a reações
ondulatórias na mente, as quais em si mesmas têm
o seu núcleo básico rio Ego, no Eu, no Mim
Mesmo. Exercer absoluto controle sobre essas reações
mentais é, de fato, indispensável.
Precisamos nos tornar indiferentes diante do elogio
e da ofensa, diante do triunfo e da derrota. Sorrir diante
dos que insultam, beijar o látego do verdugo; tudo
isto é indispensável. Lembrem-se de que
as palavras que ferem não têm valor algum
além daquele que lhes atribui o ofendido. Quando
não damos valor algum às palavras dos que
Insultam, estas ficam como um cheque sem fundos.
O Guardião do Umbral no mundo da mente está
personificado pelo Ego, pelo Eu. Enfrentar com heroísmo
a terrível prova, vencer realmente o irmão
terrível - como se o denomina na Maçonaria
oculta - é indispensável na quarta Iniciação
do Fogo.
Sem temor algum, com presteza, desembainhei a flamejante
espada. O que aconteceu foi extraordinário. A larva
do umbral fugiu apavorada. É ostensível
que tal prova vem sempre depois que as asas ígneas
foram abertas.
Eis uma tremenda verdade: quando o fogo sagrado,
subindo, chega à altura do coração,
sempre se abrem as radiantes asas angélicas. Estas
ardentes asas permitem que entremos instantaneamente em
qualquer departamento do Reino. (...)
5a.
INICIAÇÃO DO FOGO
Porém, voltemos ao meu caso pessoal para
nos aproximarmos um pouco mais da finalidade deste capitulo.
Em nome da verdade, quero declarar com clareza que eu
nasci com os quatro corpos: físico, astral, mental
e causal.
Restaurar o poder do fogo em cada corpo, recapitular
Iniciações, foi para mim indispensável,
urgente, improrrogável. Depois das quatro iniciações
anteriores, tive de repassar pacientemente a quinta Iniciação
do Fogo. Ao termo repassar, quero dar, nestas linhas,
um significado intrínseco, transcendente e transcendental.
Como quer que em vidas anteriores já tinha
passado pelas cósmicas iniciações
do Fogo, agora só precisava repassá-las.
Quando pedi ao Logos do Sistema Solar de Ors permissão
para ingressar nos mistérios da quinta iniciação,
foi-me dada a seguinte resposta: Tu não precisas
permissão para entrar na Iniciação,
tens todo o direito de fazê-la.
O bendito confiou, então, a um nobre especialista
do mundo causal a missão de assistir-me e ajudar-me.
O citado especialista teve de conduzir inteligentemente
o fogo sagrado pelo canal medular do corpo causal ou corpo
da vontade consciente.
O despertar da quinta serpente ígnea dos
mágicos poderes no chacra Muladhara, no cóccix,
foi celebrado no templo com uma grande festa. A subida
do Kundalini de vértebra em vértebra, de
chacra em chacra, ao longo da espinha dorsal do corpo
causal, realizou-se lentamente, de acordo com os méritos
do coração. Como quer que nasci desperto
e como gozo disso que poderíamos chamar de CONSCIÊNCIA
OBJETIVA ou CONHECIMENTO OBJETIVO, foi fácil para
mim trazer as recordações do mundo causal
ao cérebro físico. (,..)
Entrar no Templo da Música das Esferas em
tal região cósmica foi certamente uma das
minhas maiores alegrias. No umbral desse templo, o guardião
ensinou-me uma das saudações secretas da
Fraternidade Oculta. O rosto daquele guardião parecia
um relâmpago. Quando esse homem viveu aqui neste
mundo chamou-se Beethoven.
No mundo causal, encontrei muitos boddhísattwas
trabalhando intensamente pela humanidade. Esses homens
causais desenvolvem-se maravilhosamente, cada um sob a
direção de seu Deus Interno. Somente o homem
causal conseguiu definitivamente a imortalidade. Esses
seres estão além do bem e do mal. (...)
Mais tarde, fui visitado por Ísis, a quem
nenhum mortal levantou o véu, minha Divina Mãe
Kundalini. Eu a interroguei imediatamente sobre resultados:
Oh, minha Mãe, então já tenho as
cinco serpentes levantadas? Sim, meu filho! Agora, quero
que me ajudes a levantar a sexta e a sétima serpentes.
Essas, já as levantastes! Nestes instantes, surgiu
a perfeita recordação de mim mesmo. Ah,
eu sou um antigo Mestre, estava caído... agora
me lembro. Sim, meu filho, és um Mestre.
Todos os textos anteriores foram extraídos da obra
AS TRÊS MONTANHAS. Aos estudantes que
quiserem se aprofundar em sua Biografia aconselhamos estudar
este seu livro.
O
AVATARA DA ATUAL ERA DE AQUÁRIO
A seguir, transcreveremos, de uma fita cassete, uma entrevista
entre o V.M. Samael Aun Weor e um discípulo:
P:
Afirma-se que você é o Avatara da Nova Era
de Aquário. Gostaríamos de saber o que significam
esses nomes: KALKI, BUDDHA, MAITREYA, ou seja, Buddha
Maitreya Kalki Avatara da Nova Era de Aquário.
Essa frase está em todos os seus livros, mas muitos
leitores desconhecem por completo esses termos. Poderia
dar uma resposta concreta?
R: Com muito gosto darei a resposta ao nosso irmão
missionário gnóstico internacional. KALKI
AVATARA é, certamente, o Avatara para a idade de
kali Yuga na Era de Aquário. A palavra AVATARA
significa MENSAGEIRO. Inquestionavelmente, entende-se
por mensageiro aquele que entrega uma mensagem. Correspondeu
a mim entregar tal mensagem, por ordem da LOJA BRANCA.
Mensageiro, em sânscrito, se chama Avatara.
Um
mensageiro ou Avatara é, em síntese, um
recadeiro, um homem que entrega um recado, um servidor,
um servo da Grande Obra do Pai. Que estas palavras não
criem nenhum equívoco, estando especificada com
toda clareza. Sou um criado, servente ou mensageiro, estando
entregando uma mensagem. Alguma vez eu dizia que sou um
encarregado de uma CARGA CÔSMICA, visto que estou
entregando-a.
Meus caros leitores, a palavra AVATARA não
deve nos conduzir jamais ao orgulho, uma vez que somente
significa isto, e nada mais que isto: RECADEIRO, CRIADO,
MENSAGEIRO, um SERVENTE que simplesmente entrega uma mensagem,
e isto é tudo.
Quanto ao termo BUDDHA MAITREYA é necessário
analisá-lo um pouco, a fim de não cairmos
em erro. O BUDDHA INTIMO é, diríamos, o
REAL SER INTERIOR de cada um de nós. Quando o Real
Ser Interno de alguém conseguiu propriamente sua
AUTO-REALIZAÇÃO INTIMA é declarado
BUDDHA. O termo MAITREYA é individual e coletivo.
Do ponto de vista individual representa a um Mestre chamado
Maitreya. Do ponto de vista coletivo, entende-se por Buddha
Maitreya, no sentido mais completo da palavra, qualquer
Iniciado que obteve a CRISTIFICAÇÃO.
A
MENSAGEM
O diálogo prossegue com a seguinte pergunta:
P: Em que consiste essa mensagem que você
veio entregar à humanidade?
R:
Certamente, trata-se de uma mensagem específica
para a NOVA ERA DE AQUÁRIO. Uma mensagem completamente
revolucionária, muito diferente de tudo que foi
ensinado em séculos passados e, sem dúvida,
indispensável para a Nova Era de Aquário,
que por estes tempos está se iniciando, em meio
ao augusto trovejar do pensamento. A diferença
de antigos ciclos, diríamos, zodiacais, é
o fato de que o ciclo de Aquário nos conduz a profundas
reflexões.
As
Escrituras de todos os tempos citam a um grande cataclisma
que se aproxima. Isto não é ignorado por
quem estudou a Bíblia a fundo. Moisés, no
Gênesis, menciona ao DILÚVIO UNIVERSAL e
o Apocalipse de São João fala da água
ardente do enxofre na SEGUNDA MORTE. A Bíblia inicia
com a água e termina com o fogo. A água
e o fogo se debatem mutuamente. A humanidade que não
sucumba com a água perecerá pelo fogo. Já
sabemos que nos antigos tempos pereceu pela água,
em meio à segunda catástrofe transapalniana,
que modificou totalmente a fisionomia do nosso globo terrestre.
A presente humanidade será destruída pelo
fogo e terremotos. Assim está escrito.
O cataclisma final não está distante.
Podemos assegurar que estamos às portas de tal
acontecimento terrível. Da mesma forma, os habitantes
da Atlântida não acreditaram. Eles não
aceitaram jamais que estavam às portas da submersão
daquele continente, quando o MANU VAIVASVATA, o mesmo
Noé bíblico, alertava sobre a grande catástrofe
que se aproximava. Da mesma forma ocorre por estes tempos.
As pessoas comem, dormem, divertem-se, degeneram-se cada
vez mais, sem se dar conta que dentro de pouco já
serão cadáveres.
Assim
como Noé que, já disse, é o mesmo
Manu Vaivasvata, houve um povo seleto, isto é,
o EXÉRCITO DA SALVAÇÃO MUNDIAL, que
escutou e seguiu os ensinamentos daquele Manu Avatara.
Foram
salvos de perecer entre as águas e puderam abandonar
aquele território antes da submersão definitiva.
O grupo seleto pôde entrar são e salvo no
coração da Ásia. Da mesma forma,
agora, está se formando o EXÉRCITO e, é
óbvio, que sobre mim pesa a maior responsabilidade.
Em
seu momento, hora e dia indicados, haverá um novo
êxodo. O povo seleto, este Exército de Salvação
Mundial que segue meus ensinamentos, estará formado
pelos distintos e seletos desta Raça Ária.
É óbvio que tal Exército, que tal
povo, será salvo secretamente. Esse é, exatamente,
o objetivo primordial de meu trabalho como AVATARA. Essa
é, exatamente, a missão que nos foi encomendada
nestes tempos do fim. Escutar a mensagem e vivê-la
é o mais indicado. AQUELES QUE QUISEREM SER SALVOS
DEVEM OUVIR E VIVER ESTA MENSAGEM.
Meu
Real Ser Interior Profundo é o Manu da sexta raça
raiz. Portanto, estamos formando, nestes momentos, o núcleo
humano que servirá para a formação
desta futura grande raça.
A
TRANSIÇÃO DO V.M. SAMAEL AUN WEOR
O V.M. Samael Aun Weor desencarnou no dia 24 de Dezembro
de 1977, às 19:55, na Cidade do México-DF.
O exemplo do Venerável Mestre Samael Aun Weor e
de suas obras são totalmente direcionadas para
esta Nova Era de Luz. A Bíblia diz que conhecemos
a árvore pelos seus frutos. Desta forma vemos claramente
a autenticidade dos ensinamentos de Samael, pois os frutos
que colhemos em suas obras são de extraordinária
clareza, desvenda os segredos seculares que ficaram guardados
nas velhas pirâmides, nos monólitos, papiros
egípcios, nas Escolas Iniciáticas antigas,
nos enigmáticos aforismos dos alquimistas medievais,
etc.
Seus
ensinamentos abrangem várias áreas do conhecimento
universal dentro da Ciência, Arte Filosofia e Mística,
formando desta forma os Quatro Pilares da Sabedoria.
O V.M. Samael escreveu mais de 140 publicações,
destacando-se 60 livros fundamentais, além de realizar
centenas de conferências em vários países,
correspondências, entrevistas em diversos programas
de televisão e rádios divulgando a doutrina
Gnóstica.
Suas últimas palavras foram: AGUARDEM-ME
PORQUE RETORNAREI!
OS
TRÊS FATORES DA REVOLUÇÃO DA CONSCIENCIA
Necessitamos
de revalorizações interiores e exteriores.
Necessitamos de uma verdadeira e autêntica REVOLUÇÃO
DA CONSCIÊNCIA. Esta revolução está
baseada em três fatores: NASCER, MORRER e SACRIFÍCIO
PELA HUMANIDADE. Vamos estudá-los agora didaticamente,
um por um.
O
Venerável Mestre Samael Aun Weor, numa de suas
inumeráveis conferências, entitulada LOS
TRES FACTORES DE LA REVOLUCION DE LA CONCIENCIA, realizada
em vários países da América do Sul,
Central e do Norte, disse o seguinte:
PRIMEIRO
FATOR: NASCER
Comecemos
com o primeiro fator: NASCER. Certamente, o homem é
um ser não realizado. Todas as criaturas nascem
completas, menos o ser humano. Um cão nasce como
cão e como tal está completo. Uma águia
nasce como águia, dispõe de grandes asas
e uma visão maravilhosa que lhe permite caçar
até as serpentes mais distantes; nasce completa.
Porém, o pobre animal intelectual, equivocadamente
chamado homem, não nasce completo.
Acontece que ele nasce sem os veículos que
deveria ter. Nasce sem o corpo astral, sem o corpo mental
e sem o corpo causal. Então, o que e que nasce?
Nasce o corpo físico, um corpo planetário
com um assento vital e nada mais. O que há mais,
além disso? O Ego, o qual é de natureza
animal. O pobre animal intelectual possui uma consciência?
Sim, ele a tem, porém está engarrafada no
Ego; isso é tudo. Uma consciência adormecida,
diríamos, condicionada ao seu próprio engarrafamento.
Então,
resumindo, ele nasce incompleto, O germe que penetra,
diríamos, em uma matriz para se desenvolver convenientemente,
pelo fato de ter nascido não significa de modo
algum que tenha terminado os seus processos de desenvolvimento
completamente. O germe que se gerou num ventre materno
e que nasceu, que veio ao mundo, é um germe incompleto
em todo o sentido da palavra porque não possui
os corpos existenciais superiores do Ser. Por outro lado,
não terminou sequer de desenvolver o próprio
corpo físico. O germe que se gerou num ventre materno
e que nasceu, que veio ao mundo, é um germe incompleto
em todo o sentido da palavra porque não possui
os corpos existenciais superiores do Ser. Por outro lado,
não terminou sequer de desenvolver o próprio
corpo físico. O desenvolvimento total do corpo
físico processa-se através das várias
idades: 7,14... até aos 21 anos. Graças
a energia criadora o corpo físico pode ser gerado
no ventre materno. Graças à energia criadora
o corpo físico pode continuar o seu desenvolvimento
através dos 7, 14, e 21 anos de idade. De maneira
que o próprio corpo físico, pelo fato de
ter nascido, não está completo, precisa
se desenvolver.
Infelizmente, vemos como os adolescentes, sem ainda
terem completado o seu processo de desenvolvimento, já
estão fornicando, o que é manifestamente
absurdo porque essa energia criadora que eles estão
desperdiçando é necessária, indispensável
para se completar o desenvolvimento do corpo físico.
De maneira que, honradamente, a função sexual
deveria começar aos 21 anos de idade e não
antes porque o gérmen que entrou no ventre materno
não completou ainda seus processos de desenvolvimento.
Submetê-lo à cópula resulta, pois,
absurdo.
Observando-se
bem todas essas coisas, meus estimados irmãos,
vale a pena refletir um pouco. Dos 21 anos em diante,
a energia sexual está livre para outras atividades.
Antes dos 21 a energia sexual só tem um objetivo:
completar o desenvolvimento físico do germe que
nasceu, isto é, completar o desenvolvimento do
corpo físico. Após os 21 anos a energia
fica livre.
Depois dos 21 anos de idade, poder-se-ia usar a
energia criadora para fabricar-se os corpos existenciais
superiores do Ser e chegar-se ao Segundo Nascimento. Infelizmente,
as pessoas não sabem usar a energia criadora, essa
energia que as fecundou no ventre materno, que permitiu
o desenvolvimento do feto.no próprio ventre, seu
nascimento e crescimento pelas idades dos 7, 14 e 21 anos.
As pessoas não sabem utilizar essa energia
quando fica livre. Ao invés de utilizá-la
para a sua realização, completando assim
sua construção, já que o ser humano
nasce incompleto, a eliminam de seu organismo. Bem sabemos
nós que as pessoas extraem do seu organismo o esperma
sagrado. Isso é gravíssimo...
Ao tocarmos nesta questão relacionada com
o nascimento, o primeiro fator de revolução
da consciência, devemos salientar que a humanidade,
em todo sentido, anda involutivamente. Bem sabemos nós
que os adolescentes não somente gastam o material
sexual, a energia criadora, ou esperma sagrado, com a
cópula como ainda adquirem o vício da masturbação.
Este vício, infelizmente, tornou-se, hoje em dia,
mais comum do que lavar as mãos. Os jovens sejam
eles rapazes ou garotas adquirem esse desgraçado
vício e assim arruínam miseravelmente seus
cérebros; idiotizam-se. Quantas vontades teriam
sido maravilhosas e se esgotaram! Quantos rostos bonitos
murcharam!... E tudo isso por falta de instrução...
porque, realmente, tanto rapazes como garotas não
recebem nas escolas e nos colégios a devida instrução
sobre a questão sexual e, claro, o impulso sexual
faz com que sintam a necessidade de fazerem uso do sexo.
Como eles não têm orientação,
no geral trocam idéias, os jovens com seus amiguinhos
e as jovens com suas amiguinhas, e por aí começa
o vício repugnante da masturbação.
Esta é a desgraça da nossa época...
além de outros vícios que infelizmente também
se tornaram comuns, tais como o homossexualismo e o lesbianismo.
Obviamente, os homossexuais são sementes degeneradas
que não servem para nada. As lésbicas, igualmente,
são sementes degeneradas que jamais poderão
germinar.
Portanto, os vícios que existem atualmente
em relação ao sexo são insuportáveis.
Se os rapazes e as garotas pudessem se criar limpos,
com uma educação sexual perfeita e completa,
seria diferente. Se na verdade os jovens, homens e mulheres
pudessem chegar até a idade dos 21 anos respeitando
o sexo, com pureza real, seria algo admirável e
teríamos uma nova geração de seres
melhores.
Infelizmente,
a pobre humanidade não recebe a educação
sexual no momento em que mais necessita. Se recebessem,
chegariam saudáveis à idade dos 21 anos
e isso seria maravilhoso! Se aos 21 anos, no momento em
que a energia sexual fica liberada para qualquer tipo
de atividade, se ela fosse usada com o propósito
de criar os corpos existenciais superiores do Ser, isso
seria formidável.
Obviamente, creio que vocês já conhecem
a chave da Alquimia, não ignorar o adágio
latino que diz: IMNISIUM MEMBRUM VIRILIS lN VAGINAM FAEMINA
SINE EJACULATION SEMINIS. Em síntese, diríamos:
união do Iíngam-yoni sem derramar jamais
a taça de Hermes Trismegisto, o três vezes
grande deus Íbis de Thot. Como vêem vocês,
estou dando a chave - simples e sem enfeites - porém
em linguagem decente, porque ao se instruir os estudantes
e se falar dos mistérios do sexo, deve-se falar
com modéstia e de forma viva, mas jamais em estilo
vulgar. Isso seria muito grave para nós. Isso seria
uma desdita. Se formariam conceitos errôneos sobre
nossos ensinamentos. Obviamente, o desejo refreado transmutará
completamente o esperma sagrado em energia criadora.
Bem, é conveniente que vocês saibam
que a energia sexual, da qual tanto se fala hoje em dia
na Fisiologia, Psicologia, Psicanálise, etc., é
o mesmíssimo mercúrio dos alquimistas medievais.
Essa energia criadora transmutada é o mesmo mercúrio
dos sábios. Obviamente,, tal mercúrio vem,
a condensar-se ou a cristalizar-se mediante as notas DO,
RE, Ml, FA, SOL, LA, SI, em uma oitava superior, com a
forma maravilhosa e esplêndida do corpo astral.
Assim, o corpo astral não é um implemento
necessário para a vida do ser humano. As pessoas
vivem sem corpo astral. O corpo vital assegura ou garante
completamente a vida do corpo físico; não
há necessidade de se possuir um corpo astral. O
corpo astral é um luxo que é dado a poucos.
No entanto, bem vale a pena dar-se a esse luxo.
Sabe-se
que se tem um corpo astral quando se o usa, quando se
pode caminhar com ele, quando se pode movimentar no espaço
com ele. Tal veículo, pois, se tem, dá imortalidade
no mundo astral, torna alguém imortal nessa região.
Em urna segunda oitava, um pouco mais acima, com
as notas DÓ, RE, Ml, FÁ, SOL, LA, SI, o
mercúrio dos sábios vem a se cristalizar
no famoso e esplêndido corpo mental. Quando se possui
um corpo mental, recebe-se a iluminação
diretamente... Com um corpo mental, podemos aprender,
captar todos os ensinamentos do universo.
Um pouco mais além temos o corpo da vontade
consciente. Ninguém nasce com o corpo da vontade
consciente, porém mediante a transmutação
da Iibido sexual, em uma oitava mais elevada, com as notas
DO, RE, Ml, FA, SOL, LA, SI, o mercúrio dos sábios
vem a se cristalizar na forma extraordinária do
corpo da vontade consciente ou corpo causal. Quando alguém
já tem os veículos físico astral,
mental e causal, é óbvio que poderá
receber os princípios anímicos e espirituais
para se converter em homem.
O primeiro nascimento, de onde vocês vieram,
foi o do corpo planetário ou corpo físico.
O segundo nascimento é o do Filho do Homem, o nascimento
do homem, falando concretamente.
De
maneira que, um dos fatores de revolução
da consciência é o NASCER; nascer como homem.
No primeiro caso, quem nasce é o animal intelectual;
no segundo nascimento, nasce o homem, o Filho do Homem,
o verdadeiro homem.
Diz-se que o verdadeiro homem é o homem causal.
Por que se chama ao verdadeiro de homem causal? Simplesmente
porque fabricou o corpo causal, que é o último
dos corpos necessários para que alguém se
torne homem. Então, seu centro de gravidade fica
estabelecido no mundo causal; ali vive nessa região.
O mundo causal tem uma tonalidade azul profunda, intensa,
elétrica. Essa e a cor fundamental ou básica
do éter ou akash, akasha puro. Ali, descobre-se
que tudo flui e reflui, vai e vem, sobe e desce, cresce
e descresse. No mundo das causas naturais conhecemos todo
o encadeamento de causas e efeitos, de efeitos e causas.
Toda causa tem um efeito, todo efeito se converte em causa,
por seu turno. Cada palavra dita pode dar origem a muitos
efeitos, a toda uma série de efeitos.
Em certa ocasião estava no mundo causal,
escutei um homem que ditava uma cátedra. lntencionalmente
interrompi àquele homem para fazer uma objeção
a uma palavra sua. Aquele homem causal guardou silêncio
e agiu muito bem. Porém, vi em seguida como apareceu
o resultado das minhas palavras, da minha objeção.
Aquela reunião terminou de imediato porque o homem
causal se retirava. Ao terminar aquela reunião
cada um saiu dizendo algo... seu conceito e os conceitos,
por sua vez, produziram outros resultados. E esses resultados
produziram outros resultados e a outros mais... Portanto,
percebi que a interrupção que eu havia provocado
tinha dado origem a uma série de conseqüências.
Eu havia agido intencionalmente com o propósito
de investigar a Lei de Causa e Efeito e o resultado fora
aquele.
No mundo das causas naturais é que se vem
a conhecer o que é a Lei de Causa e Efeito. Claro,
ali se movem os Senhores da Lei com seu pesos e balanças;
estão sempre ativos anotando nos arquivos akáshicos
os débitos e os créditos de cada um de nós.
Em algumas reuniões, no mundo das causas
naturais, é de causar assombro ver nela reunidos
aos diferentes Adeptos encarnados, todos vestindo trajes
civis, tais quais os que usamos aqui no mundo físico.
Não quero dizer com isso que seja sempre assim.
Claro que dentro dos templos os Adeptos usam suas vestes
sagradas. Porém, em certas reuniões ou assembléias,
todos esses Mestres, que no mundo físico têm
corpo, assistem-nas vestidos como civis, como cavalheiros,
decentemente, como se estivessem no mundo físico.
Usam gravata, roupas bem ajustadas, apresentam-se de relógio
no pulso e outras tantas ervas... A que se deve isso?
E que é a região do homem, do homem real,
do homem verdadeiro; a região do homem causal.
De modo que, o Segundo Nascimento é NASCER
COMO HOMEM CAUSAL, como homem verdadeiro. Este é,
portanto, o primeiro fator da revolução
da consciência: NASCER.
SEGUNDO
FATOR: MORRER
Continua
o V.M. Samael:
Assim como a vida representa um processo gradual
e sempre mais completo de exteriorização
ou extroversão, da mesma forma a morte do Ego é
um processo de interiorização gradativa,
no qual a consciência individual, a essência
pura, se despoja de suas inúteis vestimentas, assim
como lshtar, em sua simbólica descida, até
ficar inteiramente nua e desperta em si mesma diante da
grande realidade da vida livre em seu movimento.
Indubitavelmente,
para que a luz que constituí a essência anímica,
agora engarrafada no Ego, comece a brilhar, a cintilar
e a resplandecer, deve se libertar. Porém, na verdade
vos digo que isto só é possível para
quem passa pela terrível aniquilação
budista, para quem dissolve o Eu e morre em si mesmo.
Se o germe não morre, a planta não
nasce. E necessário morrer, isto é, o Ego
animal deve deixar de existir em nós, em nossa
psique, se é que queremos gozar da autêntica
iluminação.
Normalmente, os irmãos gnósticos,
os aspirantes, nossos afiliados, sofrem muito por falta
de iluminação. Eles gostariam de se mover
nas regiões inefáveis, visitar o Nirvana,
o Maha-Paranirvana, escutar a música das esferas,
etc. Mas, ao se verem metidos, escravizados nesta região
tridimensional de Euclídes, ao não poderem
perceber todas essas maravilhas dos mundos superiores,
sofrem o indizível. É claro que seus sofrimentos
são lógicos; têm razão em sofrer.
Uns querem se adiantar aos fatos. Falando em linguagem
vulgar, diria que alguns querem pôr a sela antes
de atrair as bestas do campo ou ordenar a vaca antes de
comprá-la; querem ser exploradores do espaço
sem terem adquirido as faculdades para isso. Às
vezes metem-se no espiritismo e terminam convertidos em
médiuns, etc., cujas práticas conduzem à
epilepsia. Todos os epilépticos que investigamos
foram médiuns do espiritismo em passadas existências.
De maneira que não é nada agradável
tornar-se no epiléptico; isso é muito duro,
muito ruim.
Portanto, seguindo avante, direi a vocês que
a iluminação não é possível
se não se desintegra o Ego. Normalmente, a consciência
- aliás, anormalmente, porque a isso não
se pode chamar de normal - está engarrafada no
mim mesmo, no Eu da psicologia experimental. E claro que
enquanto a consciência continuar engarrafada no
Ego, enfrascada no mim mesmo, estará adormecida,
funcionando em função de seus próprios
condicionamentos. Será subjetiva, incoerente e
imprecisa.
(...)
Poderia sintetizar para vocês a didática,
diríamos, da aniquilação budista
em poucas palavras: PRECISAMOS VIVER ALERTAS E VIGILANTES
COMO A SENTINELA EM TEMPO DE GUERRA. E no terreno da vida
prática, no relacionamento com nossas amizades,
em casa, na rua, no trabalho, que os defeitos escondidos
afloram de forma espontânea. Defeito descoberto
deve ser imediatamente julgado, submetido de imediato
à análise; mediante a auto-reflexão
evidente do Ser podemos conhecer diretamente qualquer
defeito. Tendo-se uma vez compreendido tal ou qual erro
psicológico, indubitavelmente, poderemos nos dar
ao luxo de desintegrá-lo.
Chegamos ao ponto crítico, difícil
desta conversação... Gurdjieff, Ouspensky,
Nicoll e muitos outros autores da quarta via, gnósticos
também como nós porque, entre parênteses,
também somos da quarta via ou quarto caminho, pensaram
que poderiam desintegrar qualquer agregado psíquico
inumano, isto é, qualquer defeito, qualquer eu,
através da simples compreensão criadora
e nada mais. Gurdjieff cometeu um erro imperdoável,
com o qual, naturalmente, lançou um grave karma
sobre si: foi ter se pronunciado contra a Divina Mãe
Kundalini. Que o fez por ignorância, não
o nego. Assim foi! Porém, de qualquer modo, a ignorância
da Lei não exclui seu cumprimento. Ele confundiu
a serpente sagrada Kundalini com o órgão
kundartiguador.
Para que vocês entendam melhor, lhes direi
que há duas serpentes: a que sobe e a que desce.
A serpente de bronze que curava aos israelitas no deserto,
enroscada no lingam gerador, no TAO; e a serpente PITION,
com sete cabe as que se arrastava no Iodo da terra e que
Apolo, irritado, feriu com seus dardos. A serpente que
subia pela vara de Esculápio, o deus da medicina,
e a serpente que se arrastava no Iodo, a serpente tentadora
do Éden. Eis aqui a dupla pata do galo Abraxas
dos gnósticos.
Assim pois, a serpente que sobe é sagrada,
é a Kundalini; e a que desce é o Kundartiguador.
O erro de Gurdjieff foi atribuir à serpente ascendente
os efeitos hipnóticos, tenebrosos e abomináveis
da serpente descendente. Foi aí que Gurdjieff falhou.
(...)
Assim que, olhando as coisas de frente, precisamos
de um poder que seja superior à mente e este não
é outro senão a Kundalini, a serpente ígnea
de nossos mágicos poderes. Somente ela pode pulverizar
qualquer agregado psíquico inumano, seja este de
ira, cobiça, luxúria, inveja, etc. Tem-se
que, naturalmente, primeiro descobrir-se o defeito que
se quer eliminar. Como segundo requisito tem-se que trabalhá-lo,
compreendê-lo e, como terceiro, eliminá-lo.
Pode-se eliminá-lo com o poder da Divina Mãe
Cósmica, com o poder da Divina Mãe Kundalini.
Porém, tem-se que apelar a kundalini, à
Devi Kundalini Shakty. Apelar naquele momento em
que necessitamos eliminar o agregado psíquico que
tenhamos descoberto e compreendido. Sim, tem-se que apelar
a ela e rogar-lhe que pulverize tal defeito, e ela o fará.
Agora, o poder máximo da víbora sagrada,
da divina cobra dos templos, encontra-se na Forja dos
Ciclopes. Se um casal invocar de verdade à víbora
divina em pleno trabalho na Forja dos Ciclopes, em pleno
trabalho sexual espiritual, certamente obterá resposta.
Deve-se,
pois, apelar a esse poder transcendental e maravilhoso
da cobra dos antigos mistérios divinos. E quem
não tem companheira? E a mulher que não
tem cônjuge? Também podem apelar à
cobra sagrada! De qualquer maneira, ela trabalhará
para desintegrar os defeitos. No entanto, estou afirmando
que o máximo de seu poder está na Forja
dos Ciclopes, na Forja Acesa de Vulcano.
Se conseguirem passar pela aniquilação
budista, se conseguirem morrer radicalmente, despertarão
absolutamente, aqui e agora. Far-se-ão conscientes
da vida nos mundos superiores. Porém, tem-se que
morrer para se despertar. Repito: aqui e agora! Quando
se desperta verdadeiramente, o problema do desdobramento
deixa de existir. Já se fica consciente, tanto
no mundo físico como nos mundos superiores. Esteja
o corpo dormindo ou desperto, se estará sempre
consciente. O problema do desdobramento astral desaparecerá
de forma definitiva e para sempre porque, se seu corpo
dorme, manterá a consciência e consciente
estará no mundo astral. Ali viverá consciente,
agirá conscientemente e regressará à
vontade ao seu corpo físico quando quiser. Então,
onde fica o problema do desdobramento? Como problema ele
deixa de existir. O importante é despertar...
Com
a morte, se mata a morte por toda a eternidade.
TERCEIRO
FATOR: SACRIFÍCIO PELA HUMANIDADE
Persegue
o V.M. Samael:
O terceiro fator é o sacrifício pela
humanidade. Precisamos amar nossos semelhantes, porém
temos de demonstrar o nosso amor com fatos concretos,
claros e definitivos. Não basta dizer que se ama
os semelhantes. Não! Tem-se que demonstrar com
fatos. Tem-se que estar disposto a subir ao altar do supremo
sacrifício pela humanidade. Tem-se que empunhar
a tocha da sabedoria para iluminar o caminho dos demais.
Tem-se que estar disposto a dar até a última
gota de sangue por todos os nossos semelhantes, com verdadeiro
amor desinteressado, puro...
De maneira que, o terceiro fator de revolução
da consciência é o sacrifício pelos
nossos semelhantes. Nascer, morrer e sacrifício
pela humanidade são os três fatores que nos
convertem em verdadeiras encarnações do
Cristo Cósmico. Esses três fatores terminam
nos convertendo em deuses, ainda que tenhamos corpos de
homens. Esses três fatores terminam fazendo de nós
algo diferente: transformam-nos em deidades, em deuses
inefáveis: ELOHIM, DAIMONS, etc.
Se
trabalharmos com o primeiro e o segundo fatores, nascer
e morrer, mas não amarmos nossos semelhantes, nada
estaremos fazendo para levar a luz do conhecimento às
outras pessoas, povos e nações. Cairíamos
num egoísmo espiritual muito refinado que nos impediria
todo avanço interior. Se somente nos preocupamos
conosco e nada mais e nos esquecemos de tantos milhões
de seres que povoam o mundo, inquestionavelmente nos auto-encerramos
em nosso próprio egoísmo. Dessa forma, o
Eu do egoísmo não permitiria a iluminação.
| |
Se
trabalharmos com o primeiro e o segundo fatores,
nascer e morrer, mas não amarmos nossos
semelhantes, nada estaremos fazendo para levar
a luz do conhecimento às outras pessoas,
povos e nações. Cairíamos
num egoísmo espiritual muito refinado que
nos impediria todo avanço interior. Se
somente nos preocupamos conosco e nada mais e
nos esquecemos de tantos milhões de seres
que povoam o mundo, inquestionavelmente nos auto-encerramos
em nosso próprio egoísmo. Dessa
forma, o Eu do egoísmo não permitiria
a iluminação." Samael Aun Weor |
O egoísmo pode se
apresentar sob formas sumamente refinadas que temos
de eliminar. Enquanto tivermos egoísmo dentro
de nos mesmos a iluminação não
será possível. O egoísmo está
formado por múltiplos Eus dentro dos quais se
encontra enfrascada a consciência. Que temos de
desintegrar essa multiplicidade de Eus egoístas,
é verdade! Pois, se não o fizermos, a
consciência continuará engarrafada, condicionada,
apertada, limitada... e qualquer possibilidade de iluminação
estará anulada.
Devemos compreender que toda a humanidade é
uma grande família. Infelizmente, estamos engarrafados
em muitos afetos e consideramos unicamente como família
a umas poucas pessoas que nos rodeiam. Isto é egoísmo
porque todos os seres humanos, sem exceção
de raça, credo, casta ou cor, constituem uma só
família. Essa família chama-se humanidade.
Se unicamente olhamos como irmãos aos que
nos rodeiam desde o berço, vamos muito mal. Se
unicamente queremos redimir essas pessoas que se dizem
nossos familiares, agimos de forma egoísta. Torna-se
indispensável ver em cada pessoa um irmão.
Isto que falo, não o digo por mero sentimentalismo,
mas porque, na verdade, somos todos irmãos. Não
é uma frase meramente sentimentalista. É
real, tal como se escuta. Somos uma família, uma
só e grande família que não deveria
estar dividida. Uma enorme família que povoa a
Terra e que se chama humanidade.
A esses nossos irmãos, precisamos levar o
conhecimento, mostrar-lhes a Senda, a fim de que, algum
dia, eles também possam trilhá-la e chegarem
à liberação final.
Se queremos ser felizes, precisamos lutar pela felicidade
dos outros. Quanto mais se dá, mais se recebe.
Porém, o que nada dá, até o que não
tem lhe será tirado.
Como poderíamos alcançar a autêntica
felicidade nirvânica ou paranirvânica, aqui
e agora, se não trabalhássemos pela felicidade
dos outros? A autêntica felicidade do Ser não
pode ser egoísta. Só pode ser conseguida
através do sacrifício pelos nossos semelhantes.
Assim, quem conseguiu os estágios mais elevados
do Ser, quem ingressou nos mundos paranirvânicos,
maha-nirvanicos, monadicos, adicos ou que, enfim, conseguiu
fundir-se com o Eterno Pai Cósmico Comum, obviamente
sacrificou-se no mundo, de alguma forma, por seus semelhantes
e isso deu méritos suficientes para conseguir,
na verdade, a alegria que não tem limites nem margens
jamais.
Não deve existir em nós isso que se
chama ódio. Há pessoas que destilam e bebem
o seu próprio veneno e sofrem o indizível...
Isso é grave! Não se deve ser tão
tonto. Aquele que está destilando e bebendo o seu
próprio veneno é um tonto. Aquele que forjou
um inferninho em seu entendimento é um néscio;
precisa pensar que o melhor mesmo é amar, pois
se fizer de sua mente um inferno, jamais será feliz.
As pessoas estão todas cheias de ressentimentos.
Isso é gravíssimo! Onde quer que exista
o Eu do Ressentimento o amor não poderá
florescer. Não há quem não tenha
ressentimentos. Todo mundo guarda em seu coração
palavras, fatos e acontecimentos dolorosos, acompanhados,
naturalmente, de suas conseqüências ou corolários
que são os já mencionados ressentimentos.
Que ganhará quem carrega tudo isto? Nesse
sentido não sabe amar. E revanchista, não
sabe amar. Aquele que odeia está muito perto da
maldição.
Tem-se que saber compreender aos demais, aprender
a olhar do ponto de vista alheio, se é que queremos
saber amar. As pessoas são incompreensivas, não
querem entender as outras, simplesmente porque não
sabem ver do ponto de vista alheio. Se alguém se
situa no ponto de vista alheio aprende a perdoar, aprende
a amar. Porém, se não é capaz de
perdoar a ninguém, não sabe amar.
Agora,
perdoar de forma mecânica não serve para
nada. Simplesmente se poderia perdoar porque se aprendeu
na doutrina gnóstíca que se deve perdoar.
Isso seria automático, não serve.
No fundo, continuará com o mesmo ressentimento,
com o mesmo ódio e até com o mesmo desejo
revanchista, sufocado e reprimido.
Quando se diz PERDOAR isso implica numa eliminação.
Ninguém poderá perdoar se não eliminar
o Eu do Ressentimento, se não anular o Eu do Rancor,
se não reduzir a poeira cósmica o Eu do
Revanchismo, o Eu que quer tirar o cravo, etc. Enquanto
não se tenha eliminado tais Eus através
da compreensão e com o auxílio de kundalini
Shakty, não será possível que perdoe
de verdade. Se vem a perdoar, isso será automático
e perdão automático não é
perdão.
Temos
que ser sinceros com nós mesmos se queremos saber
amar. Se alguém não é sincero consigo
mesmo, não poderá amar jamais... Amar implica
em trabalho, trabalho dispendioso sobre si mesmo. Como
alguém poderia amar aos outros se não trabalha
sobre si mesmo, se não elimina do seu interior
os elementos da discórdia, do revanchismo, do ressentimento,
do ódio, etc.? Quando tais elementos infra-humanos
moram em nossa psique fica anulada toda a nossa capacidade
de amar.
Existe
muito amor fingido nas diferentes escolas de tipo pseudo-esotérica
e pseudo-ocultista. Nós gnósticos, não
devemos aceitar o amor fingido; devemos ser exigentes
com nós mesmos. Vamos ou não amar aos nossos
semelhantes? Sejamos sinceros! Não se trata de
nos deixarmos levar por sentimentalismos sublimes. Poderíamos
crer que amamos quando na realidade não estamos
amando.
O amor é algo muito sublime. Vou lhes dar
um exemplo ou alguns exemplos sobre o amor.
O fundador da cidade de Nova Iorque era um homem
muito inteligente; tinha uma esposa muito distinta...
Quando fundou Nova lorque, aquilo parecia um paradoxo:
ali nada mais havia do que vegetação, árvores,
montanhas, etc. Ele concebeu a idéia de uma grande
cidade ao contemplar aquela região.
No
entanto, era a época dourada, a época em
que nos Estados Unidos às pessoas tinham sede de
ouro; coisa que sempre tiveram. Mas, naquela época
era muito mais manifesta a cobiça pelo ouro físico,
pelas minas de ouro, etc. Indo-se ele pelo mundo, cometeu
um erro que considerou muito sério: abandonou sua
esposa em plena montanha. Não a abandonou por nenhuma
outra mulher, não, apenas pelo ouro, para buscar
as minas... Um dia soube dela, alguém disse-lhe
que ela tinha morrido. Não preocupou-se muito com
isso porque não tinha senão ânsias,
sede insaciável por ouro. Mais tarde, com o tempo,
encontrou uma mulher e casou-se com ela. Construiu uma
estrada de ferro e estabeleceu bancos. Quando se tornou
um grande homem, falando diante de um auditório,
de repente descobriu entre as pessoas que ali estavam,
aquela que ele havia abandonado. Aquele homem já
não pôde mais falar. Tratou de se segurar,
ficou confuso porque julgava que ela estivesse morta.
Por sua vez, ela fora informada que ele havia se casado
outra vez e que tinha seis filhos...
No auditório, quando se encontraram, ambos
levaram a mão à boca... Ele não sabia
o que fazer. Foi ela quem falou: Não te preocupes,
sei que estás casado!... Ele estava perplexo, claro,
porque recordava seu primeiro amor. Ele a amava, só
que sua sede pelo ouro fizera com que a abandonasse...
Ele não sabia o que fazer, quando ela continuou:
Podes ir, segue teu caminho. Ela também o adorava.
Ele tentou se afastar e percebeu que não podia,
sentiu que lhe era difícil se desprender dela.
Porém ela deu-lhe coragem: Não olhes para
trás, siga em frente, não te detenhas por
mim. Tu deves triunfar. Te amo muito e desejo teu triunfo...
Ele se foi, caminhando como um sonâmbulo, até
que ela partiu. Ela o amava demasiadamente... Ele poderia
ter deixado a outra mulher imediatamente e ir-se com ela,
porém ela preferiu sua felicidade. Isso é
amor!
Qual de vocês se sente capaz de fazer isso?
Ser capaz de renunciar ao que mais ama pela própria
felicidade do ser amado? E que o amor não quer
recompensa; ele é dádiva por si mesmo, ele
é trabalho com renúncia aos frutos. O amor
não quer senão o bem dos outros, ainda que
isso lhe custe a própria felicidade.
Pretender definir o amor é um tanto difícil.
Se o define, se desfigura. Ele é bem mais como
uma emanação surgida, diríamos, do
fundo da própria consciência. Ele é
uma função do Ser.
Há que se entender, que se compreender a
necessidade desse amar aos semelhantes, porque mediante
o amor podemos nos transformar. E amando que distribuímos
bênçãos, levamos o ensinamento a todos
os povos da Terra e encaminhamos os outros com o máximo
de paciência. Devemos saber perdoar os defeitos
alheios. (...)
Conheci a muitas pessoas que sofriam vários
problemas na vida, por exemplo, econômicos. Aqueles
que têm problemas econômicos, inquestionavelmente,
causaram danos econômicos a outras pessoas no passado
e agora colhem daquilo que semearam, bebem do seu próprio
chocolate. No entanto, queixam-se, protestam, blasfemam,
etc. Querem melhorar a sua situação econômica,
porém não reparam no mal que fizeram, não
tomam parte em alguma ação cooperativa,
não são capazes de tirar uma camisa para
com ela vestir a um desnudo, não são capazes
de dar um consolo a ninguém, etc. Contudo, querem
melhorar economicamente. Claro, solicitam serviços,
pedem que os ajudemos no trabalho para mudar sua situação,
porém eles não se preocupam em servir a
ninguém; são parasitas que vivem sob o sol.
Dessa forma, como poderiam melhorar economicamente?
Toda causa traz seu efeito. O karma é o efeito
de uma causa anterior. Quer-se anular o efeito tem-se
que começar por anular a causa que o produziu.
Anula-se a causa que o produziu com inteligência,
sabendo-se anulá-la.
Vocês irão se encontrar com todas essas
coisas pelo caminho. Uns quererão que vocês
os curem, porém eles jamais se preocupam em curar
a alguém. Encontrarão muitos com gravíssimos
problemas econômicos e que nunca pensaram em cooperar
de alguma forma com alguém. Cada um tem seus problemas
e quem cria os problemas é o Ego. Não há
nada mais desditado que o Ego! Poderemos anular todos
os problemas se não tivermos Ego. Se não
se tem Ego não há problemas. Por que? Porque
não há quem reaja dentro de nossa mente.
Não há um revanchista que complique a situação,
não há ninguém que odeie em nós
ou através de nós. Então, não
há problemas. Quem cria os problemas é o
Ego e nada mais do que o Ego.
Trabalhando-se em favor dos demais cancela-se velhos
karmas. O que serve aos outros, serve a sim próprio.
O que dá, recebe e quanto mais dá, mais
recebe; esta é a lei. Ao Leão da Lei se
combate com a Balança. Se no pratinho da balança,
pratinho do bem, pudéssemos pôr as boas obras,
a balança se inclinaria a nosso favor e o karma
ficaria anulado. Na verdade, tem-se que ser duro com a
balança diante do Leão da Lei. Esta é
a chave para se vencer o karma. Como dizem os Senhores
da Lei: Quem faz boas obras tem com que pagar suas dívidas.
Quem tem com que pagar, paga e se sai bem nos negócios,
porem quem não tem com que pagar, terá que
ir para a prisão e perder todos os bens. Tem-se
que fazer muito o bem para se pagar as velhas dívidas.
Com o capital das boas obras podemos pagar o velho karma
sem a necessidade de sofrer; não há necessidade
de amargurarmos a nossa vida.
Até
aqui os sábios ensinamentos gnósticos do
Venerável Mestre Samael Aun Weor.
A BÍBLIA FALA DOS TRÊS FATORES
A Bíblia Sagrada é um dos livros mais lidos
no mundo. No entanto são poucas as pessoas que
compreendem seus ensinamentos devido ao adormecimento
de consciência. Muitos chegam a ler a Bíblia
inteira por mais de uma vez, ou várias vezes pensando
que compreendem seu real significado, mas não sabem
que estão lendo a LETRA MORTA. Para estes Adão
é um homem, a água é hidrogênio,
o vinho é uma bebida feita de uvas, a cruz é
simplesmente uma cruz, etc,.
Sabemos
que muitas partes dos evangelhos foram adulteradas por
reis, ditadores, e pseudos sacerdotes no sentido de puliticagem
e dominações, mas o único evangelho
que não foi adulterado de forma alguma é
o Apocalípse de São João. Pois como
não entendiam absolutamente nada destes ensinamentos
publicaram do jeito que estava.
Mas
na verdade os livros, relatos e passagens da Bíblia
Sagrada foi escrita por pessoas de consciência desperta,
por seres iluminados que se banharam na água da
vida e que tomaram o vinho da eternidade. Sendo assim
para compreende-la deve-se despertar a consciência
para desvendar a sabedoria da escrituras. Por justa causa
este sagrado livro pode ser estudado de duas formas diferentes:
1)
À LETRA MORTA
2)
À LETRA VIVA.